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Grêmio segura 0 a 0 com o Cruzeiro e disputa a final da Copa do Brasil

Após vitória por 2 a 0 em Belo Horizonte, time gaúcho consegue o empate diante de grande público na Arena e agora enfrenta o Atlético-MG na decisão14925272_1390934640938582_8067186430727515136_n

PRIMEIRO TEMPO

O Cruzeiro começou em cima do Grêmio e teve algumas boas chances, com Robinho e Ariel Cabral, que mandou uma bola na trave. Os gaúchos, porém, tiveram inteligência para segurar o ímpeto dos mineiros e levar o 0 a 0 para o intervalo.14907069_1390945007604212_3007654933497326157_n

DESTAQUE  SEGUNDO TEMPO

 

O tempo foi inimigo do Cruzeiro, que foi tendo mais e mais dificuldades para fazer os gols que precisava. Comandado pelo maestro Douglas, o Grêmio soube segurar o resultado, tocar a bola e administrar o placar agregado de 2 a 0, conquistado semana passada, em Belo Horizonte.

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Depois de nove anos, quando decidiu a Libertadores em 2007, o Grêmio está na final de uma grande competição. O Tricolor jogou para o gasto, empatou em 0 a 0 com o Cruzeiro, mas deixou a Arena comemorando na noite desta quarta-feira. Está na decisão da Copa do Brasil e sonha com taça em 2016.

A final será contra o Atlético-MG, que empatou com o Inter em Belo Horizonte, e confirmou a vaga. As partidas serão disputadas em 23 e 30 de novembro. Os mandos de campo serão sorteados na próxima sexta.

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Pouca técnica e muitos sustos

Mesmo com placar favorável – pois venceu o confronto da ida por 2 a 0 –, o Grêmio fez um primeiro tempo nervoso e as melhores chances foram do Cruzeiro. O Tricolor jogou como visitante pensando somente no resultado e chegou a levar bola na trave, entre outros sustos. O primeiro chute a gol veio aos 13 minutos. Edimar cruzou na área e Geromel afastou. Mas Robinho dominou na intermediária e chutou forte para boa defesa de Grohe no canto esquerdo.

Três minutos depois, o Grêmio teve sua melhor oportunidade. Douglas abriu grande bola para Luan na esquerda, entre dois marcadores. Luan tocou pelo alto para Marcelo Oliveira e o lateral tentou encobrir o goleiro, mas mandou pela linha de fundo.

Depois disso, a Raposa mandou na partida por vários minutos. Aos 22, Ariel Cabral recebeu na intermediária, bateu colocado e quase matou uns gremistas do coração. A bola estampou o travessão no ângulo direito. No lance seguinte, William tentou o chute de longe, mas desviou em Kannemann para escanteio.

O Tricolor só foi equilibrar as coisas no fim da etapa. E aí, criou mais uma rara oportunidade. Douglas lançou Marcelo Oliveira na área. O lateral tentou um chute colocado com efeito, mas Rafael fez a defesa antes do intervalo.

Tricolor contra-ataca e perde grandes chances

No retorno para o segundo tempo, o Cruzeiro foi logo para o abafa. Aos seis minutos, Alisson recebeu na esquerda, cortou para a área e chutou cruzado. Grohe, como último recurso, tirou de soco para escanteio. Mas a cobrança deu contragolpe para o Grêmio: Luan recebeu na área e serviu Pedro Rocha na marca do pênalti. Era só tirar do goleiro, só que o atacante carimbou Rafael, perdendo a grande chance da partida. No escanteio, Douglas tentou surpreender e quase marcou gol olímpico. A bola resvalou na trave e Rafael tirou em cima da linha.

Mano Menezes lançou Rafael Sobis e Ábila no jogo, apostando tudo no ataque. No seu primeiro lance, Sobis recebeu na meia-lua e chutou colocado para grande defesa de Grohe.

Os comandados de Renato Portaluppi tomaram a clara postura de apostar no contra-ataque. E voltaram a levar perigo aos 18 minutos. Luan recebeu na meia-lua e abriu bola para Ramiro. O volante chegou batendo de primeira e Rafael espalmou para escanteio. Na cobrança, Douglas recebeu de Edilson e cruzou na cabeça de Geromel. O zagueirão torneou no canto esquerdo, mas Rafael fez mais uma grande defesa.

Aos 22 minutos, o Tricolor reclamou muito de pênalti em Ramiro. Seria a jogada para desafogar o nervosismo. Edilson lançou o volante na área e, na hora do chute, ele sofreu uma tesoura de Léo, mas o árbitro mandou seguir.

No fim da partida, Alisson recebeu na esquerda e cruzou na marca do pênalti. Ábila subiu mais que todo mundo e cabeceou forte, mas mandou para fora, com o Grêmio fazendo contagem regressiva para a final. Luan ainda fez o gol da vitória, um golaço por cobertura aos 44 minutos, mas a arbitragem anotou um impedimento duvidoso.

Edimar perdeu a última chance do clube mineiro aos 45. Ele recebeu livre, na risca da área, e chutou forte, mas acertou a barriga de Geromel. Era noite de Grêmio, com o regulamento debaixo do braço. Assim, mais de 50 mil torcedores deixaram a Arena sonhando com o penta da Copa do Brasil, que agora está só a dois jogos de distância.

Copa do Brasil – Semifinal

Grêmio 0

Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon, Ramiro (Jailson), Douglas (Rafael Thyere) e Pedro Rocha (Éverton); Luan. Técnico: Renato Portaluppi.

Cruzeiro 0

Rafael; Lucas Romero, Bruno Rodrigo, Léo e Edimar; Henrique, Rafael Cabral e Robinho (Ábila); De Arrascaeta (Sobis), Alisson e Willian (Alex). Técnico: Mano Menezes.

Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP)

Local: Arena do Grêmio

Fonte : Correio do Povo

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Diego Armando Maradona morre aos 60 anos depois de parada cardiorrespiratória

Maior jogador da história da Argentina e lenda do futebol mundial, Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira (25) aos 60 anos.

O craque argentino sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa na cidade de Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. Conhecido como “El Pibe de Oro”, o jogador sofreu uma delicada cirurgia no cérebro no começo do mês e recebeu alta oito dias depois, após drenar uma pequena hemorragia cerebral.

O médico Leopoldo Luque afirmou na ocasião que a cirurgia era considerada simples, mas havia preocupação pela condição de saúde do ex-jogador.

Diante de um país de luto, o governo da Argentina declarou luto oficial de três dias após a morte de Maradona. Ele deixa três filhas (Dalma, Gianinna, Jana) e dois filhos (Diego e Diego Fernando).

 

Maradona morre aos 60 anos
 
 
 
 

Maradona morre aos 60 anos

Diego Armando Maradona, ícone do futebol argentino, antes do início da partida entre Argentina e Nigéria na primeira fase da Copa do Mundo de 2018, na Rússia — Foto: Lee Smith/Reuters

Diego Armando Maradona, ícone do futebol argentino, antes do início da partida entre Argentina e Nigéria na primeira fase da Copa do Mundo de 2018, na Rússia — Foto: Lee Smith/Reuters

Campeão mundial na Copa do Mundo de 1986, quando ficou eternizado pelos dois gols que marcou contra a seleção da Inglaterra nas quartas de final, Maradona era reverenciado e tratado como Deus na Argentina.

“Muitas vezes me dizem: ‘Você é Deus’. E eu respondo: ‘Vocês estão equivocados’. Deus é Deus, e eu sou simplesmente um jogador de futebol”, afirmou o craque argentino em 1991.

Seu gol de mão contra a Inglaterra ficou mundialmente conhecido pela “mão de Deus”. O outro tento, em que Maradona driblou metade do time (inclusive o goleiro), foi eleito pela Fifa em 2002 como o mais bonito da história das Copas do Mundo.

O golaço de Maradona contra a Inglaterra em 1986 foi eleito pela Fifa em 2002 como o mais bonito da história das Copas do Mundo — Foto: Reuters

O golaço de Maradona contra a Inglaterra em 1986 foi eleito pela Fifa em 2002 como o mais bonito da história das Copas do Mundo — Foto: Reuters

Gol do século, marcado por Maradona contra a Inglaterra em 1986 — Foto: Reprodução

Maradona salta para dar um soco na bola e marcar um dos dois gols sobre a Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo do México, em 1986. O gol ilegal foi validado pelo juiz e ficou conhecido por 'A mão de Deus' — Foto: El Grafico via AP/Arquivo

Maradona salta para dar um soco na bola e marcar um dos dois gols sobre a Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo do México, em 1986. O gol ilegal foi validado pelo juiz e ficou conhecido por ‘A mão de Deus’ — Foto: El Grafico via AP/Arquivo

Maradona também jogou as Copas de 19821990 1994. Em 1990, ele e Caniggia fizeram a jogada que eliminou a seleção brasileira nas oitavas de final. Em 1994, foi pego no exame de antidoping e cortado da seleção argentina.

 

Problemas de saúde e com as drogas

 

Foto de 19 de fevereiro de 2006 mostra Maradona fumando um charuto antes de uma partida de futebol na Bombonera, o estádio do Boca Juniors — Foto: Marcos Brindicci/Reuters/Arquivo

Foto de 19 de fevereiro de 2006 mostra Maradona fumando um charuto antes de uma partida de futebol na Bombonera, o estádio do Boca Juniors — Foto: Marcos Brindicci/Reuters/Arquivo

Maradona conviveu durante toda a sua vida com o vício das drogas, que lhe rendeu duas suspensões quando era jogador.

“Eu era, sou e serei um viciado em drogas”, afirmou Maradona em 1996 em entrevista à revista “Gente”. Em 2004, afirmou à rede de televisão argentina “Canal 9”: “Estou perdendo por nocaute”.

Em 2000, o argentino sofreu um ataque cardíaco devido a uma overdose em um resort uruguaio de Punta del Este e passou por um longo tratamento.

Pesando 100 quilos, Maradona teve outra crise cardíaca e respiratória em 2004, em Buenos Aires, que o deixou à beira da morte.

Recuperado, fez uma cirurgia bariátrica, perdeu 50 quilos e um ano depois retornou como um apresentador de televisão de sucesso.

Em 2007, os excessos no consumo de álcool o levaram a uma nova hospitalização, agora por hepatite. Foi internado em um hospital psiquiátrico. Saiu novamente.

Diego Maradona em foto de março deste ano — Foto: Natacha Pisarenko/AP

Diego Maradona em foto de março deste ano — Foto: Natacha Pisarenko/AP

 

Um dos maiores da história

Diego Armando Maradona nasceu em 30 de outubro de 1960 em Lanús, na província de Buenos Aires. “El Pibe” cresceu em Villa Fiorito, um bairro muito pobre da periferia da capital argentina.

Ele logo foi para o Barcelona, onde atuou entre 1982 e 1984, na transferência mais cara do futebol até então: US$ 8 milhões (US$ 21,5 milhões em valores corrigidos pela inflação).

De lá foi para o Napoli, na Itália, ganhou uma Copa da Uefa, dois Campeonatos Italianos, uma Copa e uma Supercopa da Itália entre 1984 e 1991 e virou ídolo.

Em 17 de março de 1991, seu vício em cocaína custou-lhe a primeira suspensão, de 15 meses. Voltou aos gramados pelo Sevilha, da Espanha, onde jogou entre 1992 e 1993, e retornou à Argentina para uma breve passagem pelo Newell’s Old Boys em 1993.

Depois da Copa do Mundo de 1994 e da sua segunda suspensão, vestiu mais uma vez a camisa do Boca, onde deixou os gramados em 25 de outubro de 1997, cinco dias antes de seu 37º aniversário.

Em uma despedida memorável em 2001, no estádio La Bombonera lotado, Maradona falou sobre seus vícios: “Errei e paguei, mas o que fiz em campo não se apagou”.

Um dos maiores jogadores da história do futebol mundial, ao lado de Pelé, o craque argentino disputou 676 jogos e marcou 345 gols em 21 anos de carreira na seleção argentina e em clubes.

Maradona também seguiu a carreira como técnico — atualmente, era técnico do Gimnasia y Esgrima La Plata, um clube argentino da cidade vizinha a Buenos Aires.

Ele treinou também Mandiyú (1994), Racing (1995), Al Wasl (2011-2012), Al Fujairah (2017-2018) e Los Dorados de Sinaloa (2018), além da seleção argentina na Copa do Mundo de 2010.

Relembre momentos marcantes de Maradona, que morreu aos 60 anos
 
 
 
 

Relembre momentos marcantes de Maradona, que morreu aos 60 anos

Pelé e Maradona recebem troféus no Oscar dos Esportes em Milão, na Itália, em março de 1987 — Foto: AP/Arquivo

Pelé e Maradona recebem troféus no Oscar dos Esportes em Milão, na Itália, em março de 1987 — Foto: AP/Arquivo

 Maradona ao lado da sua companheira, Rocio Oliva, durante jogo da Copa Davis  — Foto: Darko Bandic/AP

Maradona ao lado da sua companheira, Rocio Oliva, durante jogo da Copa Davis — Foto: Darko Bandic/AP

Diego Maradona comemora após marcar seu gol da vitória contra a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo no México, em 22 de junho de 1986 — Foto: Ted Blackbrow/Pool/Reuters/Arquivo

Diego Maradona comemora após marcar seu gol da vitória contra a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo no México, em 22 de junho de 1986 — Foto: Ted Blackbrow/Pool/Reuters/Arquivo

Fonte: Reprodução texto e imagens  g1,globo,com/esportes

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Esportes

Saiu o adversário nas semifinais do terceiro torneio do Palmeiras categoria principal

No domingo no farroupilha em um bom jogo jogaram river plate x Vera Cruz. Vitória do River  por 1 a 0 .

No próximo domingo dia 18, as semifinais serão
14:15.  River Plate x atlético  *
16:15  Cruzeiro x sindicato  *

*Não quer dizer que são nessa sequência

 

Durante a semana São os jogos nos horários corretos

Imagens: direção do river/direção do vera cruz 

 

 

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Esportes

A bola volta a rolar nos campos de futebol de Alegrete

Em Reunião Realizada Hoje Pela Manhã na Prefeitura Municipal de Alegrete ficou Definido Que o Retorno do Futebol de Campo na Cidade sera Apartir da Segunda feira 21 de Setembro com Todos os Protocolos de Segurança sendo Realizados no Estádio Municipal Farroupilha sem a Presença de Torcida .
Participaram da Reunião Prefeito Marcio Amaral , Presidente da LAF Ramud Maruf, Diretor de Esportes Emerson Coelho e o Advogado Sivens Carvalho .

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