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Vacinação em massa iniciará no Brasil no dia 20

O ministro Eduardo Pazuello (Saúde) divulgou a um grupo de mais de 100 prefeitos nesta quinta-feira o “Dia D” e a “Hora H” da vacinação contra o vírus chinês no Brasil. A largada para a imunização será em 20 de janeiro, a partir das 10h, em todo o território nacional.

A informação foi confirmada pela FNP (Frente Nacional de Prefeitos) e por gestores locais que participaram do encontro virtual.

O prefeito de Florianópolis (SC), Gean Loureiro, do DEM, escreveu em sua conta oficial no Twitter o que ouviu na reunião. “Havia uma informação de que as vacinas chegariam nesse primeiro momento para as capitais. Ministério disse que não há essa priorização, chegarão igualmente para as cidades”.

Ainda de acordo com Loureiro, 8 milhões de doses serão aplicadas em janeiro e 30 milhões em fevereiro. “Anvisa liberando domingo, distribuem na terça [19.jan] para iniciar na quarta [20.jan]”, publicou.

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Números represados no fim-de-semana assustam nesta segunda-feira

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Nesta segunda-feira (12) foram registrados 103 casos positivos, 68 mulheres e 55 homens, com idades entre 02 e 79 anos. Também foram registrados 87 recuperados. Hoje, até a publicação do boletim, não foram registrados óbitos.

Há 15 pacientes na UTI Covid, sendo 10 confirmados. No Hospital de Campanha há 23 pacientes, 17 confirmados e na UPA há 01 internado, 01 confirmado. A UTI Covid possui 15 leitos, dessa forma não há leitos disponíveis. No Hospital de Campanha há 07 leitos disponíveis. Na UPA há 24 leitos disponíveis. Na UTI não-covid há 08 leitos, 06 estão ocupados.

Atualmente são 8.747 casos confirmados, com 8.388 recuperados, 170 ativos (144 estão ativos em isolamento domiciliar e 26 hospitalizados positivos de Alegrete) e 189 óbitos.

Foram realizados 27.573 testes, sendo 18.782 negativos, 8.747 positivos e 44 aguardando resultado. Em observação com síndrome gripal são 920 pessoas.

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Queda nas mortes de profissionais da saúde pode estar associada à vacinação

Levantamentos preliminares de casos e mortes por coronavírus entre profissionais de saúde mostram que a vacinação da categoria, iniciada em janeiro deste ano, começa a surtir efeito.

Não há estudos conduzidos apenas com imunizados, e os parâmetros de avaliação divergem entre diferentes instituições, mas o avanço da imunização traz alento e esperança a quem trabalha na linha de frente do combate à doença.

O Conselho Federal de Medicina (CFM), por exemplo, aponta uma queda de 83% no número de médicos mortos em março, na comparação com janeiro, período em que grande parte dos profissionais de saúde começou a ser vacinada. Em janeiro, 59 profissionais morreram no país, confirme o CFM. Em fevereiro, o número caiu para 24 e, em março, foram apenas 10. “São trabalhos muito iniciais, mas sinalizam um caminho de melhora, como ocorreu em outros países”, diz Helena Carneiro Leão, vice-corregedora do CFM.

Queda

No Ceará, um levantamento da Escola de Saúde Pública do estado concluiu que a vacinação fez despencar os casos de infecção nos profissionais de saúde após a aplicação das duas doses da vacina CoronaVac, impedindo que a segunda onda da pandemia se disseminasse entre a categoria.

Enquanto na população do estado foram notificados 32.768 casos entre 8 e 14 de março — 74,6% a mais do que no pico de 2020 —, entre os profissionais de saúde houve queda de 72%, com apenas 355 infecções registradas. No estado, 238 mil funcionários do setor (93,5% do total) já receberam as duas doses da CoronaVac.

Superintendente da Escola de Saúde Pública do Ceará, Marcelo Alcântara avalia que houve tempo para a imunização ocorrer antes da nova onda, no fim de fevereiro.

Em alguns estados é possível observar que a disseminação da doença entre profissionais de saúde está menor do que na população em geral. Em Pernambuco, enquanto os casos confirmados de Covid-19 entre trabalhadores na saúde caíram 9% em março em relação a janeiro, na população em geral houve alta de 27%.

Na Bahia, os casos confirmados no estado cresceram 25,8% em março, se comparados a janeiro. Entre os profissionais de saúde, houve uma queda de 24,4%.

No Paraná, segundo dados da Secretaria de Saúde, em dezembro de 2020 os profissionais de saúde representavam 3,4% dos casos positivos. No dia 31 de março, correspondiam a 2,3% dos casos.

No Hospital das Clínicas de São Paulo, onde mais de 20 mil funcionários foram vacinados, houve redução de casos, com efetividade de até 73,8%. Na terceira semana de janeiro, quando começou a imunização, foram registrados 16,2 mil novos casos de Covid-19 na cidade, enquanto no complexo hospitalar, houve 51. Na última semana de março, os casos no município alcançaram 23,9 mil, mas no HC foram 46. Segundo o hospital, sem a vacina, o número poderia ter ultrapassado 175.

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No hospital Sírio Libanês, houve redução de 30% no absenteísmo — ausências ou afastamentos — de funcionários da linha de frente, por Covid-19 ou síndromes gripais, se comparados os períodos pré e pós imunização.

“É uma redução sensacional, pois aumentamos a presença de pacientes, de colaboradores, e, ainda assim, reduzimos o afastamento”, afirma Octávio Augusto Camilo de Oliveira, Coordenador Médico da Saúde do Colaborador. Segundo ele, de janeiro para cá, o hospital ampliou o número de leitos dedicados a pacientes com Covid-19 e contratou 900 funcionários.

Na Santa Casa de Araraquara, município paulista onde 93% dos casos são da variante brasileira P.1 do vírus, levantamento com 980 profissionais de enfermagem e apoio, excluindo médicos e residentes, mostrou apenas dois casos desde 10 de março passado.

É preciso lembrar que, em média, no caso da CoronaVac, o sistema imune produz anticorpos suficientes apenas a partir do 15º dia da aplicação da segunda dose.

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Alegrete já registrou 189 óbitos por Covid-19 até agora

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Neste domingo (11) foram registrados 18 casos positivos, 12 mulheres e 06 homens, com idades entre 05 e 84 anos. Também foram registrados 73 recuperados. Ontem (10), após a publicação do boletim, foram registrados os óbitos de dois homens, de 31 e 61 anos e de três mulheres, duas de 62 anos e uma de 55 anos. Hoje, até a publicação do boletim, foram registrados os óbitos de uma mulher de 56 e de um homem de 67 anos.

Há 15 pacientes na UTI Covid, sendo 10 confirmados. No Hospital de Campanha há 26 pacientes, 19 confirmados e na UPA são 10 internados, 05 confirmados. A UTI Covid possui 15 leitos, dessa forma não há leitos disponíveis. No Hospital de Campanha há 04 leitos disponíveis. Na UPA há 15 leitos disponíveis. Na UTI não-covid há 08 leitos, 06 estão ocupados.

Atualmente são 8.647 casos confirmados, com 8.301 recuperados, 157 ativos (126 estão ativos em isolamento domiciliar e 31 hospitalizados positivos de Alegrete) e 189 óbitos.

Foram realizados 27.431 testes, sendo 18.722 negativos, 8.647 positivos e 62 aguardando resultado. Em observação com síndrome gripal são 1.172 pessoas.

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