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Estado

Quadrilha é presa por crimes rurais em Itaqui

Na manhã desta quinta-feira, 07, a Delegacia de Polícia de Itaqui, chefiada pelo Delegado de Polícia Leonardo Scofano, após 03 meses de investigação, deflagrou a Operação Venon, contra organização criminosa que furtava defensivos agrícolas.
 
Com o apoio de Policiais Civis da DRACO, DECRAB e DP de Santiago, DP de São Borja, DRACO de Uruguaiana e o efetivo da Operação Fronteira, foram cumpridos 05 mandados de prisão preventiva, todos resultando na localização dos investigados e 06 Mandados de Busca e Apreensão. Dois carros foram apreendidos.
 
Conforme o Delegado Scofanoa ação policial desmantelou a organização criminosa que vinha causando enormes prejuízos aos agropecuaristas vítimas dos furtos. Ainda, de acordo com o Delegado, as investigações continuam visando identificar se mais pessoas fazem parte do grupo criminoso e para apurar outros possíveis crimes identificados durante as diligências.
 
Ao todo, 24 policiais participaram do cumprimento das ordens judiciais.
 
Informações e Imagens: Blog Rafael Nemitz
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Estado

Estado regulamenta pagamento de débitos do veículo na blitz

Em decreto expedido nessa sexta-feira, 22, o governo do Estado regulamentou o programa Veículo Legal, que possibilita aos motoristas a quitação de débitos do veículo na própria abordagem em uma blitz. Conforme a medida, assinada pelo governador em exercício Ranolfo Vieira Júnior, o pagamento no local evita que o veículo seja guinchado, poupando o proprietário de custos de remoção, diárias em depósito e o desconforto de ter seu carro apreendido.

As maquininhas para pagamento com cartão serão disponibilizadas progressivamente para os órgãos de fiscalização de trânsito gaúchos. Mesmo que os equipamentos ainda não estejam disponíveis em algumas blitze, motoristas terão a facilidade de quitar os débitos do veículo por meio de aplicativo bancário. O comprovante gerado eletronicamente já será suficiente para que o agente de trânsito libere o carro no momento da fiscalização, desde que não haja outras pendências que indiquem a necessidade de recolhimento.

Até 31 de março, período para que seja operacionalizado o sistema de cobrança no local da blitz, o recolhimento do veículo só ocorrerá nos casos em que já haja o dispositivo para pagamento no momento da abordagem e, ainda assim, o condutor se recusar a quitar o débito.

Por: Governo do Estado do RS

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Corona Vírus

RS tem 19 regiões em bandeira vermelha e duas em laranja

O mapa definitivo da 36ª rodada do Distanciamento Controlado, divulgado nesta segunda-feira, manteve as regiões de Santa Rosa e Ijuí em bandeira laranja. O Gabinete de Crise infederiu os cinco pedidos de reconsideração enviados até esse domingo e, com isso, 19 áreas ficarão em bandeira vermelha, o que representa 95,8% da população gaúcha sob alto risco de contaminação do coronavírus. 

As regiões em bandeira vermelha são: Porto Alegre, Cruz Alta, Guaíba, Erechim, Novo Hamburgo, Santa Maria, Taquara, Uruguaiana, Cachoeira do Sul, Canoas, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Erechim, Lajeado, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Santo Ângelo. 

O mapa definitivo tem vigência a partir da meia-noite desta terça até a próxima segunda-feira, dia 18 de janeiro. 

Segundo o governo estadual, os pedidos de reconsideração de bandeiras feitos pelos municípios de Cachoeirinha e Cruz Alta foram negados porque o Distanciamento Controlado não tem previsão de bandeiras individuais diferenciadas, ou seja, que as prefeituras adotem bandeiras diferentes da sua região. As outras três solicitações foram feitas pelas associações regionais de Guaíba, Santo  ngelo e Passo Fundo. O Gabinete de Crise levou em conta do aumento no número de hospitalizações de pacientes confirmados com Covid-19 e por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), além de alto número de óbitos por Covid.

Regra 0-0 e Cogestão

De acordo com o mapa definitivo da 36ª rodada, 455 municípios estão classificados em bandeira vermelha. Desses, 176 podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

Das 21 regiões, apenas Uruguaiana e Guaíba ainda não aderiram ao sistema de cogestão regional, que permite aos municípios adotar protocolos próprios compatíveis até o nível de restrição da bandeira anterior. 

O levantamento completo da 36ª rodada está disponível neste link. 

Fonte: Correio do Povo

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Em Campo

Gafanhotos: Rio Grande do Sul tem 67 focos em 8 municípios

Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) informou que 67 pontos de infestação de gafanhotos foram encontrados no Rio Grande do Sul, mostrando que a incidência da praga alcançou 62,04% da área monitorada. As informações fazem parte de um novo levantamento, divulgado nesta segunda-feira, 21.

De acordo com a pasta, diversos relatos de ocorrências dos insetos têm sido recebidos pelo Departamento de Defesa Agropecuária da secretaria. “Os fiscais estaduais agropecuários realizam diligências nas ocorrências e concentram o monitoramento na área de maior verificação do surto, na divisa entre os municípios de Santo Augusto, São Valério do Sul e arredores. Até o momento foram verificados pontos com incidência de gafanhotos em oito municípios: São Valério do Sul, com 23; Santo Augusto, 18; Bom Progresso, 13; Chiapeta, 3; Redentora, 6; Campo Novo, 2; Dois Irmãos das Missões, 1, e Coronel Bicaco, 1, totalizando 67 pontos de focos”, afirmou o departamento em nota oficial. 

“Em geral a espécie predominante das ocorrências é Chromacris speciosa, o gafanhoto-soldado, de coloração preta com manchas vermelhas quando jovem, evoluindo para verde camuflado quando adulto”, informou o chefe da divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Seapdr, Ricardo Felicetti.

Felicetti conta que outras espécies do gênero Sinipta, de ocorrência em pastos naturais, e do gênero Zoniopoda também foram observadas. Conforme ele, essas espécies alimentam-se de vegetação nativa e plantas espontâneas e daninhas, com baixo risco de danos à produção agrícola.

A secretaria informou que as espécies são nativas, de ocorrência comum no Rio Grande do Sul. Elas não estão manifestando comportamento de praga agrícola, com ocorrências sem danos às plantas cultivadas e lavouras comerciais.

“A orientação inclusive é de não realizar o controle, tendo em vista que essas espécies desempenham função ecológica no meio ambiente e eventuais supressões possibilitariam desequilíbrio local e efeitos adversos ao meio ambiente e na contenção de pragas agrícolas proporcionada pelo mesmo”, informa o relatório.

 

Fonte: canalrural.com.br

 

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