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Cultura

Feira do Livro vai acontecendo, mesmo com o “tempo feio”

 

A  chuva chegou a causar preocupação na primeira hora da manhã, mas depois o tempo se firmou  e a Feira do Livro passou a acontecer em sua  trigésima nova edição.  Na  apresentação dos eventos, a participação de Clóvis Ivan da Costa Trindade, o mestre de cerimônia. A EMEI Gente Miúda  promoveu uma exposição de seus trabalhos  e  um artístico varal  de poesias. Já  a EMEI Manoel Estivalet, no palco principal,  contou que “Normal é ser Diferente”, com a turminha  legal e seu Perfeito.

 Na roda de conversa com Kelli Pedroso, a participação  de Andrea Oliveira e  Helena Fogliato .

Na programação da tarde, a apresentação  dos Orelhudos de Porto Alegre; a Escola de Educação Infantil Recriarcom o trabalho de Iniciação à libras na Educação Infantil; a Escola Francisco Carlos  com  o quadro  Alegrete/Cultura/Mundo,  redescobrindo pessoas que nasceram em Alegrete e  se tornaram famosas; a escola Marquês de Alegrete  apresentou  a peça O Nariz de Palhaço.

  Lançamento de Livros

Mais ao final da tarde, a Feira do Livro abriu espaço para os lançamentos do dia :  Aline Vieira de Mello, do Movimento Literário Digital, programa  de extensão C (Comunidade,Computação,Cultura, Comunicação, Ciência, Cidadania, Criatividade, Colaboração) da UNIPAMPA, apresentou Liberdade de Expressão, contos e poemas, revista hospedada na plataforma de publicação Issuu.

Rachel dos Santos Marques, professora  do IFFar, com doutorado em História, lançou a obra  Por Cima da Carne Seca: hierarquia e estratégias sociais do Rio Grande de São Pedro.

Rafael Pereira da Costa, alegretense e   3º. Piá do Rio Grande do Sul,  juntamente com Saullo Dutra e Gustavo Moreira, resgatando  as brincadeiras e brinquedos  tradicionais  hoje em fase de esquecimento.

Cada escritor  teve cinco minutos para falar sobre a sua obra.

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Cidade

Cavalarianos desfilam pelas ruas do Alegrete em homenagem ao 20 de Setembro

Ninguém esperava que na manhã deste domingo, 20 de setembro, data que recorda o dia em que teve início a Revolução Farroupilha, ou Guerra dos Farrapos, em 1835, um grupo de Cavalarianos desfilaria pelas ruas do Alegrete mantendo a tradição, mesmo em tempo de pandemia.

Aproximadamente 30 cavalarianos de diversas idades, se concentraram na Av Ibicuí, aos fundos do Parque de rodeios, a principio a cavalgada seguiria ao interior do município, mas de ultima hora decidiram seguir o caminho do desfile tradicional seguindo pela Av Ibicuí passando a ponte, subindo pela Barão do Amazonas, parando na Praça Getúlio Vargas, onde fizeram uma oração e Falaram um pouco sobre o motivo da cavalgada.

Logo depois os cavalarianos seguiram em direção a Praça nova, por onde passavam, a população e motoristas, aplaudiam e se solidarizavam com o evento dando prioridade nas preferencias para que a cavalgada passa-se.

Sem nenhum intuito politico, vinculo com instituição, apenas um grupo de amigos que se reuniu por whatsapp, o evento não teve nenhum transtorno, todos os cavalos estavam com o atestado veterinário em dia, os cavalarianos usando mascaras, e mantendo um distanciamento considerável entre eles.

A cavalgada dispersou na Praça Nova, logo após o agradecimento dos organizadores e a oração de um Pai Nosso.

Confira mais imagens e os videos da Cavalgada abaixo:

 

 

Fotos e Videos: Alex Stanrlei/Em Questão

 

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Cultura

Fazenda Sossego do Capavari, com a presença do Coordenador da 4ª Região Tradicionalista, realiza cavalgada de acendimento da chama Crioula

Nem bem o relógio apontava o fim da madrugada, neste domingo, 13 de setembro e um grupo de cavalarianos, tradicionalistas, estava mobilizado para promover um ato de bravura, em plena pandemia e, através de uma cavalgada, acender a chama crioula, na fazenda Sossego do Capivari.


A iniciativa, pioneira, carrega, em si, um simbolismo que transcende os empecilhos da intempérie e da pandemia que, este ano fez com que a tradicional chegada da chama crioula, não ocorresse.
A iniciativa, com cavalgada, demonstra que Alegrete, sendo a Terceira Capital Farroupilha, com maior desfile de cavalarianos do mundo, no 20 de setembro, não se conformaria em deixar passar, em branco, uma data identificada com nossas origens, como ela não existisse.
Mesmo depois, que um grupo de cavalarianos recebeu um “NÃO” do Prefeito para promover uma cavalgada, simbólica, no dia 20 de setembro, um outro grupo não aceitou a negativa como desistência e, começou a organizar uma outra forma de marcar a data no calendário tradicionalista, como sendo um mais um feito do que está sendo chamado do “novo normal”.
Eles, acenderam a chama e iniciaram a cavalgada, a partir da Ponte de ferro no Capivari. Nem mesmo a chuva e o vento forte, impediram que eles demonstrassem seu amor pelas tradições, mesmo em meio a tantas restrições, e sem desrespeitar o distanciamento social.

Ainda pela manhã, sem o uso do cavalo, representantes do CTG Vaqueanos da Fronteira e Piquete Dona Luíza, acenderam a chama em suas entidades. Agora de tarde, o CTG Farroupilha também fez o acendimento e na pira da Praça, no final da tarde..

Alegrete, teve cavalgada, sim! E, citando, trechos dos versos do hino Riograndense que é quase uma oração, para nós gaúchos: “SIRVA ESTA FAÇANHA, DE MODELO A TODA A TERRA.

Integraram a cavalgada
Ricardo Steinhorst, Henrique Steinhorst, Ewaldo Fernando Steinhorst, Marcos Eugênio Severo, Cristiano Gideel, Marco Saldanha Júnior- (Coordenador da 4ª Região), Bianca Correia Saldanha, Rodrigo Correia Saldanha, Joaquim Brasil, Milene Ribeiro, Marcelo Aita, Mariana Caselgrandi, Antonella Aita, Bruno Motta, Martin Motta, Inácio Motta, Mayra Mombaque.
Dentre outras, pessoas presentes, estavam: Guilherme Maciel, Bianca Acunha, Henrique Cons, Mauren Rodrigues,Bruno Motta e esposa, Marcelo Aita e Esposa, Joaquim Brasil e esposa, Marco e Bianca e Ricardo.

 

Informações: Dariano Moraes/Face Repórter

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Cultura

Wilson Paim emociona tripulação da Gol ao cantar o Hino Riograndense

Circula nas redes sociais um vídeo onde o cantor alegretense Wilson Paim,  protagoniza uma cena rara e surpreendente num vôo da Gol com destino à Porto Alegre.

De repente ele pega o microfone, agradece a gentileza do comandante da aeronave e anuncia a presença de diversos renomados musicos gaúchos no vôo e começa a cantar o Hino Riograndense.

Uma onda de comoção toma conta do avião e um grande coral de passageiros segue entoando o hino do RS sob o comando de Wilson Paim.

Provavelmente não seja atual, mas continua tendo o comportamento de viral loop e retornou com força ao whats app

Olha o que pode acontecer num voo para o Rio Grande do Sul

Posted by Silvana Mandelli on Friday, September 27, 2019

 

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