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Prorrogado prazo para a utilização dos R$ 17 milhões para o novo Presídio

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O Gabinete da Casa Civil do Governo do Estado, confirmou a prorrogação para utilização do recurso de mais de R$17 milhões para construção de uma nova estrutura prisional em Alegrete. A luta para construção do novo presídio já passou por várias tratativas desde audiência no Palácio Piratini em 2008, com a participação de uma comitiva de Alegrete, além de audiência junto ao Poder Judiciário que interditaria, mais tarde, parcialmente, a Casa Prisional pelas precárias condições.

Yeda, em outubro de 2010, foi ao TCE-RS, para defender a ideia de construir (06) presídios no Estado com dispensa de licitação. Seriam abertas 3.000 vagas no regime fechado nas cidades de Alegrete, Camaquã, Venâncio Aires, Lajeado, Erechim e São Francisco de Paula, mas o Tribunal questionou a urgência já que o governo tinha decretado, há dois anos, situação de emergência no sistema prisional do RS. A governadora Yeda chegou a alertar o Tribunal de Contas de que, caso fosse vetada a dispensa de licitação não daria tempo de atender a demanda por novas vagas. O município de Alegrete, destinou a área e, a partir da gestão Tarso Genro, o Tribunal de Contas entendeu que, apesar das precárias condições estruturais e superlotação, não era emergencial a ponto de amparar a dispensa de licitação da obra.

O governo Tarso Genro chegou a anunciar o total de “5.357 vagas prisionais no Estado, seriam abertas sendo 3.979 em regime fechado. A estimativa é de que o novo Presídio de Alegrete esteja pronto em até 360 dias, após o início das obras”, disse à época, mas não se confirmou. A partir daí, percorreu-se mais um longo caminho até que fosse publicado o edital de licitação da obra e a habilitação da empresa, que acabou abandonando a construção, obrigando o governo atual a abrir nova licitação, em agosto do ano passado.

Foi alegado a necessidade de atualização dos recursos para obra, antes orçada em R$13.338.600,00 advindos do Fundo Penitenciário Nacional, com contrapartida de 10% do Governo do Estado e agora ultrapassam os R$17 milhões. Além de novas vagas prisionais a obra vai gerar novas frentes de trabalho. Vamos torcer, para que até o final do ano, a obra já esteja em andamento.

Texto: Dariano Morais     Fotos : Pedro Mello.

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Bailecídio macabro pra quem quer dançar de luto?

O Executivo Municipal não cansa de colecionar pataquadas. Agora, em plena pandemia, está abraçado a um baile macabro. Não está claro de quem foi a iniciativa funesta, se do CTG Farroupilha, cuja patronagem era liderada até dias atrás pela Secretária Municipal Caroline Figueiredo, ou se foi da cúpula especializada em produzir fiascos constantes do Executivo Municipal.

O fato é que no final de agosto, naquele local haverá um fandango, apesar da pandemia. Também não foi esclarecido o que estará sendo celebrado na ocasião, já que Alegrete se aproxima de 300 óbitos por Covid-19, e quem participar não poderá se esbaldar e deverá priorizar o recato como quem dança de luto.

 

O anúncio deste evento causou alvoroço nas redes sociais e a Rádio Nativa retirou sua digital deste prodígio de marketing negativo. O diretor da emissora, Juscelino Medeiros, divulgou uma nota pedindo desculpas e fez o correto: não emprestou sua marca para esta insensatez. Clique no linck abaixo.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=4197196010360502&id=100002104322373

Porém, convicto de que está no caminho certo, de prestigiar quem se diverte dentro de bombachas, o Prefeito Márcio Amaral, preferiu atacar em sua página à esmagadora maioria dos alegretenses. Em sua defesa, à rigor, estão destemidos CCs, os FGs e a bancada situacionista da Câmara de Vereadores, composta pelos três vereadores do MDB e todos do PDT. Leia o post do Prefeito…

https://www.facebook.com/328523933898809/posts/4157282191022945/

A bancada do PP não ficou em cima do muro e, neste fim-de-semana, produziu uma nota de repúdio contra esta troça festiva; que ofende centenas de pessoas enlutadas de Alegrete. Confira no linck.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1213511662407439&id=100012458504632

O Prefeito Márcio Amaral, que desde março de 2020 tem sido eloquente para fechar empresas em nome da ciência, que disparou seu aparato repressor contra endereços comerciais da cidade, que sequer conseguiu colocar à pleno à volta das aulas nas escolas municipais, está empenhado diretamente nesta bailanta. Porém, parece que o protocolo vigente não abona seu gesto. Basta ver o que foi postado pela Coordenadora Regional de Saúde, Heili Temp no facebook. Confira o protocolo do que pode e o que não pode.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=622128718767431&id=100029109252671

Para esta segunda-feira o Prefeito Márcio Amaral marcou para o meio dia uma coletiva com a imprensa, para explicar sua visão enquanto promoter do primeiro bailecídio de Alegrete.

 

 

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Caminhão de terceirizada da Corsan tomba perto da Caridade

 

Um caminhão caçamba, de empresa terceirizada da Corsan, acaba de capotar na rua General Sampaio, na frente da Capela Metodista, a poucos metros da Santa Casa de Caridade.

Não há vítimas. Porém, um veículo que estava estacionado no local foi atingido. O caminhão transportava uma carga de massa asfáltica.

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Reunião de organização do Brick da Praça define regras para o evento

 
Nesta quarta-feira, 21, aconteceu no Centro Cultural de Alegrete a reunião da equipe de organização do próximo Brick da Praça. A feira de economia solidária acontecerá no dia 14 de agosto, das 10h às 16h, na Praça Getúlio Vargas.

A feira vai acontecer com a participação de membros já inscritos e as novas inscrições serão retomadas a partir do mês de setembro. Mais informações podem ser obtidas através do e-mail da Diretoria de Cultura: [email protected] .

As normas para os participantes do evento foram definidas na reunião entre a secretária de Educação, Cultural, Esporte e Lazer, ngela Viero e a diretora de Cultura, Andrea Oliveira, seguindo as orientações da Vigilância Sanitária e da Secretaria de Saúde.

Normas para participação no Brick da Praça:

Bancas devem ficar a 3 metros de distância uma da outra;
Cada banca é responsável por não deixar que se forme aglomeração em seu entorno. Sendo obrigatório orientar a população, sendo obrigatório o uso de máscaras, disponibilizar álcool gel e também lixeiras;
É proibido o uso de churrasqueiras na praça;
É proibido o uso de tomadas e extensões;
Pessoas que trabalham em bancas que comercializam alimentos não embalados devem usar luvas e touca descartável, e nas que comercializam alimentos embalados é obrigatório o uso de luvas;
Cada banca deve ter no máximo três briqueiros;
Apenas será permitido comercializar laticínios e produtos derivados de leita a aqueles que possuam registro e documentação oficial;
As primeiras edições não contarão com apresentações artísticas, com o objetivo de evitar aglomerações;
Será dada preferência para estabelecer bancas no contorno externo da praça, sem haver lugares marcados.

A equipe da cultura responsável pela organização do Brick da Praça é composta por Andrea Oliveira, Bibiana Fontoura, Marielly Fogaça, Mano Fontoura, Ana Claudia, Indiana Ribeiro e Liliana Lacerda.

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