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Paulo de Tarso

Alegrete se destaca na geração de emprego e salto na economia segundo CAGED

Alegrete está em destaque no cenário econômico do Rio Grande do Sul em 2025! O município gaúcho demonstrou um crescimento impressionante na geração de empregos e no fortalecimento de seu mercado, mostrando que sua economia está cada vez mais diversificada e forte.
Salto Recorde na Geração de Vagas
Entre janeiro e agosto de 2025, Alegrete registrou um saldo positivo de 173 novos empregos formais. Este número representa um avanço espetacular de 293,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior! Os dados são do Observatório Econômico da Prefeitura de Alegrete, baseados em informações federais (SECEX/MDIC e CAGED/MTE).
Este crescimento prova a consolidação de uma economia que se expande em setores chave, como:
* Construção Civil
* Indústria
* Comércio
* Serviços
Destaques por Setor:
* Construção Civil na Liderança:
* Gerou 104 novos empregos, com um crescimento de 405,9%.
* Alegrete se tornou o 16º maior gerador de empregos no setor em todo o Estado.
* Foi o líder gaúcho em atividades como manutenção de redes de distribuição de energia elétrica e o 8º em obras de terraplenagem.
* Indústria em Expansão:
* O saldo de 71 empregos representa um crescimento de 108,8%.
* O município é líder estadual na fabricação de produtos do arroz e também na indústria frigorífica de abate de bovinos, confirmando a força do agronegócio na região.
* Comércio Forte e Mercado Interno Dinâmico:
* Alegrete ficou em 7º lugar no RS na geração de empregos no comércio varejista (especialmente supermercados) e também no comércio atacadista de produtos alimentícios.
* Isso mostra a vitalidade do mercado local e o papel de Alegrete como polo de abastecimento regional.
* Setor de Serviços Moderno:
* O município alcançou o 5º lugar no RS em gestão de ativos intangíveis (como consultorias e administração de marcas), indicando modernização e diversificação da economia local.
Desenvolvimento Sustentável e Integrado
O crescimento demonstra que Alegrete está construindo um modelo de desenvolvimento sustentável. O equilíbrio entre o fortalecimento das cadeias produtivas (como o agronegócio e a construção civil) e a diversificação das atividades urbanas (serviços e comércio) tem gerado um ciclo positivo de empregos e renda.
O Prefeito Jesse Trindade e o Secretário Fernando Ferreira da Costa Lucas ressaltaram que estes números são resultado de uma política econômica que valoriza o trabalho, incentiva a produção local e cria um ambiente favorável para novos investimentos e empresas.
O Papel Estratégico do Observatório Econômico
Todo esse sucesso é monitorado e apoiado pelo Observatório Econômico da Prefeitura de Alegrete. Este centro de inteligência econômica produz estudos e análises contínuas sobre emprego, renda, exportações e outras áreas. Com base nessas informações, o poder público e as empresas podem tomar decisões estratégicas, garantindo um crescimento consistente e planejado para o futuro de Alegrete.

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Paulo de Tarso

Nem tudo é notícia.

Há uma regra elementar nas redações profissionais: suicídio não é espetáculo.

Não é assunto para manchetes apelativas, exposição de circunstâncias, exploração da identidade da vítima ou corrida por cliques. Não porque o jornalismo deva esconder a realidade, mas porque há situações em que a maneira de informar também pode produzir consequências.

Alegrete vive dias dolorosos.

Ontem, um estudante de uma escola estadual morreu por suicídio. A notícia rapidamente ganhou espaço em portais e redes sociais da cidade. O EQ fez outra escolha: não transformou uma tragédia humana em conteúdo para disputar audiência.

Hoje, a comunidade foi atingida por uma segunda morte, envolvendo uma adolescente da mesma escola.

É preciso estabelecer aqui uma diferença fundamental: não há elementos que permitam afirmar que a divulgação do primeiro caso tenha provocado o segundo. Fazer essa associação como fato seria tão irresponsável quanto ignorar aquilo que décadas de estudos e protocolos profissionais já ensinaram às redações: a cobertura inadequada de suicídios pode favorecer comportamentos de imitação entre pessoas vulneráveis.

É exatamente por isso que existem recomendações específicas para o tratamento jornalístico desses episódios.

Não se trata de censura. Trata-se de responsabilidade.

O jornalismo pode — e deve — falar sobre suicídio. Deve discutir saúde mental, prevenção, sofrimento, redes de apoio, políticas públicas e caminhos para buscar ajuda. O que não deve fazer é transformar a morte em narrativa espetacular, explorar e/ou converter o sofrimento de uma família em mercadoria para alimentar algoritmos.

O EQ não pretende ocupar o lugar de paladino das boas práticas jornalísticas. Também erramos e estamos permanentemente sujeitos à revisão de nossas escolhas.

Mas existe um limite que uma redação profissional precisa reconhecer.

Antes do clique existe uma pessoa. Antes da audiência existe uma família. E antes da notícia existe a vida.

Quando plataformas, páginas ou veículos abandonam esses princípios para competir por alcance nas redes sociais, a discussão deixa de ser apenas sobre gosto editorial. Passa a ser sobre responsabilidade.

Informar exige técnica. Exige critério. E, sobretudo, exige ética.

Nem tudo o que desperta curiosidade pública precisa ser explorado da mesma maneira. Nem tudo o que gera audiência merece uma manchete.

Há momentos em que o jornalismo demonstra sua qualidade não apenas pelo que publica.

Mas também pelo que decide não transformar em espetáculo.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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