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Rio-2016: COI silencia sobre estado de calamidade pública

alx_esporte-revezamento-tocha-olimpica-lagoa-grande-pernambuco_originalComitê Rio 2016, responsável por organizar os Jogos, e o prefeito Eduardo Paes garantem que a crise financeira não causará impacto no evento.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) adotou o silêncio diante do decreto de calamidade pública no estado do Rio de Janeiro, a menos de 50 dias do início dos Jogos Olímpicos. Procurada, a entidade com sede em Lausanne não se posicionou em relação aos últimos acontecimentos. Já o Comitê Rio-2016, responsável por organizar os Jogos, garantiu que o estado de calamidade pública não causará impacto na organização.

“Não afeta em absolutamente nada”, afirmou o diretor de Comunicação do Rio-2016, Mario Andrada. “Primeiro, porque a gente já sabia que o Estado estava quebrado. Segundo, porque os recursos por meio de incentivo (renúncia fiscal) já foram garantidos.”

Na prática, a manobra do estado do Rio permitirá um acesso mais rápido a recursos federais, algo que soa bem para os interesses do COI. O presidente Thomas Bach havia chegado a um acordo para antecipar transferências de recursos aos organizadores do Rio e, assim, resgatar o evento. Mas havia colocado uma condição de que esse dinheiro teria de ser acompanhado por recursos federais para as áreas estratégicas como abastecimento de energia.

 

A questão do financiamento foi algo debatido desde o primeiro contato telefônico entre Bach e o presidente interino, Michel Temer, há um mês. Oficialmente, porém, o COI evita dar sua posição sobre a situação.

“O prefeito (Eduardo Paes) já disse que isso não terá efeitos sobre os Jogos”, disse a direção de Comunicação do COI. Ao invés de fazer sua própria declaração, a entidade preferiu citar os comentários do Comitê Rio-2016, presidida por Carlos Arthur Nuzman e, oficialmente, uma entidade independente do COI.

“O Rio-2016 confirmou: isso não tem impacto na preparação e operação dos Jogos, já que o Comitê Organizador não depende de dinheiro público”, disse o COI, sem explicitar qual seria sua própria posição. Se nem a Rio-2016 e nem o COI recebem recursos diretos do estado, a realização do evento depende diretamente das obras de infraestrutura bancadas com dinheiro público.

Há duas semanas, Craig Reedie, vice-presidente do COI, admitiu que as obras no metrô eram “fundamentais”. “O que eu quero saber é se o transporte vai funcionar ou não”, disse. Segundo ele, os brasileiros teriam dados essas garantias nas reuniões mantidas em Lausanne no início do mês.

Pressionados pelas diferentes federações esportivas, o COI adotou uma estratégia para blindar o Rio de Janeiro de críticas. Nos bastidores, porém, vem atuando de uma forma pouco comum para resgatar os Jogos. Pagamentos que seriam transferidos de Lausanne para o Rio apenas em agosto foram antecipados. Bach também deslocou novos funcionários ao Brasil e serviços foram cortados.

Riscos – No decreto que institui o estado de calamidade, a Olimpíada é citada em três das oito justificativas. A grave crise financeira do Estado “vem impedindo o Estado de honrar com os seus compromissos para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016”, expõe o texto assinado pelo governador em exercício, Francisco Dornelles (PP), 49 dias antes do início dos jogos.

O decreto afirma ainda que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos “possuem importância e repercussão mundial” e “qualquer desestabilização institucional implicará um risco à imagem do País de dificílima recuperação”.

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Young girl in goggles and cap swimming butterfly stroke style in the blue water pool

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Esportes

Associação Jogos da Solidariedade (AJS) completa 10 anos de ação esportiva e social

Neste dia 24 de fevereiro, a ASSOCIAÇÃO JOGOS DA SOLIDARIEDADE, criada em 2011 completa mais um ano de vida, de muito trabalho, de muitas ações e eventos, com seu objetivo “unir esporte e educação com muita solidariedade”, o idealizador Roger Dorneles Severo. Durante os 10 anos de Associação, 15 anos de competição, foram arrecadados mais de 76.000 doações, muitas entidades e famílias beneficiadas, uma longa história, são mais de 1450 partidas oficiais, 16.150 atletas já disputaram as competições. Parceiros e colaboradores, além dos patrocinadores que sempre ajudaram, cabe destacar a Prefeitura Municipal de Alegrete (gestões de 2008 a 2020), a empresa CAAL desde 2006, também o Governo do Estado do RS, através da extinta Fundergs de (2012 a 2015).
 
Hoje, é o Maior Campeonato Solidário da Fronteira, dentre as principais homenagens, no ano de 2009 recebeu a Comenda Municipal Direitos Humanos pelos relevantes serviços prestados a comunidade; ainda em 2009 se torna Lei Municipal 4.284/2009, de autoria do vereador Sandro Barua (PP); em 2013 se torna de Utilidade Pública lei 5.065/2013, de autoria do vereador Róger Severo (PP), seu idealizador; já no ano de 2013 o ápice da Associação, que recebe a outorga dentre os melhores projetos sociais do RS, Prêmio Mérito Esportivo Estrelas do Esporte do RS, categoria “Projeto Social” distinção da Secretaria Estadual do Esporte e Lazer RS / Fundergs e Rádio Gaúcha de Porto Alegre RS.
 
Ousou disputar por 04 anos (2012 a 2015), o Campeonato Estadual Gaúcho de Futsal, apesar das longas distâncias, se rankiar entre as melhores equipes do Estado, nas categorias de base, escolhidas do Sub 09, Sub 11 e Sub 13, apesar de curto espaço de participação são “três” medalhas inéditas conquistadas, sendo Vice-Campeão na Sub 09 (2012), 3º lugar Estadual na Sub 11 (2012) e 3º lugar Estadual na Sub 09 (2013)
 
O presidente gestão 2020/2023, é o professor Fernando Azevedo do Nascimento. Foram presidentes da AJS, Roger Dorneles Severo, Christian Nogueira da Silva e Rogers Ribeiro Gonçalves. O evento tem seu site próprio, conta a história dos JOGOS DA SOLIDARIEDADE, muitas informações, página: www.jogosdasolidariedade.com.br – (número expressivo de acessos). Agradecimento a toda a Diretoria, aos torcedores que colaboram com ingresso solidário, aos pais e atletas, as famílias, a nossa IMPRENSA, jornais, rádios e televisão pelo apoio e divulgação.
 
 
COMO TUDO COMEÇOU EM 2006
 
2006 – 1ª Edição
Tudo iniciou em 2006, no mês de janeiro, idealizado e coordenado pelo professor de Educação Física, Róger Severo. No mesmo ano, o idealizador encaminhou o projeto para Rádio Alegrete, na pessoa do então Gerente João Ulisses de Souza e apresentou-o ao Diretor do IEEOA, Prof. Ismar Santos. Tanto, Ismar quanto João Ulisses, aceitaram o desafio de apoio total a competição unindo esporte e a educação, com objetivo principal que era a “SOLIDARIEDADE”.
 
Mas faltava uma grande empresa para dar o suporte nas despesas dos Jogos da Solidariedade, para que o projeto fosse realizado em Alegrete. Foi encaminhado o projeto a extinta CAAL Supermercados, na pessoa do Gerente Carlos Amarante (época), que aceitou o desafio, ao lado de Rádio Alegrete e do Oswaldo Aranha. Nascia em 2006, o maior campeonato solidário da fronteira
 
Muito trabalho a ser feito, pois faltava sair da “teoria” e do “papel” e ir para a prática a fim de executá-lo. A modalidade escolhida como “PROJETO PILOTO” foi a do futsal, em quatro categorias, escolhidas: “Livre, Sub 50, Sub 40 e Sub 35”.
O local dos jogos para o pontapé inicial foi no Ginásio do Oswaldo Aranha. Nesta 1ª edição foram realizados 09 campeonatos durante o ano, sendo 08 meses de competição, ininterruptos, com a participação de 45 equipes, 700 atletas e a arrecadação de 10 toneladas nas inscrições. Foram homenageados neste ano:
– professor Tarzil Viana (im memoriam);
– professor Evódio Ribeiro Severo (im memoriam);
– professor Ismar Santos (atual diretor do IEEOA);
– professor Ajax Parrot (im memoriam);
– funcionário do IEEOA Alípio Quintana (im memoriam);
– radialista João Ulisses de Souza (Então Gerente da Tchê Alegrete 590 AM);
Durante os jogos, desta 1ª edição, a portaria era “gratuita” e o acesso dos torcedores Ginásio ultrapassou 15 mil pessoas, onde tratava-se de evento solidário.
 
Durante o encerramento do projeto é proposto uma apresentação cultural e a coordenação do evento fecha parceria com o Ballet Copélia, coordenado pela Profª Elza Melo. O tema escolhido pela coordenação é a “Copa do Mundo que seria realizada na Alemanha, em 2006”. As bailarinas escolhem a música “brasileirinho” para homenagear os alegretenses e o torcedor brasileiro.
 
O desportista Nilo Gonçalves foi o atleta mais antigo da competição, disputando a categoria “cinquentinha” com seu América. Já um dos ícones do futsal o atleta Lefor Lourenço Lucho, o “Lefor” disputou o Torneio pela equipe do Montenegro na categoria Livre. Foi uma das referências de Alegrete no cenário estadual gaúcho, atuando no Campeonato Estadual Gaúcho e Liga Nacional de Futsal, pela Assoeva da cidade Venâncio Aires.
 

Fonte: Minuano FM

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Esportes

Inter perde para o Flamengo e não é mais líder do Brasileirão

Em partida dura, tensa e equlibrada, o Inter foi superado pelo Flamengo, no Maracanã, por 2 a 1, e agora não depende mais de si para ser campeão brasileiro. Na segunda colocação, o Colorado precisa vencer o Corinthians e torcer para que o Rubro-Negro não triunfe sobre o São Paulo na última rodada, na quinta-feira, às 21h30min. 

A equipe de Abel Braga fez um jogo de aplicação tática e entrega no Rio de Janeiro. Aos 9 minutos, Edenilson abriu o placar de pênalti, com o Inter melhor no jogo e sem levar sustos. Os cariocas empataram com Arracaeta, aos 28, com lance individual de Bruno Henrique. 

Na volta do intervalo, em uma lance infeliz, Rodinei foi expulso – com auxílio do VAR – após pisão em Filipe Luís, logo no começo da segunda etapa. Mesmo com um a menos, o Colorado era quem dominava. No entanto, na qualidade de seu ataque, o Flamengo marcou o segundo com Gabriel Barbosa depois de linda assistência de Arrascaeta.

Equilíbrio na primeira etapa

Focado, o Inter fez um primeiro tempo de aplicação tática e muita qualidade na transição entre o ataque e a defesa no Maracanã. Sem dar espaços para o Flamengo, o Colorado buscava explorar a velocidade de seu ataque. Aos 5 minutos, Edenilson lançou Yuri Alberto e obrigou o goleiro Hugo a deixar a meta para cortar. 

A postura da equipe de Abel Braga logo surtiu efeito. Aos 9 minutos, Gustavo Henrique puxou a camisa de Yuri Alberto dentro da área e Raphael Klaus marcou a penalidade. Na cobrança, Edenilson bateu com perfeição e converteu. O gol deixou a equipe colorada confortável na partida. Na sequência, aos 13 minutos, quase Yuri Alberto ampliou. O atacante recebeu na entrada da área e finalizou para fora. 

O Colorado sentiu o gol e cedeu mais espaços para os cariocas. Aos 30, Lomba abandonou a meta para agarrar firme e impedir Gabriel de marcar. Na sequência, Arrascaeta serviu Bruno Henrique dentro da área, mas o atacante não conseguiu desviar para gol. A resposta do Inter chegou aos 42 minutos, com Rodinei. Após lance de Caio Vidal pela ponta direita, o lateral pegou a sobra e finalizou na trave de Hugo, assuntando os flamenguistas. 

Expulsão polêmica e virada flamenguista

Logo no começo da segunda etapa, Rodinei acabou pisando no calcanhar de Filipe Luís em lance no meio de campo. O árbitro Raphael Klaus foi até o VAR, analisou o lance e expulsou o lateral-direito colorado. Abel colocou Heitor no lugar de Praxedes para ocupar o espaço e Ceni arriscou com Pedro no lugar do lateral Isla. 

Mesmo com um a menos, o Inter foi quem quase marcou. Aos 11, em grande lance, Patrick passou por três marcadores e rolou para Caio. O atacante finalizou em cima de Filipe Luís. Pela vantagem númerica, Ceni promoveu outras duas mudanças no time, tirando Rodrigo Caio e Diego e colocando João Gomes e Natan. As mexidas deixaram o Flamengo bagunçado em campo. 

No entanto, na qualidade do time, saiu o segundo gol dos donos da casa. Gabriel Barbosa puxou o contragolpe, rolou para Arrascaeta. O meia fez lindo passe para o atacante, que desviou na saída de Lomba. Depois de passar na frente no placar, o Flamengo retomou sua formação inicial, mas não controlava a partida. 

Aos 27 minutos, Edenilson e Patrick trocaram passes na entrada da área. A bola chegou até Moisés, o lateral cruzou em cima de João Gomes. O jogo ficou eletrizante. Com o Inter precisando do empate para seguir na liderança e o Flamengo tentando manter a vantagem. 

 
Fonte: Correio do Povo
 Foto: Alexandre Vidal / Flamengo / CP
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Esportes

Alegretense fará parte do Plantel Profissional no Gauchão 2021

 

Gabriel Nunes Rios,19 anos,  foi visto por Moisés de Mello ex Boca Juniors que desde 2019 trabalha com Jogadores Alegretenses

O Primeiro Torneio onde Atuou Gabriel, levado por Moisés em Arroio do Sal em 2020 onde terminou o torneio com 4 Jogos e 3 Gols atuando pelo Sub 20 do Propestara de Santa Catarina assim se destacando e sendo levado para o Banfield da Argentina a um período de Adaptação.

Gabriel Nunes Rios participou de  12 Jogos e fez 8 Gols temporada 2019, sua atuação nos jogos despertou interesse do Riestra FC ( Clube Futebol Argentino ) e Almirante Brown Último Campeão Argentino da segunda divisão .

Foram enviados Vídeos do desempenho em campo de Gabriel para os dois times criando assim a expectativa de que o Alegretense fosse chamado.

O Jogador esteve na Argentina em 2020 onde esteve na Sub 20 do Banfield clube que disputa a primeira divisão do Campeonato Argentino,no período de Janeiro a Abril, mas no inicio da pandemia teve que regressar ao Brasil, passando então a atuar no AGE PRS de Garibalde, tendo uma ótima atuação, e que fará parte do Plantel Profissional no Gauchão 2021 até a abertura da Fronteira e se apresentar nos Clubes Argentinos.

 

 

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