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Fiscalização intensa na autuação e combate à aglomerações

No último final de semana, a fiscalização integrada, composta pelos agentes da administração municipal, da Guarda Municipal, da Brigada Militar e da Polícia Civil e o plantão do Conselho Tutelar atuou intensamente na autuação e combate à aglomerações. Nas noites e madrugadas de sexta-feira (5), sábado (6) e domingo (7) foi realizada em forma de blitz de veículos e abordagem de pedestres que estavam em aglomerações e sem usar máscaras.

Sexta-feira as ações foram realizadas na Praça Getúlio Vargas, na rua Tamandaré, Demétrio Ribeiro, na Av. Ibicuí, no Largo do Centro Cultural. No sábado aconteceram na rua Venâncio Aires e na Praça Getúlio Vargas. O objetivo da operação foi dispersar aglomerações e autuar cidadãos que estava participando delas. Também houve o registro de ocorrências de trânsito.

No sábado foi desarticulada uma festa com aglomeração de cerca de 200 pessoas. O proprietário foi autuado e na ocasião foi feito o termo circunstanciado com base no art. 268 do Código Penal. Durante as operações também houve a abordagem de menores que estavam realizando direção perigosa na Praça Getúlio Vargas, os mesmos foram encaminhados à polícia civil e ao conselho tutelar. Foram lavrados 34 autos de infração de trânsito, entre eles por se recusar a realizar teste, por permitir ou conduzir veículo sem CNH ou PPD e/ou não licenciado.

Neste final de semana não foram multados estabelecimentos comerciais, alguns foram apenas orientados sobre as normas de funcionamento na bandeira vermelha. O secretário de Segurança, Mobilidade e Cidadania Rui Medeiros afirma que o trabalho da fiscalização é muito importante para conter a disseminação do vírus e manter a conscientização sobre os protocolos de distanciamento social. “É fundamental que nossa população tenha conhecimento de que a fiscalização não atua contra setores específicos, mas sim a favor da saúde de todos. A luta para conter a disseminação do vírus é árdua, precisa da colaboração de todos e a fiscalização tem um papel fundamental nisso”, aponta.

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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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