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Jornalistas se mobilizam contra bloqueio do Twitter de Luiz Antônio Araujo

O jornalista Luiz Antônio Araujo teve sua conta no Twitter bloqueada em 6 de janeiro, após publicar duas imagens: uma da mesa da presidente da Câmara de Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, vandalizada por invasores do Capitólio, e outra da mesa do personagem Dwight Schrute, da série ‘The Office’. Conforme Luiz Antônio, a decisão da plataforma foi ele ter violado a regra que proíbe “publicar ou postar informações de outras pessoas sem autorização e permissão expressas”. A ocorrência mobilizou colegas profissionais que têm se manifestado na própria rede social pelo fim da restrição.

“A imagem da mesa de Pelosi correu o mundo no dia da invasão do Capitólio. A invasão de seu gabinete é notícia de interesse público. Foi inclusive tuitada por jornalistas verificados. A da mesa de Dwight Schrute é uma peça de cenário de série de TV. Não quero acreditar que, em um momento tão grave para o Brasil e o mundo, o Twitter esteja engajado na defesa da privacidade de um personagem de ficção”, declarou o jornalista, em entrevista ao Coletiva.net. Ele acredita que nenhuma das duas fotos configura informação de natureza privada, e que, desta forma, o bloqueio à sua conta seria injustificado, sem base nas regras do Twitter, na legislação e na ética jornalística.Para recuperar seu espaço na plataforma, Luiz Antônio tentou entrar em contato com os gerenciadores. Em um primeiro momento, seguiu o caminho indicado pelo próprio Twitter, apresentando recursos contra a iniciativa. Desde o dia do acontecimento ele já escreveu três vezes expondo as razões. Nesta quinta-feira, 14, ele trocou mensagens com uma funcionária da empresa que lhe enviou um formulário eletrônico, que possibilitou que ele trocasse a senha. A conta, no entanto, segue bloqueada. “Terceiros podem visualizá-la. Eu não consigo sequer abri-la no celular ou no computador. Só sei que ainda existe porque amigos me dizem que a estão abrindo normalmente”, explicou.

O caso mobilizou colegas de profissão que têm se manifestado na própria rede pelo fim desta restrição. Um dos primeiros a se manifestar foi o jornalista e escritor, ex-ombudsman da Folha de São Paulo, Mário Magalhães. Ele escreveu nesta quarta-feira, 13: 

A jornalista mais premiada da história, a gaúcha Eliane Brumm escreveu hoje, ao retuitar Mário:

Alexandre Aguiar, Fabiano Costa, Graciliano Rocha, Larissa Roso, Leandro Fontoura, Marcelo Canellas e Rubens Valente foram outros profissionais de imprensa que se manifestaram. 

Fonte: Coletiva.net /Matéria original

Manifesto da Associação Brasileira de Imprensa-ABI

 

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Pontilhão sobre o arroio Capivari em recuperação

A Câmara Municipal de Alegrete realizou uma reunião institucional com o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER) para reivindicar melhorias para a situação da Ponte do Capivari. O encontro ocorreu no começo deste mês e foi articulado pelo vereador Cléo Trindade.

Durante a reunião, o superintendente da 9ª Superintendência Regional do DAER, engenheiro Paulo de Tarso Meister, informou que a ponte segue em processo de recuperação provisória. Segundo o engenheiro, a próxima etapa da obra depende da entrega do madeiramento que será utilizado nas guias de transporte e da melhoria das condições climáticas, já que o período de chuvas tem dificultado a execução dos serviços e a trafegabilidade na região.

O superintendente também informou que está prevista a instalação de estruturas para limitar a altura e a largura dos veículos que utilizam a ponte. A medida tem como objetivo restringir o tráfego até a realização da recuperação definitiva.

Além do vereador Cléo Trindade, o vereador Leandro Meneghetti também acompanha o andamento dos serviços e os encaminhamentos junto ao DAER.

A Câmara Municipal seguirá acompanhando as intervenções e cobrando do órgão estadual a continuidade das obras e medidas que garantam mais segurança e melhores condições de circulação na Ponte do Capivari.

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BAGRE FAGUNDES MORRE AOS 86 ANOS E DEIXA O RIO GRANDE DO SUL EM LUTO

A VOZ DO “CANTO ALEGRETENSE” SE CALA, MAS O LEGADO PERMANECE

O Rio Grande do Sul perdeu neste domingo (2) um de seus maiores símbolos culturais. Morreu, aos 86 anos, em Porto Alegre, o tradicionalista, cantor e compositor Euclides Fagundes Filho, o Bagre Fagundes, coautor de um dos maiores hinos da identidade gaúcha, Canto Alegretense. O artista estava internado desde maio, após sofrer uma parada cardiorrespiratória provocada por um engasgo, e seu estado de saúde inspirava cuidados desde então.

Patriarca da família Os Fagundes, Bagre dedicou décadas à valorização da cultura regional, levando a música nativista a diferentes gerações. Sua obra ajudou a fortalecer o sentimento de pertencimento do povo gaúcho e projetou Alegrete para todo o país.

A notícia provocou uma onda de homenagens. Artistas, lideranças culturais e autoridades destacaram sua generosidade, seu compromisso com a tradição e a influência decisiva na formação de novos talentos. O governador do Estado anunciou que o velório será realizado no Palácio Piratini, uma homenagem reservada a personalidades de extraordinária relevância para a história gaúcha.

Mais do que um músico, Bagre Fagundes tornou-se um guardião da memória cultural do Rio Grande do Sul. Sua partida encerra um capítulo da música nativista, mas suas canções seguirão ecoando em festivais, CTGs, escolas e rodas de chimarrão, mantendo viva a essência do povo gaúcho.

O LEGADO DE BAGRE FAGUNDES

Quem foi Bagre Fagundes?

• Nome: Euclides Fagundes Filho.
• Morreu aos 86 anos, em Porto Alegre.
• Coautor do clássico Canto Alegretense, ao lado de Nico Fagundes.
• Patriarca do grupo Os Fagundes.
• Referência da música nativista e do tradicionalismo gaúcho.
• Incentivou gerações de artistas e defensores da cultura regional.
• Receberá homenagem oficial com velório no Palácio Piratini.
• Seu legado ultrapassa a música e integra o patrimônio cultural do Rio Grande do Sul.
• Canções como Canto Alegretense seguem como símbolos da identidade gaúcha.
• A despedida mobiliza milhares de admiradores em todo o Estado.
• A cultura gaúcha perde uma de suas vozes mais emblemáticas.
• A história de Bagre Fagundes permanecerá viva na memória e no coração dos gaúchos.

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Preso em Alegrete fugitivo por tentativa de feminicídio em Porto Alegre

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), localizou na terça-feira, 15 de julho, um homem de 67 anos condenado por tentativa de feminicídio em Porto Alegre.

A captura ocorreu em Alegrete, após troca de informações entre o GAECO e as agências Local de Inteligência do 6º Batalhão de Polícia de Choque e Regional do Delta do Jacuí (CRPM-DJ) da Brigada Militar (BM). O condenado estava foragido desde 2022.

O crime ocorreu em 17 de dezembro de 2016, no bairro Vila João Pessoa, na Capital. Conforme a investigação, durante uma discussão em família, o homem atacou a então companheira, que tinha 58 anos na época, com uma faca de cozinha, causando ferimentos na região do pescoço. A agressão foi interrompida após a intervenção de familiares e a vítima foi socorrida e encaminhada para atendimento médico.

A prisão foi realizada por policiais militares após o repasse de informações do GAECO. O homem possuía mandado de prisão decorrente de condenação transitada em julgado, ou seja, sem possibilidade de recurso, e foi encaminhado para os procedimentos legais e o cumprimento da pena em regime fechado.

PROJETO PROTETOR

O Projeto Protetor é uma iniciativa do MPRS com coordenação do GAECO e tem como objetivo localizar e prender foragidos investigados ou condenados por crimes praticados no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.

A ação, que iniciou este ano, reúne esforços do GAECO e de órgãos de segurança pública para dar efetividade às decisões judiciais, ampliar a proteção das vítimas e combater a impunidade em casos de violência de gênero.

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