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Deputado Zucco protocola projeto que institui politica de combate ao abigeato

Cerca de 20% de toda carne consumida no Brasil é oriunda de abate clandestina, segundo o Ministério da Agricultura. No RS, o furto/roubo de gado é uma das principais ocorrências em pelo menos 10 municípios onde a economia é baseada na atividade pecuária. Com bases nestes dados, o deputado estadual Tenente-Coronel Zucco protocolou o projeto de lei 270/2020 que institui a política de combate ao abigeato e aos crimes em áreas rurais. O projeto também foi subscrito pelos deputados Edson Brum (MDB) e Sérgio Turra (PP).

Zucco argumenta que o furto e roubo no campo provocam grandes prejuízos à economia do setor primário. “Alem disso, causa sérios riscos à saúde pública, além de levar medo e insegurança a milhares de famílias ue tiram o sustento desta importante atividade econômica”, acrescenta o parlamentar.

Zucco lembra que este ano os produtores rurais convivem com um novo pesadelo: o envolvimento de facções criminosas em diversos municípios. Comandadas de dentro dos presídios, estas quadrilhas espalham terror no campo mediante o uso de armas pesadas e violência.

Pelo projeto, os órgãos de segurança pública – através de mecanismos pré-estabelecidos – realizarão operações especializadas para enfrentar a criminalidade na zona rural. “Nosso objetivo é potencializar os recursos, a tecnologia e expertise disponível por todos os órgãos de segurança e devolver a paz entre os produtores”, explica.

O projeto prevê, ainda, operações para coibir a circulação de mercadorias e bens de origem ilícita, através de atividades de monitoramento. Desde 2016 o Estado conta com a Delegacia Especializada na Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato (DECRAB), com sede em Bagé e bases avançadas em Rosário do Sul e Pinheiro Machado.

Gilberto Jasper
Assessoria do Gabinete do
Deputado Tenente-Coronel Zucco

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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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