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Situação de feridos em briga no presídio é estável

Após uma manhã conturbada, que resultou em um presidiário morto e outros três feridos no presídio estadual de Alegrete, a situação parece estar controlada no prédio da Av. Eurípedes Brasil Milano. Um dos apenados encaminhados à UPA teve alta e já retornou à casa prisional. Os outros dois seguem internados, mas estão estáveis. Os presos da galeria estão em banho de sol, como de costume a essa hora. Os envolvidos na briga são de celas do seguro. Visitas estão suspensas.

A confusão começou quando o detento Vítor Gaspar Santiago Guterres, de 26 anos, abriu fogo e efetuou disparos em um grupo de presos. Quando as munições do revólver 38 que portava acabaram, estes o agrediram com estocadas. Ele chegou a ser conduzido à UPA, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. Outros três detentos ficaram feridos e foram encaminhados com ambulâncias da SAMU e do Corpo de Bombeiros para a Santa de Casa de Caridade.

Vitor estava preso preventivamente há cerca de um ano por tentativa de homicídio. Atualmente estava na cela do seguro, separado dos demais presos da galeria.

O presídio de Alegrete tem capacidade para 81 presos e mantém mais de 230 detentos. Muitas celas têm mais de 25 apenados. São corriqueiros os episódios de arremessos de pacotes contendo entorpecentes, telefones celulares, entre outros objetos, através dos muros do estabelecimento.

 

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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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