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Polícia

Avó denuncia médico por negligência e levará o caso ao MP

Depois de comunicar o caso ao Secretário de Saúde a aposentada disse ter sido ofendida dentro do Hospital
Um caso cabeludo foi denunciado na DPPA. Uma senhora, avó de um garoto de 10 anos, disse que o menino foi internado na Santa Casa de Caridade, para se operar de uma apendicite e acabou passando por problemas, segundo ela, bem mais graves. Foi uma novela. Um drama que viveu esta avó, segundo o relato que fez na Polícia.
A cirurgia parecia ter ido bem, mas cerca de oito horas após, o garoto passou a ter sangramento intenso pelo ânus. A enfermeira ligou para o médido, que havia feito a cirurgia, mas o mesmo não foi localizado, tendo aparecido apenas na manhã seguinte no hospital.
A cirurgia acontecida numa tarde, e a sequência teria sido a seguinte. Deu o problema. O médico apareceu na manhã seguinte. Depois a meia noite e no dia seguinte às 16hs.
Diante da situação e sem informação precisa do que estaria acontecendo a avó então acionou o Secretário de Saúde do Município e relatou o fato. Mais do isto, a senhora então disse que levaria o caso ao conhecimento do Ministério Público.
Depois disto iniciou a segunda fase do drama da família. Ela disse que o cirurgião chegou irritado e num tom agressivo queria saber quem é que faria queixa no Ministério Público, no que a aposentado se apresentou e disse que era ela e que então o mesmo passou a berrar, no corredor, lhe causando constrangimento, porque as pessoas saíam de dentro dos quartos para ver a cena.
A avó da criança disse que o médico gritou: “eu soube que a senhora vai ao Ministério Público”, teria esbravejado, no que ela respondeu; “sim, por falta de ética médica”. Ouviu do mesmo que “eu tinha outras coisas para fazer”. Ainda aos berros teria gritado para os funcionários; “tirem esta velha daqui”. Neste momento havia muitas pessoas assistindo a cena, segundo relato da avó.
Ela ainda disse que o médico se negou a fazer novos exames para saber exatamente o motivo do sangramento do ânus do garoto, uma vez que a cirurgia da apendicite. Ela disse que tem testemunhas que estavam no local e que ali também existem câmeras de vigilância que podem ser usadas para reforçar o seu relato.
O médico foi ouvido pelo EQ na noite de ontem e disse que a avó é que criou toda a confusão e que as informações foram passadas aos pais da criança, que todo tempo estiveram lá e estão acompanhando o filho. “Houve um quadro infeccioso e ele está sendo tratado desde o início”. A avó  é quem teria tumultuado o ambiente hospitalar, segundo o médico. “Ela queria saber se ele estava bem e normal. Eu respondi que quem está bem não está no hospital”, rebateu. O médico disse que vai analisar a situação para se pronunciar, mas que estuda registrar um B.O contra ela, tendo os pais da criança como testemunha, “já que ficaram fazendo o correto, acompanhando e dando apoio ao filho”.
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Polícia

PRF prende homem em caminhão carregado com mercadorias importadas ilegalmente em Rosário do Sul

Estima-se que o valor da carga ultrapasse 1 milhão de reais

Na madrugada desta quinta-feira (4), a Polícia Rodoviária Federal prendeu um homem em um caminhão carregado com grande quantidade de mercadorias estrangeiras. A ação ocorreu na BR-290, em Rosário do Sul.

Durante ações de combate ao crime, policiais rodoviários federais abordaram um caminhão com placas de Santana do Livramento. Ao vistoriarem o compartimento de carga, os agentes encontraram grande quantidade de perfumes, bebidas e produtos dentários importados ilegalmente.

O motorista do caminhão, um homem de 22 anos e natural de Santana do Livramento, não possuía nenhuma documentação da carga. Ele foi preso em flagrante e encaminhado à polícia judiciária em Santana do Livramento. O caminhão e as mercadorias foram apreendidos e encaminhados ao órgão aduaneiro.

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Polícia

Promotora denuncia pai por tentativa de homicídio após espancamento brutal de menino de 2 anos em Alegrete

As investigações também indicam um histórico contínuo de violência. Perícias identificaram cicatrizes antigas e marcas recentes, sugerindo agressões recorrentes desde novembro de 2025

O laudo do médico-legista revelou um cenário alarmante: lesões espalhadas pelo corpo, rosto e membros da vítima, além de fratura no antebraço esquerdo e um ferimento cortante em região considerada letal do couro cabeludo. O documento confirmou risco concreto de morte.

A atuação do Ministério Público do Rio Grande do Sul reacendeu o debate sobre violência infantil em Alegrete após a denúncia formal contra o pai de um menino de apenas 2 anos, vítima de agressões consideradas extremamente graves.

O caso, que provocou forte comoção social, ganhou novos desdobramentos nesta semana com a confirmação das acusações de maus-tratos e tentativa de homicídio duplamente qualificado.

Segundo o MP-RS, o homem permanece preso preventivamente desde o início de maio de 2026, após ser detido em flagrante. A promotora de Justiça Rochelle Jelinek sustenta que a violência aplicada contra a criança foi tão intensa que o acusado assumiu o risco de matar o próprio filho.

Entre as qualificadoras apontadas pelo Ministério Público estão o uso de meio cruel — devido ao sofrimento físico extremo imposto à criança — e o recurso que impossibilitou qualquer defesa da vítima, já que o menino estava sozinho com o pai e não possuía condições físicas de reação.

 A escola da criança já havia percebido sinais de maus-tratos e alertado a mãe, que agora também responderá judicialmente por omissão.

O caso causou indignação nas redes sociais e mobilizou a comunidade alegretense, reforçando a importância das denúncias precoces. Especialistas lembram que mudanças bruscas de comportamento, hematomas frequentes e medo excessivo podem ser sinais de violência infantil.

O Ministério Público destacou que a proteção da infância depende da participação ativa da sociedade. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo Disque 100, Conselho Tutelar ou Brigada Militar.

A tragédia reacende um alerta urgente: silenciar diante de sinais de agressão pode custar vidas.

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Polícia

Brigada Militar prende homem por tráfico de drogas no Centro de Alegrete após denúncia da comunidade

Uma ação da Brigada Militar resultou na prisão em flagrante de um homem de 33 anos por tráfico ilícito de drogas na tarde desta quarta-feira (20), no bairro Centro, em Alegrete.

A ocorrência demonstra a importância do papel das denúncias da comunidade e da atuação rápida das forças de segurança no combate ao tráfico urbano.

Segundo informações da corporação, a guarnição recebeu denúncias de que uma residência localizada na Rua General Vitorino estaria sendo utilizada para comercialização de entorpecentes.

Durante a aproximação da viatura, os policiais visualizaram um indivíduo saindo do imóvel. Ao perceber a presença policial, ele retornou rapidamente à residência, deixou uma mochila e saiu em uma motocicleta.

O suspeito foi abordado logo depois. Durante a revista pessoal, os policiais encontraram 20 invólucros do tipo “zip-lock” contendo substância com características semelhantes à cocaína, além de dinheiro em espécie.

Na mochila abandonada pelo homem, foram apreendidos uma balança de precisão e um aparelho celular.

Em continuidade às diligências no imóvel, os policiais localizaram outros 31 invólucros com substância análoga à cocaína e um caderno com anotações relacionadas ao tráfico de drogas. A motocicleta utilizada pelo suspeito também foi apreendida.

Após ser encaminhado à UPA para avaliação médica, o homem foi apresentado na DPPA, onde o delegado plantonista determinou a lavratura do auto de prisão em flagrante.

 

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