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Paulo de Tarso

Balança comercial com mais de U$ 4 bi de superavit em agosto

A balança comercial brasileira registrou superávit comercial (ou seja, as exportações superaram as importações) de US$ 4,165 bilhões em agosto de 2022. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (01), pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) do Ministério da Economia, o valor foi alcançado com exportações de US$ 30,84 bilhões e importações de US$ 26,675 bilhões.

O resultado divulgado nesta quinta-feira representa queda do saldo na comparação com o mês de julho, quando o superávit foi de US$ 5,4 bilhões. Além disso, o saldo de agosto de 2022 representa queda de 45% na comparação nominal com o mesmo mês de 2021, quando o superávit da balança foi de US$ 7,7 bilhões.

A média diária das exportações em agosto registrou aumento de 8,4%, com alta de 38,4% em agropecuária, crescimento de 24,8% em Indústria da transformação e queda de 30,2% em produtos da indústria extrativa.

Já as importações subiram 30,5%, com alta de 30% em agropecuária, crescimento de 45,4% em indústria extrativa e expansão de 29,9% em produtos da indústria da transformação, sempre na comparação pela média diária.

No ano, o saldo é positivo em US$ 44,054 bilhões, queda de 15,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o superávit somou US$ 52 bilhões. Pela média diária, a queda foi de 15,8%.

Segundo o Ministério da Economia, nos oito primeiros meses deste ano, as exportações somaram US$ 225,1 bilhões, e as importações totalizaram US$ 181 bilhões. O governo estima que a balança comercial vai fechar o ano com um saldo positivo de US$ 81,5 bilhões

Paulo de Tarso Pereira, atua na área desde o final da década de 1970. Alegretense, formado na UFSM, já trabalhou nas maiores empresas do Sul, como Correio do Povo, RBS, A Notícia e JSC, bem como foi coordenador do Canal Rural e editor na Record/SP. A retornar para Alegrete, na virada do ano 2000, fundou o jornal EQ, e hoje é o jornalista responsável por todas as plataformas, que inclui site, redes sociais e edição on line do EQ.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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Paulo de Tarso

O rolo dos camarotes. MP denuncia prefeito e mais quatro por improbidade em Alegrete

O Ministério Público do Rio Grande do Sul tornou pública, nesta semana, a conclusão da investigação sobre o uso irregular de recursos destinados ao Carnaval Fora de Época de 2023.

A Promotoria de Justiça Especializada ajuizou, em 17 de outubro de 2025, uma Ação de Responsabilização por Atos de Improbidade Administrativa contra cinco réus, incluindo o então prefeito, vice-prefeito, secretário de Educação e Cultura, além da Associação das Entidades Recreativas, Culturais e Carnavalescas de Alegrete (ASSERCAL) e seu presidente à época.

Segundo o inquérito civil nº 00711.000.031/2023, foram identificadas irregularidades na aplicação de R$ 512.672,96 em recursos públicos, repassados à ASSERCAL. O dinheiro foi usado principalmente na construção de camarotes de alvenaria, sem alvará de obra, sem fiscalização adequada e com contratação de mão de obra informal.

As estruturas apresentaram graves problemas e acabaram desabando, resultando em prejuízo milionário e indignação da comunidade.

Além do ressarcimento integral aos cofres municipais, o MP pede que cada réu pague multa civil no mesmo valor do repasse, revertida para projetos sociais.

Também foi solicitada indenização por dano moral coletivo de R$ 100 mil, em razão do impacto negativo à imagem da administração pública e à confiança da população.

No dia 22 de outubro de 2025, o Juízo da Vara Estadual de Improbidade Administrativa decretou a indisponibilidade dos bens dos acusados, garantindo que o patrimônio bloqueado possa assegurar o ressarcimento dos danos. A ação agora segue para a fase de citação dos réus, que deverão apresentar defesa.

A Promotoria de Justiça destacou que a divulgação só ocorreu após o cumprimento da ordem judicial de bloqueio de bens, encerrando a fase sigilosa do processo.

Em nota, reafirmou o compromisso com a defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, e informou que denúncias podem ser encaminhadas pelo telefone (55) 99677-5110 ou pelo e-mail [email protected].

 

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