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Paulo de Tarso

Impostos caem e arrecadação é recorde

 No acumulado do primeiro semestre, o recolhimento de tributos alcançou R$ 1,089 trilhão, com alta real de 11% ante o mesmo quadrimestre de 2021. Segundo a Receita, esse também é o melhor desempenho arrecadatório da série histórica para o período.

A pasta ainda explica que os recordes para os dois períodos foram puxados pelo crescimento dos recolhimentos de IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social Sobre o Lucro). Somente em junho, os dois tributos o totalizaram uma arrecadação de R$ 34.269 milhões, com crescimento real de 37,47%.

De janeiro a junho, o valor foi de R$ 258.492 milhões, com crescimento real de 21,54%. “Houve recolhimentos atípicos da ordem de R$ 26 bilhões, especialmente por empresas ligadas à exploração de commodities, no período de janeiro a junho deste ano”, destaca a Receita Federal.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, classificou o recorde como um sintoma “inequívoco” de que o desempenho econômico está surpreendendo e uma confirmação de um ritmo de crescimento sustentável.

Os números aparecem em meio a uma política de redução de impostos para tentar amenizar o impacto da inflação sobre alimentos e combustíveis no País. Nesse sentido, Guedes reforçou que, por ser extraordinário, o desempenho da arrecadação não deve ser fortemente impactado pelas medidas mas sim possibilita que as mesmas sejam implementadas.

“Está ficando muito claro que apesar das nossas reduções de impostos e alíquotas e simplificação, o ritmo de crescimento mantém forte a arrecadação. Isso, mais uma vez, deixa claro que a solução para geração de emprego, crescimento, a solução no Brasil, é justamente perseguirmos e prosseguirmos no caminho da prosperidade, que é o de redução de impostos e simplificação de alíquotas”, afirmou.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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Paulo de Tarso

O rolo dos camarotes. MP denuncia prefeito e mais quatro por improbidade em Alegrete

O Ministério Público do Rio Grande do Sul tornou pública, nesta semana, a conclusão da investigação sobre o uso irregular de recursos destinados ao Carnaval Fora de Época de 2023.

A Promotoria de Justiça Especializada ajuizou, em 17 de outubro de 2025, uma Ação de Responsabilização por Atos de Improbidade Administrativa contra cinco réus, incluindo o então prefeito, vice-prefeito, secretário de Educação e Cultura, além da Associação das Entidades Recreativas, Culturais e Carnavalescas de Alegrete (ASSERCAL) e seu presidente à época.

Segundo o inquérito civil nº 00711.000.031/2023, foram identificadas irregularidades na aplicação de R$ 512.672,96 em recursos públicos, repassados à ASSERCAL. O dinheiro foi usado principalmente na construção de camarotes de alvenaria, sem alvará de obra, sem fiscalização adequada e com contratação de mão de obra informal.

As estruturas apresentaram graves problemas e acabaram desabando, resultando em prejuízo milionário e indignação da comunidade.

Além do ressarcimento integral aos cofres municipais, o MP pede que cada réu pague multa civil no mesmo valor do repasse, revertida para projetos sociais.

Também foi solicitada indenização por dano moral coletivo de R$ 100 mil, em razão do impacto negativo à imagem da administração pública e à confiança da população.

No dia 22 de outubro de 2025, o Juízo da Vara Estadual de Improbidade Administrativa decretou a indisponibilidade dos bens dos acusados, garantindo que o patrimônio bloqueado possa assegurar o ressarcimento dos danos. A ação agora segue para a fase de citação dos réus, que deverão apresentar defesa.

A Promotoria de Justiça destacou que a divulgação só ocorreu após o cumprimento da ordem judicial de bloqueio de bens, encerrando a fase sigilosa do processo.

Em nota, reafirmou o compromisso com a defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, e informou que denúncias podem ser encaminhadas pelo telefone (55) 99677-5110 ou pelo e-mail [email protected].

 

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