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Paulo de Tarso

Márcio fala, mas não esclarece a saída de Angela Viero

A live do Prefeito Márcio Amaral para anunciar a saída da Secretária Angela Viero  ex-titular da Secretaria de Educação, encerrada por volta das 12h45 foi um solene tiro no pé.

Previsível  com elogios ôcos, picotada  com duas quedas, só faltou dizer que ela está fora por excesso de competência.

Citou que a Secretaria tem orçamento de R$ 70 milhões, com cerca de 50% do funcionalismo, que cerca de 500 lap tops foram distribuídos depois da pandemia, compraram móveis para às cozinhas das escolas, entregaram duas quadras esportivas, enfim, de objetos para às escolas e pouco sobre educação e estilo de gestão.

Sobre educação voltou a enaltecer o projeto comprado junto ao Sebrae, de baixa adesão, mas passou longe sobre o desgaste da Secretária no relacionamento institucional, na esfera política, junto ao conjunto de diretores das escolas e por não conseguir viabilizar à pleno várias tarefas pontuais nas quais ela fracassou e que geraram desgastes para à administração municipal.

Angela sai na véspera do principal evento da pasta  que inicia hoje, o Seminário de Educação, talvez, por excesso de competência. Assume interinamente na pasta Rui Alexandre, que e coatch e Secretário de Governo.

Em sua fala citou o filósofo dos coahs o Cortela e se auto-elogiou um pouco. 

Márcio, mais uma vez, evita tratar de maçã e fala em pera  assim, por ele, a opinião pública não merece saber os motivos da queda de Angela Viero  apesat dela em recado nas redes sociais terceirizar ao Prefeito  o esclarecimento dos fatos.

 

Paulo de Tarso Pereira, atua na área desde o final da década de 1970. Alegretense, formado na UFSM, já trabalhou nas maiores empresas do Sul, como Correio do Povo, RBS, A Notícia e JSC, bem como foi coordenador do Canal Rural e editor na Record/SP. A retornar para Alegrete, na virada do ano 2000, fundou o jornal EQ, e hoje é o jornalista responsável por todas as plataformas, que inclui site, redes sociais e edição on line do EQ.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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Paulo de Tarso

O rolo dos camarotes. MP denuncia prefeito e mais quatro por improbidade em Alegrete

O Ministério Público do Rio Grande do Sul tornou pública, nesta semana, a conclusão da investigação sobre o uso irregular de recursos destinados ao Carnaval Fora de Época de 2023.

A Promotoria de Justiça Especializada ajuizou, em 17 de outubro de 2025, uma Ação de Responsabilização por Atos de Improbidade Administrativa contra cinco réus, incluindo o então prefeito, vice-prefeito, secretário de Educação e Cultura, além da Associação das Entidades Recreativas, Culturais e Carnavalescas de Alegrete (ASSERCAL) e seu presidente à época.

Segundo o inquérito civil nº 00711.000.031/2023, foram identificadas irregularidades na aplicação de R$ 512.672,96 em recursos públicos, repassados à ASSERCAL. O dinheiro foi usado principalmente na construção de camarotes de alvenaria, sem alvará de obra, sem fiscalização adequada e com contratação de mão de obra informal.

As estruturas apresentaram graves problemas e acabaram desabando, resultando em prejuízo milionário e indignação da comunidade.

Além do ressarcimento integral aos cofres municipais, o MP pede que cada réu pague multa civil no mesmo valor do repasse, revertida para projetos sociais.

Também foi solicitada indenização por dano moral coletivo de R$ 100 mil, em razão do impacto negativo à imagem da administração pública e à confiança da população.

No dia 22 de outubro de 2025, o Juízo da Vara Estadual de Improbidade Administrativa decretou a indisponibilidade dos bens dos acusados, garantindo que o patrimônio bloqueado possa assegurar o ressarcimento dos danos. A ação agora segue para a fase de citação dos réus, que deverão apresentar defesa.

A Promotoria de Justiça destacou que a divulgação só ocorreu após o cumprimento da ordem judicial de bloqueio de bens, encerrando a fase sigilosa do processo.

Em nota, reafirmou o compromisso com a defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, e informou que denúncias podem ser encaminhadas pelo telefone (55) 99677-5110 ou pelo e-mail [email protected].

 

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