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Morre Luiz Antônio Dau de Souza, ex-intérprete do Licurgo, escudeiro do Guri de Uruguaiana

Ex-intérprete do personagem Licurgo, Luiz Antônio Dau de Souza morreu na última terça-feira (11), aos 58 anos. Ele foi encontrado morto dentro de seu carro, no Centro de Porto Alegre. Segundo amigos, Luiz ele foi vítima de um infarto fulminante. 

Morador de Porto Alegre, ele também era conhecido como Luizinho e era empresário no ramo de transportes. De 2008 a 2014, ele viveu o Licurgo, sendo um escudeiro de palco do Guri de Uruguaiana (Jair Kobe) em suas produções. A proposta do personagem era ser um gaúcho emo, que não falava em cena. 

Licurgo surgiu em 2008 da necessidade de Jair ter alguém para dividir o palco. “Licurgo tomou uma proporção que nós não imaginávamos. Já me reconheceram duas vezes na rua”, divertiu-se Luiz, debochando de si mesmo, em entrevista ao Diário Gaúcho em 2012.

Durante esse período, Luiz era o Licurgo titular, tendo participado de vídeos virais como a versão para Thriller, de Michael Jackson, em 2009, para YMCA, com o Gurilage People, em 2011 – sempre parodiando o Canto Alegretense.  Às vezes, alguém interpretava o personagem em seu lugar, quando não podia comparecer. Atualmente, Licurgo é vivido por Vitor Leal.

Em entrevista a GaúchaZH, Jair Kobe lamentou a perda do ex-parceiro. O comediante conta que o convite para viver o personagem surgiu da amizade dos dois. Antes, Luiz nunca tinha tido experiência com atuação.

— Como ele era muito engraçado, fiz esse convite para ele. Era uma pessoa divertida. Boa gente, boa-praça. Foi muito competente na execução do  personagem — diz Jair.

Já Joni Jaime Guzenski, amigo de Luiz, descreveu-o como uma “pessoa muito engraçada, muito rápido, muito espirituoso”.

— A presença dele era muito querida. Carismático. Em cinco minutos com ele, tu morria de rir.

Fonte e Imagem: Gaúcha ZH

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Zucco propõe ampliação do teste do pezinho em hospitais públicos

Ampliar a detecção de seis para até 53 tipos de doenças a partir do Teste do Pezinho realizado em recém-nascidos. Este é o objetivo do projeto do deputado Tenente-Coronel Zucco, protocolado esta semana. Atualmente o chamado “teste do pezinho ampliado” é realizado apenas em estabelecimentos privados de saúde. O projeto prevê a realização do exame em hospitais públicos do Rio Grande do Sul.
A proposta de Zucco aperfeiçoa o projeto – aprovado e transformado em lei em 2000 – que prevê o Teste do Pezinho nos hospitais públicos gaúchos. “Trata-se de uma iniciativa fundamental para proteger a saúde dos recém-nascidos que nós, através deste projeto, queremos ampliar e modernizar”, afirmou. O parlamentar acrescenta que o diagnóstico precoce permite aumentar a eficiência do tratamento de diversas doenças, reduzindo a mortalidade infantil.
O Tenente-Coronel Zucco lembra, ainda, que segundo o Ministério da Saúde existem 13 milhões de pessoas no Brasil portadoras das chamadas doenças raras. “Deste total 75% são crianças, o que dá a dimensão da importância da ampliação do Teste do Pezinho”.

TESTE DO PEZINHO

O Teste do Pezinho é realizado entre o segundo e o quinto dia do nascimento do bebê. Consiste na coleta de algumas gotinhas de sangue do calcanhar do recém-nascido com o emprego de um filtro especial. O exame ajuda a diagnosticar doenças metabólicas, genéticas e infecciosas capazes de afetar o desenvolvimento neuropsicomotor do bebê, sem sintomas detectáveis.

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Reunião trata de política de assistência aos apenados

 

O Ministério Público participou, nesta terça-feira, 27 de outubro, de audiência pública para discutir a implantação da metodologia APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) em Alegrete. O evento, ocorrido no Salão do Júri do Foro local, serviu para debater o assunto e apresentar o modelo à comunidade.

O subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais do Ministério Público, Marcelo Lemos Dornelles, destacou que o MP trata a segurança pública como prioridade e a considera essencial para o bem-estar da sociedade. “É necessário olhar para o sistema prisional e buscar alternativas para diminuir os altos índices de reincidência”, disse.

O procurador de Justiça e coordenador do Núcleo de Apoio à Fiscalização dos Presídios do MPRS, Gilmar Bortolotto, salientou que as APACs não são a solução para os problemas do sistema prisional, mas um complemento para melhorá-lo. “É importante não sermos preconceituoso e olhar como as APACs funcionam. O mínimo que eu posso fazer é colocar a minha cara, porque eu acredito nisso. E, se não der certo, a gente terá ao menos tentado mudar algo”, argumentou.

A promotora de Justiça de Alegrete Daniela Fistarol observou que “as APACs têm uma metodologia que se diferencia do sistema prisional tradicional, mas que não deixa de ser uma forma de cumprimento de pena”.

Pelo MP, participaram do encontro, o procurador de Justiça Luciano Pretto e os promotores de Justiça de Alegrete Luiza Trindade Losekann e Rodrigo Alberto Wolf Piton. Estiveram presentes, ainda, o secretário estadual da Administração Penitenciária, Cesar Luis de Araújo Faccioli, o prefeito de Alegrete, Márcio Fonseca do Amaral, o juiz-corregedor do Tribunal de Justiça do Estado, Alexandre Pacheco, o defensor público corregedor, Antônio Augusto Korsack Filho, o presidente da Câmara de Vereadores de Alegrete, Moisés Fontoura, e o juiz da Vara Criminal de Alegrete, Rafael Echevarria Borba

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Pedestre cai na rua dos Andradas

Uma senhora, caiu na rua dos Andradas, na noite deste sábado(24) e foi socorrida pelos Bombeiros.

Com queda, ela bateu a cabeça e teve ferimentos em outros locais do corpo. Não se tem a identificação da vítima e nem a causa da queda, se tropeçou ou teve mal súbito.

Ela foi encaminhada para a UPA.

Foto/vídeo: internauta/divulgação

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