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Empreendedores, seminário aponta muitas oportunidades para apostar em Alegrete

A Semana Municipal do Empreendedorismo, promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação, Ciência e Tecnologia, propiciou durante a sua realização, uma ampla discussão em torno de um tema que direciona Alegrete para o futuro: o empreendedorismo como oportunidade para negócios, geração de renda e emprego. Entre a programação, foi realizado no dia 21, na Câmara de Vereadores, o “II Workshop do CMDA: Empreendedorismo no Setor Agropecuário”, coordenado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário de Alegrete, composto por 20 entidades ligadas ao setor.

O evento trouxe a apresentação de onze cases e ideias voltadas a novos negócios e mostrou perspectivas de desenvolvimento para a região, por meio de projetos que podem ser colocados em prática através de custos compatíveis e ações objetivas e coletivas.

Subsídios ao Novo Plano Agropecuário

Inicialmente, foi apresentado pelo presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Agropecuário de Alegrete, Eng. Agrônomo Leonardo Cera, os resultados do “I Workshop do CMDA: Desafios Futuros para o Desenvolvimento Rural”, realizado durante a 11ª Semana Arrozeira de Alegrete. Evento que teve como objetivo, a partir da metodologia adotada definir as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças de três grandes seguimentos, sendo eles: Culturas anuais (arroz, soja, milho e pastagens);


• Pecuária (ovinos, bovinos de corte, bovinos de leite); Agroindústria (produtos de origem animal e vegetal). Este material, conforme o presidente servirá de base para elaboração do novo Plano Agropecuário do Município de Alegrete, no qual constarão as diretrizes para um
Desenvolvimento sustentável nos âmbitos econômico, social e ambiental. Já as ideias e cases foram apresentadas pelos membros das entidades que compõe o órgão colegiado.

 

A Farinha de Arroz

A Associação dos Arrozeiros de Alegrete, através de sua presidente Fátima Marchezan, apresentou a ideia da “fábrica de farinha de arroz” para o fortalecimento da cadeia produtiva do cereal e estímulo ao empreendedorismo no município e região. A farinha de arroz fornece vitaminas e fortalece os ossos, possui alto teor de fibras, rica em proteínas, é suave e de fácil digestão e, por isso poderia ser introduzida
Inclusive na merenda escolar.
Projetos ‘Jovens no Campo’ e ‘Colhe e Pague’

O Sindicato dos Trabalhadores Rurais, através de seu presidente Jesus Dorneles, apresentou a ideia dos “Jovens no Campo” para alunos do 5º ao 9º ano das escolas rurais, com a carga horária de uma hora semanal. A iniciativa é voltada a manter o jovem no campo com qualidade de vida. A proposta é de implantar o projeto em março de 2019, sendo o polo do Caverá, o Pioneiro.


A Associação dos Pequenos Produtores de Hortifrutigranjeiros de Alegrete, através de seu presidente Pedro Alex, mostrou a ideia do projeto “Colhe e Pague”, em que os consumidores iriam até as propriedades rurais e eles próprios fariam a colheita dos produtos que desejassem, pagando ao final. O objetivo é o aumento da renda familiar, ocupação dos demais membros da família e interação produtor/consumidor. Com o
Tempo, a ideia é preparar esses produtores para receber visitantes em roteiros do turismo rural em suas propriedades.

Valorização da Produção local e o Selo Ambiental

A ideia da “Valorização dos produtos da terra” foi também apresentada pelo produtor Pedro Alex, pela Associação dos Pequenos Produtores Hortifrutigranjeiros de Alegrete em conjunto com a Associação dos Engenheiros Agrônomos de Alegrete, no sentido de que os supermercados da cidade estabeleçam uma cota mínima para compra de produtos dos agricultores familiares da cidade, através de algum incentivo municipal e contrapartidas. Com isso, os produtores teriam garantia de venda de seus produtos e poderiam, assim, investir e fazer a atividade crescer na região.

Frequentemente os produtores do município possuem o produto, mas não consegue comercializar por causa de trâmites burocráticos, e devido a isso, muitas vezes esses alimentos acabam estragando dentro das propriedades. Hoje, Alegrete traz de fora em torno de 98% dos produtos hortifrutigranjeiros que a população consome, o que demonstra o enorme potencial da atividade na cidade, além de que esse dinheiro poderia ficar circulando na economia local.


O case do “Selo Ambiental do Irga”, foi apresentado pelo Eng. Agrícola Douglas Adolpho como uma alternativa de agregação de valor ao arroz produzido dentro de princípios que prezem pela preservação do meio ambiente, que a cada dia ganha mais apelo pela sociedade urbana. O projeto é bem sucedido já alguns anos e pode ser adaptado para outras culturas e produtos.

 

Produção de azeitonas e apicultura sustentável

A olivicultura é uma oportunidade que chega em Alegrete para diversificar sua produção primária. No Rio Grande do Sul já há uma área plantada de mais de 2,5 mil hectares em 58 municípios. Conforme o Técnico em Agropecuário Adil Fernandes, da Secretaria de Agricultura e Pecuária, que apresentou o case “Olivicultura – Uma
Oportunidade”, Alegrete possui uma área experimental no Capivari e plantações nos Pinheiros, Rincão de São Miguel e Queromana. A olivicultura no município tem boas perspectivas pelo clima temperado e solo propício e está incluso no zoneamento da cultura, podendo permitir a produção de azeite de oliva e azeitonas, entre outros produtos.
O Eng. Agrônomo e apicultor Ivan Guterres apresentou pela Associação dos Engenheiros Agrônomos de Alegrete o projeto “Adoçando minha vida com mel”, pelo desenvolvimento de uma apicultura sustentável e diversificação da produção. Inicialmente o projeto consiste na implantação de colmeias em propriedades, com orientação técnica e a industrialização da produção em uma central de beneficiamento
Para geração de renda direta às famílias. Posteriormente há possibilidade de fomentar o desenvolvimento de indústrias farmacêuticas, cosméticas e de alimentos na região que utilizem o mel em sua produção.

Extensão Rural e Troca Solidária

Em outra apresentação, o Zootecnista Roberto Pereira da Secretaria de Agricultura e Pecuária, deu ênfase à extensão rural e fomento à atividade da pecuária familiar com a ideia “ATER – O possível e o que necessário para fazer acontecer”, através da melhoraria das condições técnicas dos extensionista (capacitação e infraestrutura) para prestar um melhor serviço ao produtor, através da inserção tecnológica no campo objetivando melhorar o sistema produtivo e a condição social das famílias que moram na zona rural.

A “Troca Solidária” foi um case apresentado pela Associação dos Engenheiros Agrônomos de Alegrete, através de seu presidente Eng. Agrônomo Leonardo Cera. O projeto consiste na troca de material reciclável por alimentos produzidos pela agricultura familiar em Alegrete. Aconteceria através de uma feira, em que os moradores de bairros menos favorecidos da cidade levariam o material reciclável (latas de alumínio, garrafas pet e papelão) para a troca por alimentos.

Envolveria a participação da associação de produtores de hortifrutigranjeiros, cooperativa de recicladores, órgãos públicos e comunidades carentes. Haverá ganhos ambientais pela separação de lixo reciclável evitando o descarte em locais inadequados e ou aterros sanitários, aumentando a vida útil destes, ganhos econômicos pela geração de renda aos produtores rurais e cooperados das reciclagens e sociais pela integração e inserção de alimentos de qualidade a população de baixa renda.

Verticalização da Agropecuária e estímulo ao Consumo da Carne Ovina

 

O Eng. Agrônomo Ivo Mello, do IRGA, apresentou o trabalho sobre a “Verticalização da produção agropecuária” e os desafios do desenvolvimento sustentável, com o aproveitamento do potencial e disponibilidade da reservação de água na região e diversificação da produção nas propriedades agrícolas, com agregação de renda e sucessão familiar.

Por fim, foi apresentado pelo produtor Evandro Corrêa o projeto “Mais Cordeiros”, de iniciativa da Comissão Jovem do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alegrete, que propõe uma produção familiar de cordeiros destinados para produção de carne, além de incentivar o consumo desse produto na região, gerando emprego e renda e
Um produto diferenciado.

A iniciativa de apresentar os cases e ideias na Câmara de Vereadores teve por objetivo discutir alternativas possíveis de geração de novos serviços, produtos, empregos e geração de renda, propondo aos vereadores que estivessem presente a possibilidade de se tornarem padrinhos ou madrinhas dos projetos a fim de somarem esforços para concretização dos mesmos. 

Departamento de Comunicação – PMA
Por Alair Almeida – Assessor de Comunicação

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151 MEIS são notificadas pela Receita Federal em Alegrete. Confira os números da região

Receita Federal notifica MEI devedores do Simples Nacional. No Rio Grande do Sul foram emitidas 21.049 notificações

Dos dias 11 a 14 de setembro foram disponibilizados, no Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional e MEI, Termos de Exclusão do Simples Nacional e os respectivos Relatórios de Pendências de contribuintes optantes pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos Abrangidos pelo Simples Nacional (Simei), devidos pelo Microempreendedor Individual (MEI) que possuem débitos com a Receita Federal e/ou com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

 

Regularização

Os referidos documentos poderão ser acessados tanto pela aba Simei-Serviços do Portal do Simples Nacional, por meio do Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional e MEI, ou pelo Portal e-CAC do site da Receita Federal do Brasil, mediante código de acesso específico, ou via Gov.BR, conta nível prata, ouro ou certificado digital.

Para evitar a sua exclusão do Simples Nacional a partir de 01/01/2024, o contribuinte MEI deve regularizar a totalidade dos seus débitos, por meio de pagamento à vista ou parcelamento no prazo de 30 dias a contar da data de ciência do Termo de Exclusão.

Mesmo que possua débitos com a Receita Federal e/ou com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e não tenha recebido Termo de Exclusão, recomenda-se que o MEI regularize suas dívidas para que não seja excluído do Simples Nacional e, consequentemente, desenquadrado do Simei, por este motivo, em momento posterior.

 

Fique Atento aos Prazos

A ciência se dará no momento da primeira leitura. Se o contribuinte acessar a mensagem dentro de 45 (quarenta e cinco) dias contados da disponibilização do referido Termo, ou no 45º (quadragésimo quinto) dia contado da disponibilização do Termo, caso a primeira leitura seja feita posteriormente a esse prazo.

 

Contestação e Orientações

O MEI que regularizar a totalidade de suas pendências dentro do prazo mencionado não será excluído pelos débitos constantes do referido Termo de Exclusão, tornando-o sem efeito. Continuará, portanto, no regime do Simples Nacional e enquadrado no Simei, não havendo necessidade de qualquer outro procedimento, sendo desnecessário o comparecimento em qualquer unidade da RFB.

O MEI que recebeu e deseja impugnar o Termo de Exclusão, deverá encaminhar a contestação dirigida ao Delegado de Julgamento da Receita Federal do Brasil, e protocolizá-la via internet, conforme orientado no sítio da Receita Federal do Brasil, menu Serviços > Defesas e Recursos > Impugnar exclusão do Simples Nacional.

Foram notificados, neste momento, 393.678 MEI com significativo valor pendente de regularização, correspondendo a um total de dívidas em torno de R$ 2,25 bilhões.

 

Efeitos

 

O contribuinte MEI que não tenha regularizado, dentro do prazo legal, todos os débitos listados no Relatório de Pendências que acompanha o respectivo Termo de Exclusão, será excluído do Simples Nacional e, automaticamente, desenquadrado do Simei com efeitos a partir de 01/01/2024.

Para mais esclarecimentos, disponibilizamos no link abaixo as respostas para as perguntas mais frequentes sobre o assunto.

 

Quantidades de Termos por Município

 

Na tabela abaixo constam o número de Termos de Exclusão enviados por município da região da jurisdição da Delegacia da Receita Federal em Santa Maria. Cidades com menos de 10 termos não aparecem na tabela.

Município

Termos de Exclusão

Santa Maria

652

Uruguaiana

312

Sant’Ana do Livramento

234

Alegrete

151

Cachoeira do Sul

137

São Gabriel

114

São Borja

109

Santiago

106

Itaqui

96

Rosário do Sul

86

Quaraí

59

Júlio de Castilhos

54

São Sepé

44

Caçapava do Sul

36

Tupanciretã

34

Sobradinho

27

Restinga Sêca

22

Agudo

21

São Francisco de Assis

21

Manoel Viana

17

São Pedro do Sul

16

Arroio do Tigre

16

Cacequi

16

Jaguari

15

Faxinal do Soturno

13

São Vicente do Sul

13

Maçambará

12

Itaara

11

São Martinho da Serra

11

Santana da Boa Vista

11

Fonte:

Gabinete da Delegacia da Receita Federal em Santa Maria

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Cuidado nesta hora…Empresário de Porto Alegre é lesado por empresa de energia solar

Proprietário de restaurantes, investiu em estrutura metálica e buscou financiamento para instalar geradora solar fotovoltaica. O prazo para instalação era agosto de 2021 e mais de um ano depois, a implantação nem sequer iniciou

Foi o não cumprimento dos prazos que lesou o empresário Cleber Scapini, empreendedor do segmento de alimentação de Porto Alegre. Ele mantém três lanchonetes e um restaurante, todos no bairro Santana, nas imediações do Hospital de Clínicas.

Também nas proximidades, ele possui um estacionamento rotativo sobre o qual instalaria as placas de energia solar fotovoltaica que também serviriam como cobertura do espaço.

A empresa lhe ofereceu dois projetos de micro geradora, ambas a serem instaladas no terreno do estacionamento em duas etapas. Para pagar o investimento, Scapini buscou financiamento em bancos e pagou a empresa de engenharia elétrica e solar fotovoltaica sediada em São Leopoldo, no Vale do Sinos.

A promessa era instalar até agosto de 2021, o que, até hoje, 10/9/22, não aconteceu.

Os gestores da integradora afirmavam que já haviam adquirido os kits da importadora, o que não era verdade, pois rastreamento no CNPJ da empresa contratante do serviço demonstrou que nenhum equipamento havia sido comprado, ao contrário do que afirmava a gestora da empresa prestadora de serviço, a mesma pessoa que atribuía o atraso na entrega dos módulos a um problema de importação dos kits de equipamentos da China.

Diversas vezes Scapini buscou a prestadora de serviço para uma solução e nada do que foi combinado foi cumprido. Ele arca com um duplo prejuízo; como não há geração de energia,

Scapini continua pagando uma conta de luz superior a R$25 mil e também com as parcelas do financiamento. Ele também investiu uma grande soma em infraestrutura de serralheria e metais e no aumento da tensão junto à concessionária.

O mais curioso da transação envolvendo Scapini é que a empresa de engenharia tem anos de atividade na Grande Porto Alegre e mesmo tradicional, não prestou o serviço, daí o alerta ao investidor: levantar o histórico da empresa é imprescindível, assim como aferir também a sua solidez.

O relacionamento com a distribuidora, número de reclamações em sites especializados e Procon e ausência de processos judiciais são indicadores relevantes. Uma dica: quanto mais sistemas instalados, mais sólida é a empresa.

Cuidados ao contratar uma empresa de energia solar fotovoltaica

O número de golpes aplicados no setor de energia solar tem se tornado uma prática cada vez mais comum no Brasil. Muitos criminosos vêm se aproveitando da popularização dos sistemas e da falta de conhecimento da grande maioria dos consumidores e até de algumas empresas para praticarem os golpes.

Essa não é a realidade de Alegrete, que se tornou um polo de empresas de engenharia elétrica que projetam e instalam as geradoras (micro e médias) e usinas solares.

Não há fraudes ou crimes relacionados às empresas fundadas ou instaladas em Alegrete e mesmo no RS não identificamos números significativos.

Mas para além da idoneidade das chamadas integradoras, há outros critérios a serem considerados pelo investidor na hora da contratação.

Para o engenheiro eletricista Marnoon Poltozi Vargas, da MicroGrid Energia Solar, os problemas mais recorrentes no mercado brasileiro podem ser divididos em problemas de comercialização, de projeto e de execução.

“Durante o processo de venda pode ocorrer o erro de dimensionamento. Alguns desses erros são inerentes ao processo, e podem ser contornados, mas, em alguns casos, o que é grave, o erro está relacionado a falta de capacitação, qualificação e habilitação técnica do profissional que dá suporte à venda”.

Vargas concorda que mesmo raro na nossa região, há casos em que o vendedor se faz passar por engenheiro eletricista ou técnico e não o é.

Com relação ao projeto, a ocorrência mais comum é a distribuidora não aceitar o projeto por ter sido mal avaliado nos itens entrada de energia (medição), sistema de proteção, cabos e a subestação, que é a transformação de média para baixa tensão.

”Por alguns desses problemas, a distribuidora pode negar a implantação e assim o cliente acaba sendo lesado”, explica Vargas. A empresa de engenharia precisa manter sempre o cliente plenamente informado e antes da assinatura do contrato, é importante que um técnico seja enviado ao local para verificar, preventivamente, a entrada de energia e a posição das placas.

“Somente após cumprir essas etapas, o serviço contratado passa a ser executado”, complementa o engenheiro.

Segundo as explicações de Vargas, há 3 atores no processo: o cliente, a empresa de engenharia e a distribuidora que é o elemento fundamental, mas que também pode cometer erros, por isso a importância da engenharia manter o cliente ciente de cada etapa e demonstrar de forma transparente, todo o processo de execução, incluindo a aferição dos prazos acertados em contrato com a integradora e com a distribuidora.

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Indústria responde ao “fica em casa” com crescimento

A produção industrial brasileira aumentou 0,3% em maio na comparação com abril, na série com ajuste sazonal. Em relação ao mesmo mês de 2021, na série sem ajuste, a indústria cresceu 0,5%. 

Ao assinalar variação positiva em maio, a produção industrial marcou o quarto mês seguido de expansão. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (05) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Três das quatro grandes categorias econômicas e 19 das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram avanço na produção. No entanto, o setor industrial ainda se encontra 1,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 17,6% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

Entre as atividades, as influências positivas mais importantes foram assinaladas por máquinas e equipamentos (7,5%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (3,7%), com ambas voltando a crescer após recuarem no mês anterior: -3,1% e -4,6%, respectivamente.

Outras contribuições positivas relevantes sobre o total da indústria vieram de produtos alimentícios (1,3%), de couro, artigos para viagem e calçados (9,4%), de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (5,5%), de outros equipamentos de transporte (10,3%), de produtos diversos (9%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (7,5%) e de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (3,6%).

Por outro lado, entre as sete atividades com quedas na produção, indústrias extrativas (-5,6%) e outros produtos químicos (-8%) exerceram os principais impactos em maio.

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