Alegrete facilita empresas gerarem empregos na cidade

Com a recuperação lenta e gradual da economia brasileira, Alegrete experimenta números positivos na criação de empregos formais. Apesar de a renda ter tido um leve declínio detectado em quase todo o Brasil durante a recessão, a notícia neste setor vem melhorando e apontam para um futuro mais otimista. A prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação Ciência e Tecnologia (SEDEC), vem monitorando o cenário de empregos e de empreendedorismo na cidade por meio de pesquisas internas ou nos diversos bancos de dados como Caged do Ministério do Trabalho; SIDRA do IBGE; DIEESE; DataSebrae do SEBRAE; EstBan do Banco Central; Sinac da Receita Federal; entre outros, traçando assim um perfil do município e entendendo melhor o comportamento do trabalho em Alegrete.


Para o secretário da pasta de Desenvolvimento Econômico, Jesse Trindade dos Santos, procurar entender o cenário do trabalho em Alegrete ajuda no planejamento de ações que fortiquem a manutenção destes postos de trabalho ou incentivem a criação de novos empregos nos diversos setores da economia alegretense. “É uma cadeia de benefícios sociais e econômicos que se cria quando um empresário emprega alguém, pois com mais gente empregada, mais a economia cresce e mais benefícios o empresário terá e a cidade também. O emprego gerado é a mola propulsora da economia local e da nação. Uma ação gera outra, é uma roda que precisa girar positivamente”, reflete o secretário.

Um dos levantamentos do mercado de trabalho feito recentemente se refere ao perfil dos últimos 15 meses, que compreende desde julho de 2017 a outubro de 2018. A Sedec monitorou o emprego formal de cinco grandes setores: Comércio, Serviços, Agropecuária, Construção Civil e Indústria de Transformação e identificou pro cada grande setor as cinco ocupações (CBO) que mais admitiram neste período. “Este tipo de levantamento nos permite traçar políticas de incentivo em setores econômicos mais precários ou até mesmo de garantir que setores mais pujantes continuem gerando emprego e renda para o município”, explica Jesse.

Neste período, Alegrete figurou no Estado como cidade geradora de postos de trabalho. O saldo criado (admissões menos os desligamentos) foi de 1038 postos com carteira assinada. “É visível a melhoria econômica não só na criação de postos de trabalho, mas também na criação de atividades por conta própria com uma boa procura por abertura de MEIs (Microeemprendedor Individual) no Espaço do Empreendedor”, destaca.

Departamento de Comunicação – PMA

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