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Ainda sem resposta. Como os assaltantes sabiam sobre a folha salarial?

 
O Setor de Investigação da Polícia Civil ainda está investigando o assalto realizado contra a padaria Rosariense, no último final de semana, e de onde os ladrões levaram cerca de R$ 13 mil. Uma dupla, segundo as câmeras de vigilância, estavam rondando o estabelecimento comercial, na avenida Assis Brasil, esquina com a Júlio de Castilhos, e por volta das 10h deram o bote.
A dupla, chegou de moto Titan, cinza, entrou de capacete no local, sendo que os dois homens estavam armados, segundo informou o www.noalegrete.blogspot.com. Um deles ficou no caixa e o outro subiu ao segundo piso onde fica o setor administrativo e anunciou para a funcionária o assalto.
“O certo é que eles tinham informação privilegiada sobre a rotina da padaria”, disse um dos policiais civis que está trabalhando no caso. O fato é que a partir das 10h30min estava previsto o pagamento dos funcionários, porque era o início do mês. 
O ataque foi ousado e rápido, porque o local é de grande circulação de pessoas. No andar de cima, o homem obrigou a funcionária levá-lo até o local onde estava a folha de pagamentos e de lá levou a quantia de cerca de R$ 13 mil. 
Depois disto, saíram rápidos, de moto, sem nunca tirar o capacete. A moto foi em direção à rua Bento Manoel. A BM fez o resgate das imagens das câmeras de videomonitoramento. 
OUTRO CASO- A Polícia Civil não confirma o ataque feito no início desta semana, a uma revenda de gás naquela mesmo região da cidade. Segundo informações apuradas pelo EQ um cara também chegou ao local e tentou o assalto, mas como estava tudo fechado e o ronda acionou o alarme, ele fugiu alto do chão. Teria sido visto pela empresa de vigilância, mas conseguiu escapar. 
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Vídeo-Um recém-nascido de cinco dias foi salvo por bombeiro em Alegrete

Recém-nascido de cinco dias foi levado pelo pai ao Quartel da guarnição de Bombeiros da cidade por volta das 21h e 20min do dia 20/11.

A menininha estava com asfixia por leite materno e foi socorrida logo no estacionamento da corporação pelo único soldado que estava de plantão. (assista ao vídeo)

O soldado efetuou o procedimento padrão para esses casos e conseguiu desobstruir as vias aéreas do bebê.

Um dos homens que aparece nas imagens (com a mão na cabeça) é o pai da criança, Leandro.

O outro homem e a mulher estavam passando na rua onde o casal mora, quando foram abordados pela mãe da criança. Na hora, toparam levar a pequena Júlia e o pai dela, Leandro, para o quartel dos  Bombeiros.

O  Bombeiros Josué Martins dois anos de farda conta que é a primeira vez que ele atuou numa situação assim.

Imagens: Jewison Cabral/RBS TV

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Operação passa o rastilho no trafico na fronteira

No data de hoje, 20 de novembro de 2020, policiais da DRACO-Uruguaiana e agentes da Operação Hórus, coordenados pelo Delegado André Serrão, realizaram a prisão em flagrante de três pessoas, sendo duas mulheres D.S.C, 28 anos e S.I.S.M, 31 anos; e um homem J.B.A, 33 anos, nos bairros de São Miguel, Santana e São João, no município de Uruguaiana.

Com os três conduzidos foram apreendidos: 8,3 kg de maconha; 18,3 kg de cocaína; 67,9 kg de maconha; duas balanças de precisão e telefones celulares; totalizando prejuízo de aproximadamente R$ 2.200.000,00.

A ação foi resultado de mais de um ano de empenho da equipe da DRACO que culminou em setembro deste ano com a Operação Centurion, desencadeada para investigar célula criminosa que comanda a venda de drogas no município.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul está sempre pronta para SERVIR e PROTEGER, acredite e denuncie.

DENÚNCIAS PODEM SER FEITAS ATRAVÉS DOS TELEFONES: 3413-5049 ou 3413-1951. A identidade será mantida em sigilo.

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Defensoria Pública estadual emite nota de repúdio pela morte de homem na capital

Morreu. Morreu porque era negro. A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul vem, pela presente nota oficial, prestar condolências à família de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos que, na noite de 19 de novembro de 2020, véspera do Dia da Consciência Negra, foi violentamente agredido nas dependências do supermercado Carrefour, na zona norte de Porto Alegre, e veio a falecer. Embora o caso ainda esteja sob investigação, as imagens de extrema violência veiculadas na imprensa e em redes sociais falam por si.

É inadmissível que um brutal homicídio nas condições visualizáveis, com nítidos contornos racistas, seja tolerado em um Estado Democrático de Direito. Os fatos exigem da sociedade gaúcha explícitas e públicas manifestações de indignação, frente ao nítido crime de ódio perpetrado por dois homens brancos.

A situação e seu contexto são de extrema gravidade e a Defensoria Pública, como expressão e instrumento do regime democrático, assevera que não haverá qualquer espécie de tolerância, permissividade ou conivência com o racismo, expresso letalmente no caso concreto

Negras e negros possuem o direito de viver e existir como sujeitos de direitos e a Defensoria Pública não medirá esforços para a concretização de tais garantias cidadãs e, acima de tudo, para abolir qualquer forma de discriminação racial.

O homicídio de João causa consternação e tristeza e, observado o devido processo legal e a ampla defesa, não ficará impune, para o bem da história da sociedade gaúcha e do Brasil.

Enviado por: Assessoria de Comunicação Social/Defensoria Pública do RS

 

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