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Caminhoneiros avisam pelo whats que vão parar

Os caminhoneiros voltaram a movimentar os grupos de mensagem no WhatsApp desde o anúncio da alta de até 14% no preço do litro do diesel, anunciado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na última sexta (31). Com o aumento, o litro do combustível passou de R$ 2,0316 para R$ 2,2964.

Alguns caminhoneiros afirmam que já há movimentação para que a categoria volte a parar, como aconteceu em maio deste ano. A greve dos caminhoneiros deflagrada no primeiro semestre de 2018 gerou uma crise no abastecimento de combustível e alimento em todo o país até que o governo fechou um acordo com a categoria.

Entre as medidas adotadas estava a do congelamento do preço do combustível. Por três meses, o preço do diesel permaneceu o mesmo e o governo garantiu o subsídio de R$ 0,30 por litro do combustível até o fim deste ano.

Em nota, a União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC) já afirmou que a categoria fará uma nova paralisação após o feriado de 7 de setembro. Algumas lideranças tentam acalmar os ânimos entre os caminhoneiros e organizar um ato na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Na noite deste sábado (1º), a agência divulgou uma nota em seu site afirmando que irá promover os ajustes na tabela do frete, conforme previsto na lei sancionada pelo presidente Michel Temer. A lei que estabeleceu a nova política de frete prevê revisão dos pisos mínimos caso o combustível tenha oscilação superior a 10%, como aconteceu na última sexta.

A intenção de algumas lideranças da categoria é de que, se a ANTT não cumprir com os ajustes previstos em lei até 7 de setembro, os caminhoneiros façam uma nova paralisação. (Com informações da FolhaPress)

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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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