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Mulher se separa, é ofendida e acaba saindo das tamancas contra o ex

 
 
Uma mulher saiu das tamancas depois da separação. Estava casada com um cara já algum tempo, mas o relacionamento começou a se desgastar e ela resolveu se separar. O problema é que não está fácil o fim do que já foi uma linda história de amor, com paixão tórrida e dias que eram para ser inesquecíveis e agora se tornaram fontes de ofensas e lembranças desastrosas.
Nesta semana o cara deu um desdobre pra ir até a antiga residência, mas acabaram numa grande bateção de boca. Foi pelo telefone, e o ex marido encheu a osso a mulher, com ofensas, com ameaças e levantando suspeitas sobre a predisposição dela em ter parceiros simultâneos para colocar suas fantasias em dia, e, assim extrapolar sua verdadeira identidade secreta, a de vagamba insaciável.
Ela ficou desnorteada com esta acintosa conclusão do ex marido, baseada em falsas suposições para levantar calúnias e inferir fatos desabonatórios à sua conduta casta. Ele procurou a pior estratégia para resolver o problema, porque ao tentar adentrar a casa, para pegar seus inseparáveis carpins, que usava até na hora do amor, e mais uns paninhos básicos, ela lhe prendeu o braço. “Toma que te mandaram” disse a mulher, enquanto lhe abotoava com um tapão no pescoço e daí foi uma sequência durante a tunda que ela lhe deu.
Na DPPA ela disse que não é nada do que o marido lhe adjetivou. Também não gosta de falar sobre os sucessivos fracassos dele por conta do carpim mágico, com furo no dedão, que ele teimava em garantir que fazia parte de uma mandinga da mãe dinah, pra se tornar portentoso. Sempre o efeito era o contrário, mas a queixa dela não entraria em tais detalhes e pediu medidas protetivas e vai a ferro, porque o processo de separação já está em andamento com as papeladas. “Agora me chamar de vagabunda?! Isto não violão”, disparou, quente do osso.
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Vídeo-Um recém-nascido de cinco dias foi salvo por bombeiro em Alegrete

Recém-nascido de cinco dias foi levado pelo pai ao Quartel da guarnição de Bombeiros da cidade por volta das 21h e 20min do dia 20/11.

A menininha estava com asfixia por leite materno e foi socorrida logo no estacionamento da corporação pelo único soldado que estava de plantão. (assista ao vídeo)

O soldado efetuou o procedimento padrão para esses casos e conseguiu desobstruir as vias aéreas do bebê.

Um dos homens que aparece nas imagens (com a mão na cabeça) é o pai da criança, Leandro.

O outro homem e a mulher estavam passando na rua onde o casal mora, quando foram abordados pela mãe da criança. Na hora, toparam levar a pequena Júlia e o pai dela, Leandro, para o quartel dos  Bombeiros.

O  Bombeiros Josué Martins dois anos de farda conta que é a primeira vez que ele atuou numa situação assim.

Imagens: Jewison Cabral/RBS TV

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Operação passa o rastilho no trafico na fronteira

No data de hoje, 20 de novembro de 2020, policiais da DRACO-Uruguaiana e agentes da Operação Hórus, coordenados pelo Delegado André Serrão, realizaram a prisão em flagrante de três pessoas, sendo duas mulheres D.S.C, 28 anos e S.I.S.M, 31 anos; e um homem J.B.A, 33 anos, nos bairros de São Miguel, Santana e São João, no município de Uruguaiana.

Com os três conduzidos foram apreendidos: 8,3 kg de maconha; 18,3 kg de cocaína; 67,9 kg de maconha; duas balanças de precisão e telefones celulares; totalizando prejuízo de aproximadamente R$ 2.200.000,00.

A ação foi resultado de mais de um ano de empenho da equipe da DRACO que culminou em setembro deste ano com a Operação Centurion, desencadeada para investigar célula criminosa que comanda a venda de drogas no município.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul está sempre pronta para SERVIR e PROTEGER, acredite e denuncie.

DENÚNCIAS PODEM SER FEITAS ATRAVÉS DOS TELEFONES: 3413-5049 ou 3413-1951. A identidade será mantida em sigilo.

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Defensoria Pública estadual emite nota de repúdio pela morte de homem na capital

Morreu. Morreu porque era negro. A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul vem, pela presente nota oficial, prestar condolências à família de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos que, na noite de 19 de novembro de 2020, véspera do Dia da Consciência Negra, foi violentamente agredido nas dependências do supermercado Carrefour, na zona norte de Porto Alegre, e veio a falecer. Embora o caso ainda esteja sob investigação, as imagens de extrema violência veiculadas na imprensa e em redes sociais falam por si.

É inadmissível que um brutal homicídio nas condições visualizáveis, com nítidos contornos racistas, seja tolerado em um Estado Democrático de Direito. Os fatos exigem da sociedade gaúcha explícitas e públicas manifestações de indignação, frente ao nítido crime de ódio perpetrado por dois homens brancos.

A situação e seu contexto são de extrema gravidade e a Defensoria Pública, como expressão e instrumento do regime democrático, assevera que não haverá qualquer espécie de tolerância, permissividade ou conivência com o racismo, expresso letalmente no caso concreto

Negras e negros possuem o direito de viver e existir como sujeitos de direitos e a Defensoria Pública não medirá esforços para a concretização de tais garantias cidadãs e, acima de tudo, para abolir qualquer forma de discriminação racial.

O homicídio de João causa consternação e tristeza e, observado o devido processo legal e a ampla defesa, não ficará impune, para o bem da história da sociedade gaúcha e do Brasil.

Enviado por: Assessoria de Comunicação Social/Defensoria Pública do RS

 

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