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Lançado tema da Semana Arrozeira de 2016

10ª edição da Semana Arrozeira vai discutir entraves e oportunidades

taipeiros 

Na noite desta quinta-feira, 2 de junho, foram revelados o tema e a marca da décima Semana Arrozeira de Alegrete. Com o slogan “Cadeia Produtiva do Arroz: Entraves e Oportunidades”, o objetivo para o evento de 2017 é o de debater alternativas para os problemas enfrentados pelo setor e encontrar soluções para que os produtores possam enfrentar a crise.

De acordo com a presidente da Associação dos Arrozeiros de Alegrete, Fátima Marchezan, a decisão sobre o tema foi por causa das constantes mudanças de cenário políticos e econômicos que afetam também a orizicultura. “Temos um ano para planejar a Semana Arrozeira, mas em um ano muita coisa muda. Por isso optamos por um tema mais amplo”, explicou. 

A dirigente também avaliou que a ideia é trazer alternativas para os arrozeiros para os gargalos encontrados no setor. “Sempre que fazemos um estudo de uma cadeia produtiva e nos deparamos com alguns entraves, podemos também observar oportunidades. Se temos um preço baixo no produto, precisamos encontrar alternativas e agregar valor para não sermos escravos do preço”, afirmou.

Também foi momento de homenagear os nomes que fazem a história do setor orizícola na região. Cinco pessoas que contribuíram para o desenvolvimento dos arrozeiros foram agraciadas com o troféu O Taipeiro, em uma cerimônia de casa lotada no CTG Farroupilha. Foram homenageados os produtores Cecilia Silveira, Leonir Guerra Ereno, Darci Casarotto e João Tondolo e o engenheiro agrônomo Luís Augusto Franco Alves.

Na ocasião, também foram entregues os cheques e apresentados números do Pagapedra, programa de auxílio contra o granizo. Na safra 2015/2016, 72 produtores foram cobertos pelo programa, com 21,8 mil hectares assegurados. Houve sinistro em uma área de 14,96 hectares com o pagamento R$ 13,9 mil de indenização. Quatro áreas, com 210 hectares atingidos por enchentes também foram indenizadas.

A Semana Arrozeira é realizada pela Associação dos Arrozeiros de Alegrete com co-participação da Unipampa e tem o patrocínio do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Sicredi, Fertilizantes Heringer, Super Tratores, CAAL, Kepler Weber e Caixa Econômica Federal. Mais informações sobre o evento estão no site www.semanaarrozeira.com.br.

Fotos: Flávio Burin/Divulgação
Texto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective

 

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Em Campo

Como sempre, a safra turbina números do emprego em Alegrete

Mesmo com todos os efeitos da pandemia de Covid-19, Alegrete segue apresentando saldo positivo na criação de empregos no ano de 2021. Foi o que apontaram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, divulgados nesta terça-feira (30). Segundo o Caged, as empresas da cidade admitiram 512 novos funcionários, contra 412 desligamentos, um saldo positivo de 100 vagas.

Fevereiro foi o mês com maior número de admissões, com 287, enquanto no mês de janeiro, foram 225. Os dados do Caged apontam ainda, o setor de indústria como o maior responsável pelo aumento de vagas de emprego no Município. O setor de Serviços e Construção também apresentaram resultados positivos.

Os números de 2021 superam os de 2020, no período em que não havia pandemia, no qual Alegrete registrou um saldo positivo de apenas 01 vaga.

De acordo com a secretária Caroline Figueiredo, o saldo positivo do CAGED, demonstra que Alegrete está no caminho certo na Retomada da Economia, as empresas estão se conscientizando da importância de se estruturar para melhor atender seus clientes.

“Acreditamos que conforme o número de pessoas imunizadas cresce, o número de pessoas positivadas com a COVID-19 diminui, reduzindo o número de pessoas internadas e consequentemente o número de óbitos, isso acarretará medidas menos restritivas, refletindo positivamente na economia como um todo”, declarou a secretária.

 

Imagem: Linhares

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Em Campo

Produtor doa vaca em leilão para ajudar a Santa Casa. A vaca triplicou de preço

O tradicional leilão semanal das quintas-feiras, da Agenda Remates, teve uma pitada especial. O produtor rural, Joaquim Pedroso, doou uma vaca brangus, dentro da campanha Agro Fraterno.

Esta é uma iniciativa de produtores ruais de Alegrete, que tem por objetivo adquirir três respiradores para a Santa Casa de Caridade.

Durante o leilão, a vaca foi arrematada por R$ 4.500,00. Daí voltou à pista, em nova doação, e foi vendida pelo mesmo valor.

Voltou novamente e foi arrematada e colocada em pista. Na terceira vez conseguiu fechar um faturamento de R$ 13.200,00.

 

Este montante vai servir para a compra dos novos respiradores. Quem quiser se somar à campanha basta fazer um depósito no Sicredi, agência 0523, conta poupança 28.413-3, em nome do Sindicato Rural de Alegrete.

 

 

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Em Campo

Marfrig dá férias coletivas devido a falta de gado e aumento de casos de Covid

A partir da próxima  segunda-feira(1/3) os trabalhadores da planta Frigorífica do Marfrig em Alegrete receberão férias coletivas de 15 dias.
Em entrevista ao programa Página 2, transmitido pelo Jornalista Paulo de Tarso em live do Em Questão, o presidente do Sindicato da Indústria da Alimentação, Marcos Rosse, mostrou preocupação com as férias coletivas. ” O gerente de RH disse que a motivação é a falta de gado para abate e os casos de Covid em setores estratégicos da indústria, cuja mão de obra especializada, não consegue ser substituída de pronto, como balanceiros do abate e serra”.
Os abates, já estão se dando de forma escalonada. Desde a semana passada devido à falta de animais, chegando abater apenas 300 cabeças por dia, sendo que a planta local exige um abate médio de 700. Segundo Rosse, a indústria está com estoque suficiente para atender as demandas no período de férias coletivas.
Em relação, aos carregamentos para contratos de compras com outros países, como os EUA, pode ser abastecido pela planta de Bagé.
Uma inspeção de auditores dos EUA foi transferida para o final de março, o que segundo Rossi é crucial para definir o mercado para China e o futuro dos abates em Alegrete. A sanidade dos animais, o ambiente funcional e dos trabalhadores são fatores determinantes, para que outros países aceitem ou continuem comprando carne do Brasil.
Até esta quarta-feira(24) 21 trabalhadores positivaram para covid-19. Num dos casos, o paciente está entubado na UTI.
 
“Caberá aos trabalhadores, terem consciência de ficar em casa no período de férias, para não contraírem Covid. O acordo de férias coletivas foi homologado na Justiça do Trabalho e abrangerá o máximo possível de trabalhadores, permanecendo ativos apenas os que são responsáveis, pela manutenção” disparou o líder sindical.
 
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