Em Campo
Missa na matriz, marca o início da Semana Arrozeira
A proposta da nona edição da Semana Arrozeira é discutir os principais temas que norteiam a produção de arroz e os gargalos que prejudicam setor. O evento é promovido pela Associação dos Arrozeiros de Alegrete e ocorre de 29 de maio a 4 de julho no município de Alegrete e se estende também à Quaraí. A programação será realizada no CTG Farroupilha durante à noite e nas diferentes localidades rurais durante o dia.
Confira a programação:
27/05 – sexta-feira
19h – Missa de Ação de Graças – Igreja Matriz
29/05 – domingo
Patrocinador da noite: IRGA
- Resultados do Projeto Adubar, Custos da lavoura de Arroz e Entrega do Selo Ambiental (IRGA)
- Vice-governador José Paulo Dornelles Cairoli
30/05 – segunda-feira
E.M.E.B. João Cadore – Localidade: Angico
PANORAMA DO AGRONEGÓCIO E REDUÇÃO DE CUSTOS NA LAVOURA
Início: 19:30
- O agronegócio no cenário atual e projeções para 2017 –Miguel Daoud.
- Programa Produtores de Água: Devanir Garcia dos Santos – ANA
Cases:
- Comparando custos: o uso do pivô e de politubos em relação ao método tradicional de irrigação.Agropecuária Parcianello – Geovano Parcianello.
- Pagamento por Serviços Ambientais aos produtores – Comitê do Rio Pardo.
- Redução de custos na produção de arroz através do uso de energias alternativas – Presidente da Emater Clair Tomé Kuhn.
Moderador: Ivo Mello (IRGA).
31/05 – terça-feira
RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS E MEIO AMBIENTE
E.M.E.B. Alfredo Soares Leães – Localidade do Rincão de São Miguel.
Patrocinador da noite: HERINGER
Início: 19:30
- Recolhimento e destinação adequada de embalagens de defensivos agrícolas:Marcelo Lerina – InpEV.
- Projeto AGROTRÍPLEX: ações conjuntas para recuperação e reestruturação das estradas rurais não pavimentadas: Fátima Marchezan – Presidente da Associação dos Arrozeiros de Alegrete.
- Situação das estradas estaduais e perspectivas de recuperação. Secretaria de Transporte e Mobilidade do RS. (palestrante a confirmar).
- Plano Estadual de Conservação de Solos e Água: Secretário de Agricultura Ernani Polo.
Moderador: Prof. Dr. Roberlaine Ribeiro Jorge (UNIPAMPA).
1º/06 – quarta-feira
E.M.E.B. Murilo Nunes de Oliveira – Localidade da Conceição.
ENERGIA ELÉTRICA: CUSTOS, CONSUMO EFICIENTE E ALTERNATIVAS PARA A FRONTEIRA OESTE
Patrocinador da noite: CAAL
Início: 19:30
- Eficiência elétrico-hidráulica na lavoura de arroz – Eng. Eletr. Dr. José Wagner Kaehler Professor do Curso de Engenharia Elétrica da UNIPAMPA.
- Composição tarifária e investimentos da AESSUL na região da Fronteira Oeste –Sérgio Machado – Gerente de Obras e Manutenção eNewton Santos – Gerente de Planejamento e Engenharia da AESSUL.
- Investimentos da AESSUL na região da Fronteira Oeste (AESSUL).
- Deficiências na rede elétrica: Darci Roberto Schinaid – SIRTEC.
- Lançamento do Plano Energético do Estado: Secretário de Minas e Energia do EstadoLucas Redecker.
Moderador: Henrique Dornelles (FEDERARROZ).
02/06 – quinta-feira
Parque de Exposições do Sindicato Rural de Quaraí.
Patrocinador da noite:SICREDI
Início: 19:30
- ENTREGA DO TROFÉU TAIPEIRO – Show do Cristiano Fantinel.
- ENTREGA DO CHEQUE DO PAGA-PEDRA.
- LANÇAMENTO DA 10ª SEMANA ARROZEIRA
13:30 – Reunião de produtores com a FEDERARROZ.
04/06 – sexta-feira
E.M.E.B. João André Figueira / CTG Oswaldo Aranha – Localidade do Durasnal.Jantar/Baile do Arroz
- Início às 20:00 h
- Animação da Banda Sax e Show da Escola de Dança Ballerina
- Ingressos na Associação dos Arrozeiros de Alegrete
Em Campo
Noite dramática desperta o heroísmo de produtores no combate à incêndios
Em madrugada dramática, a senhora Ivanete Dambrós Petrocelli, junto com os filhos, vizinhos e amigos se uniram para salvar propriedades de fogo que começou na estância da Charua
Na madrugada deste dia 20 de março, um incêndio de grandes proporções atingiu a localidade do Vasco Alves, em Alegrete. Ivanete Dambrós Petroce
lli, com a ajuda de filhos, amigos e vizinhos, lutou contra as chamas que ameaçavam casas, plantações e animais.
A comunidade usou baldes, pelegos molhados, um trator e máquinas de passar secantes para tentar controlar o fogo, que começou na manhã anterior na estância da Charua e se intensificou à tarde.
Apesar de um controle inicial, um foco remanescente reacendeu o incêndio, levando a uma situação crítica. Os esforços para combater as chamas duraram das 19h até às 3h da madrugada seguinte.
Ivanete criticou a falta de apoio dos órgãos públicos, afirmando que, mesmo após buscar ajuda do exército, bombeiros e prefeitura, a resposta foi insuficiente, deixando a comunidade a enfrentar a calamidade com seus próprios recursos.
O fogo, que ocorreu a cerca de 23 quilômetros de Alegrete, afetou diretamente as propriedades Santo Antônio e Estância da Árvore.
Moradores, incluindo funcionários e proprietários das áreas afetadas, uniram-se para combater o incêndio, utilizando um trator e técnicas improvisadas. Apesar da gravidade, a ausência de ventos fortes evitou que o incêndio se intensificasse ainda mais. A comunidade conseguiu controlar o fogo, evitando danos maiores.
O DESABAFO DE UMA MÃE DIANTE DA LUTA CONTRA UMA SITUAÇÃO GRAVE
Venho aqui com uma revolta mto grande, ontem mais uma vez, a zona rural do nosso município foi deixada à própria sorte. Um incêndio de grande proporção que começou cedo tomou conta de várias terras, colocando em risco casas, plantações, animais e vidas. Diante do desespero que estavamos enfrentendo, buscamos ajuda dos órgãos públicos, mas o que recebemos? Silêncio, descaso e promessas vazias.
Sem outra alternativa, os próprios moradores incluindo meus filhos, tiveram que se unir e enfrentar as chamas com as próprias mãos, usando baldes, pelegos molhados, tratores, pulverizadores e a força da união. Enquanto o fogo avançava, percebemos que aqueles que deveriam proteger e apoiar a população simplesmente nos abandonaram. Fui atrás do exército, bombeiros, prefeito, e oque recebi? Estamos vendo, se fosse depender do resolver deles teria pego fogo em todas casas.
Até quando vamos assistir a esse descaso? Até quando a zona rural será ignorada? Precisamos de respostas, precisamos de investimentos, precisamos ser ouvidos! Hoje apagamos o fogo sozinhos, mas amanhã, quem garantirá que não perderemos tudo??
Aqui estão os verdadeiros heróis, não teve avião, não teve bombeiros que contessem o fogo, foram eles que passaram o dia inteiro, e noite a dentro tentando apagar aquele imenso fogo pra não pegar nas casas.
Cidade
Sol de rachar não impede Meneghetti de se unir aos moradores para fazer mutirão
Temperatura bem acima dos 40 graus centígrados e em pleno domingo. Mutirão de Limpeza no Campo do Palmeiras. Meneghetti contou com a ajuda do setor do agronegócio
No dia do descanso semanal, era 7h30 e o sol com seus 38 graus, não foi páreo para as famílias que participam com seus filhos do projeto de Futebol no Campo do Palmeiras, dessem início ao mutirão de limpeza tanto do campo de jogo, tanto do local de refúgio, que fica entre árvores.
O local fica no bairro Capão do Angico. Um esforço para garantir que a área de lazer ficasse mais aprazível para todos.
O Vereador Leandro Meneghetti (PL), a convite do grupo participou ativamente da atividade, onde contou com o auxílio de amigos do setor do agro para ajudar na limpeza e também com máquina e implemento para a retirada dos entulhos.
O POVO PELO POVO
Antes de iniciar os jogos, a motivação uniu homens, mulheres e crianças, que juntaram garrafas, latas, plásticos, metais e até uma cama com colchão para deixar o local prazeroso para todos.
“Mesmo com a falta de infraestrutura nós continuamos confiantes em levar adiante esse projeto que tanto agrega para as famílias que apoiam ativamente seus filhos. Hoje fizemos essa atividade e deu muito certo pelo apoio de todos.”, comenta Marta, uma das dirigentes do projeto.
O final das atividades culminou com uma ação dos participantes do projeto onde foram entregues kits de material escolar às crianças e também foi servido cachorro quente e refrigerante.
“ Foi uma ação simples, que contou com a ajuda de todos, onde o objetivo foi o de deixar um lugar melhor para as famílias que vem prestigiar e apoiar seus filhos, que na maioria das vezes não tem aonde ir e também de conscientizar a população de ajudar mais nessa questão do lixo e de outros materiais que são descartados em qualquer lugar. Reforço que cada um precisa fazer sua parte, constantemente, a questão ambiental também é sinônimo de saúde, educação”, fala Meneghetti.
Ele também se emocionou com o gesto do mutirão que está ajudando crianças e adolescentes a saírem do ciclo de drogadição, alcoolismo, violência e outras questões sociais que são preocupantes aos órgãos públicos.
Em Campo
“Ambientalismo” mira o bioma pampa
Pesquisadores e ambientalistas buscam soluções sustentáveis para proteger a biodiversidade do Pampa
No Sul do Brasil, uma batalha ambiental está em andamento para preservar a rica biodiversidade do Pampa, um bioma que enfrenta desafios devido à entrada de espécies exóticas e práticas de silvicultura.
Essas atividades já resultaram na perda de mais de 30% da vegetação nativa ao longo das últimas quatro décadas. A situação mobiliza pesquisadores e militantes ambientalistas que buscam na ciência as metodologias adequadas para combater as espécies invasoras, respeitando os diferentes contextos em que são empregadas nas atividades econômicas do Estado.
O Pampa, que recobre 63% do estado do Rio Grande do Sul, é uma região de campos nativos sob clima subtropical, abrigando pelo menos 12.503 espécies de plantas, animais, fungos e bactérias.
Este bioma, que se estende também pelo nordeste argentino e todo o Uruguai, totalizando uma superfície de 100 milhões de hectares, enfrenta uma acelerada conversão de sua vegetação nativa.
Entre 2008 e 2018, três milhões e meio de hectares foram destruídos pela ação antrópica no Rio Grande do Sul, com apenas 3,23% do bioma sob proteção ambiental.
A pressão pela supressão da vegetação nativa vem de todos os lados, com a agricultura ostensiva e o plantio de pinheiros exóticos sendo alguns dos principais vetores de pressão.
A invasão de espécies de gramíneas exóticas, como o capim-annoni, que ocupa cerca de 20% das áreas originais do bioma, é outro problema.
O manejo inadequado dos campos, seja pelo excesso de pastejo pela pecuária ou pela remoção de pastejadores, favorece a expansão de espécies arbóreas e a formação de bancos de areia.
Diante deste cenário, cientistas e membros do terceiro setor buscam caminhos para que o Pampa não apenas sobreviva, mas também prospere, sem remover as atividades econômicas e socioculturais historicamente desenvolvidas na região.
A pecuária extensiva em campo nativo é apontada como uma atividade econômica compatível com a conservação da biodiversidade, sendo o gado considerado um aliado neste processo.
Iniciativas como a Alianza del Pastizal buscam incentivar produtores rurais a promover a conservação de áreas de campo nativo dentro de suas propriedades, através de técnicas de manejo favoráveis ao meio ambiente.
A região da área de proteção ambiental do Ibirapuitã, criada em 1992, é especialmente importante para os estudos de recuperação ambiental, abrigando uma das regiões mais bem preservadas do Pampa.
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