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Educação

Projeto leva o debate do buillyng para dentro da sala de aula

A professora Marilene Vargas tem reunido profissionais de diferentes áreas para uma aula diferente. Tratar olho no olho o espinhoso tema de violência no ambiente escolar

Especialistas apontam que educação e políticas claras são fundamentais nas escolas, enquanto transformações sociais mais profundas são necessárias para enfrentar violência enraizada em si.

Este grupo multidisciplinar indica que educação, conscientização e políticas claras são fundamentais para enfrentar o bullying nas escolas e comunidades, enquanto mudanças estruturais e análise crítica dos sistemas sociais são necessárias para combater a violência sistêmica.

O envolvimento comunitário e a ação coletiva são considerados essenciais para a eficácia dessas iniciativas.

PRIMEIRAS CONCLUSÕES

Campanhas informativas sobre os impactos negativos desse comportamento e a importância do respeito mútuo formam elementos centrais dessa estratégia. A implementação de políticas claras para prevenir e gerenciar casos é essencial para que vítimas se sintam seguras ao denunciar ocorrências.

O suporte oferecido tanto às vítimas quanto aos agressores determina a eficácia das estratégias contra o bullying. O apoio psicológico e a orientação adequada são componentes vitais nesse processo. Pais, professores e moradores locais fortalecem a rede de proteção ao se envolverem ativamente, contribuindo para a construção de um ambiente mais acolhedor.

NOVAS PRÁTICAS

As ações contra a violência sistêmica precisam atingir níveis mais profundos e estruturais. A análise crítica das estruturas que perpetuam esse tipo de violência representa o primeiro passo para reconhecer suas origens e implementar mudanças que promovam justiça e igualdade.

O desmantelamento de barreiras sociais e a criação de oportunidades para todos constituem medidas necessárias no combate à violência sistêmica. A educação e conscientização mantêm sua importância nesse contexto, porém com enfoque nos efeitos da violência sistêmica e na promoção da empatia e respeito em escala ampliada.

Essas estratégias se desenvolvem em diversos contextos, desde escolas até comunidades mais amplas. O objetivo é transformar esses espaços em ambientes onde o respeito e a segurança se estabeleçam como valores fundamentais para todos os indivíduos.

MISSÃO PARA TODOS

A união de forças entre diferentes atores sociais representa o caminho para criar ambientes onde o respeito e a segurança funcionem como pilares fundamentais nas relações sociais. A transformação de escolas e comunidades em lugares mais justos e acolhedores depende da implementação coordenada dessas estratégias.

Estratégias para combater o Bullying:

* Educação e Conscientização: É importante promover campanhas para mostrar os efeitos negativos do bullying e a importância do respeito mútuo.
* Políticas Claras: Escolas e instituições precisam ter regras claras e eficazes para prevenir e lidar com casos de bullying.
* Apoio aos Alunos: Tanto quem sofre bullying quanto quem o pratica precisam de apoio e orientação.
* Envolvimento da Comunidade: Pais, professores e toda a comunidade devem se unir nessa luta.
Estratégias para combater a Violência Sistêmica:
* Análise Crítica: É preciso analisar as estruturas e sistemas que permitem que a violência continue existindo.
* Mudanças Estruturais: Implementar mudanças para promover mais justiça e igualdade.
* Educação e Conscientização: Aumentar o conhecimento sobre os efeitos da violência sistêmica e a importância da empatia e do respeito.
* Apoio às Vítimas: Oferecer ajuda e orientação para as vítimas de violência sistêmica.

QUEM PARTICIPA

* Dr. Onei Nicola Filho (Advogado), que abordou os aspectos jurídicos.
* Cátia Gonçalves Cacau (Terapeuta), que tratou dos aspectos emocionais e mentais.
Essa iniciativa só foi possível graças à união de diversas instituições, como a Secretaria de Educação, Secretaria de Segurança Pública, Secretaria de Promoção e Desenvolvimento, Brigada Militar (com a Patrulha Escolar), 10ª CRE, CAPS, CRAS, CREAS e Conselho Tutelar.

 

 

 

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Educação

IFFar pede ajuda ao Legislativo. A novela do transporte volta à pauta

Estiveram presentes na reunião a presidente, vereadora Firmina Soares; o 1º secretário, vereador Vagner Fan; o 2º secretário, vereador Leandro Meneghetti; e os vereadores Gilmar Martins, Jaime Duarte, Joceli Oviedo, José Rubens Rosa Pillar, Paulo Berquó e Pedro Paraíso. O Parlamento ouviu atentamente a diretora-geral Mirian Marchezan e os estudantes sobre a atual situação.

A presidente explicou que convidou os representantes do IFFar para relatarem aos vereadores sobre a situação, que se agravou desde o início das aulas. Reforçou que o momento era para buscar juntos uma análise para melhorias da linha Passo Novo, bem avaliar o impacto do Projeto de Lei do Executivo nº 0008/2026.

As principais situações relatadas pela instituição foram em relação à demora dos ônibus e à insuficiência de veículos para o número de alunos. Na reunião, foi esclarecido que estão sendo cobradas providências do Poder Executivo para a qualificação do transporte público. Também foi informado que está em tramitação o Projeto de Lei do Executivo nº 0008/2026, que autoriza a concessão de subsídio tarifário para custeio do serviço de transporte coletivo público de passageiros por ônibus.

 

Informou-se ainda, que por meio do Ofício Gabinete do Executivo, nº 013/2026, foi solicitado o regime de urgência na tramitação do PL dentro da Casa Legislativa. Segundo o documento, a urgência se justifica pela relevância e pela necessidade imediata da medida para garantir a manutenção do serviço público e evitar reajustes tarifários abruptos e onerosos à população.

Ao encerrar a conversa, os vereadores se comprometeram a analisar com responsabilidade o projeto e reafirmaram que seguirão cobrando do Poder Executivo providências imediatas para resolver o problema do transporte público tanto do IFFar quanto da comunidade alegretense.

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Educação

Governador visita obras no histórico prédio do IEEOA

 O governador Eduardo Leite e a secretária de Obras Públicas, Izabel Matte, vistoriaram nesta quarta (4/2) as obras de recuperação do Instituto de Educação Oswaldo Aranha, em Alegrete.

💰 Investimento de R$ 3 milhões garante melhorias completas na infraestrutura da escola.

✨ Ginásio e blocos do prédio estão sendo renovados:
– Instalações elétricas e hidrossanitárias
– Telhado e esquadrias
– Cobertura e pintura
– Telas, muros e acesso escolar

📈 Desde 2023, o RS vive uma revolução nas obras escolares.
➡️ Mais de 800 escolas já receberam ou estão recebendo melhorias.
➡️ Somados, os investimentos ultrapassam R$ 600 milhões.

📊 Em Alegrete, já são R$ 7,8 milhões aplicados em escolas estaduais durante a atual gestão.
🏫 Além do Oswaldo Aranha, receberam melhorias o Colégio Emílio Zuñeda e a EEEF Salgado Filho.
🔨 Obras em andamento também na EEEF Freitas Valle e na EEEM José Bonifácio.

⚡ O novo modelo de Contratação Simplificada reduziu prazos:
⏱️ De mais de 1.000 dias em 2019 para cerca de 90 dias hoje.

📍 Na região da 10ª Coordenadoria (Uruguaiana), já foram investidos R$ 20,5 milhões em 34 escolas.

📌 Em todo o RS:
✅ R$ 202,2 milhões em obras concluídas (549 escolas)
✅ R$ 405,6 milhões em serviços em andamento (244 escolas)

🗣️ “Recuperamos as finanças e colocamos a educação como prioridade absoluta”, destacou o governador Eduardo Leite.

🗣️ “É uma revolução nas obras do Estado, especialmente na educação”, afirmou Izabel Matte.

 

 

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Educação

Escola Waldemar Borges leva prêmio estadual com projeto sobre violência contra mulheres

📰 Alegrete ganhou destaque no cenário estadual graças à Escola Estadual de Ensino Médio Waldemar Borges, que conquistou o Prêmio Destaque 2025 na categoria Impacto na Comunidade, durante a 5ª edição da Semana Maria da Penha nas Escolas.

O evento, promovido pelo Ministério Público, Comitê em Frente Mulher, SEDUC e Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, reconheceu iniciativas escolares que fortalecem o enfrentamento à violência doméstica e ao abuso infantil.

🎥 O projeto vencedor
O trabalho premiado foi o minidocumentário “O Grito Silencioso”, fruto de uma ação iniciada em 2024 que envolveu alunos, professores e a comunidade em um processo de escuta ativa e acolhimento.
– A escola criou uma caixa coletora de relatos reais de mulheres e meninas vítimas de violência.
– A partir dessas histórias, estudantes e educadores produziram o documentário, que foi acompanhado de campanhas nos bairros da cidade.
– As ações contaram com a participação de líderes comunitárias e da Delegada de Polícia, ampliando o alcance e a credibilidade da iniciativa.

🌟 Reconhecimento coletivo
A premiação não apenas valoriza a Escola Waldemar Borges, mas também reforça o papel da rede pública de Alegrete na promoção de direitos e na luta contra a violência de gênero. O projeto deu voz às vítimas e transformou suas experiências em instrumento de conscientização social.

📣 Voz da direção
“Estamos muito felizes! A aluna Aline Quadros e a professora Mariana Vargas Ferreira representam todas as professoras e os alunos envolvidos nesse projeto”, destacou a diretora Cássia Aurélio, ao celebrar a conquista.

 

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