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Rei do Gado e comparsa são condenados por crime no bairro Renascer

Os réus Cirilo Cesar Rodrigues dos Santos Júnior e Rodrigo de Bairros Jaques foram condenados pelo Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, nessa terça-feira, 12/11, pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, cometido por motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e meio cruel.

Em conformidade com a decisão do Conselho de Sentença, o Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Alegrete, Rafael Echevarria Borba, condenou tanto Cirilo, conhecido como “Júnior”, como Rodrigo, vulgo “Rei do Gado”, a 30 anos de prisão, em regime fechado.

A condenação de Rodrigo foi agravada pela circunstância de ele estar preso no momento da execução do crime, com a morte sendo planejada dentro do presídio. O Juiz também destacou a premeditação e a crueldade do ato, já que a vítima foi surpreendida por vários disparos de arma de fogo.

Além disso, foi levado em conta o fato de que ambos os réus são reincidentes. Cirilo, no momento do homicídio, estava foragido da justiça. A sentença também determinou que a família da vítima receba uma indenização por danos morais no valor mínimo de 30 salários mínimos.

O Caso

Conforme denúncia do Ministério Público o crime ocorreu no bairro Renascer, na madrugada do dia 1/1/23, em Alegrete. Cirilo Cesar Rodrigues dos Santos Júnior, conhecido como “Júnior” e Rodrigo de Bairros Jaques, vulgo “Rei do Gado” mataram Vinícius dos Santos Cardoso com diversos disparos de arma de fogo.

Os acusados, ambos reincidentes, teriam agido em conjunto para cometer o crime. Rodrigo seria o mandante do crime, enquanto Cirilo o executor. Na noite do assassinato, Cirilo teria se aproximado da residência da vítima e, ao vê-la caminhando pela via pública, efetuou vários disparos em sua direção, atingindo regiões vitais do corpo.

Vinícius não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Após o ataque, Cirilo fugiu em um carro que estava sendo aguardado por um motorista ainda não identificado.

De acordo com a investigação, o homicídio foi motivado por desavenças ligadas ao tráfico de drogas.

A denúncia foi aceita em julho de 2023, quando a Justiça decretou a prisão preventiva dos réus acusados do homicídio, sendo que com a condenação não foi reconhecido o direito de recorrerem em liberdade, sendo determinada a execução provisória da pena.

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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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