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Avenida Caverá cria novo padrão de mobilidade à cidade

A Obra da Avenida Caverá, contemplou a ampliação da largura da sua pista de rolamento que contava com 8m de largura, e passou para 13m, o que possibilitou ora a criação de estacionamentos em ambos os lados da avenida em quase a sua totalidade, ora a criação de pontos de parada para ônibus, sem que este interfira no trânsito dos demais veículos ao realizar uma parada para o embarque de passageiros.

Em outros trechos como na interseção da Av. Caverá com a Av. Charrua, o alargamento da Caverá, permitiu a criação de faixas adicionais de pista para quem deseja ingressar na Av. Charrua com segurança e sem prejuízo a fluidez do trânsito da Av. Caverá.

No trecho que a Av. Caverá margeia a Unipampa, o alargamento da pista foi destinado a criação de uma terceira faixa para veículos que queiram ingressar ou sair da Unipampa pelo portão lateral acesso.

Além do alargamento, a Av. Caverá recebeu reforço do seu subleito em diversos pontos que apresentavam baixa capacidade de suporte ao tráfego de veículos, com o recorte da área que apresentava problemas estruturais, remoção de até 60cm de profundidade de solos moles, e recomposição da camada estrutural do pavimento com material granular de elevada capacidade de suporte.

Após isso, a Av, Caverá recebeu um nova camada de revestimento asfáltico em toda a sua extensão.

Ao todo foram implantados quase mil tachões de sinalização rodoviária, disciplinando os locais de estacionamento e ultrapassagem, além de implantação sinalização horizontal e vertical em toda a sua extensão.

Em um trecho de quase 400 m, foram refeitos passeios em concreto que estavam precários e abaixo do nível da pista, o que gerava grande insegurança para os seus usuários. Estes passeios tiveram a sua cota elevada e receberam uma camada nova em concreto, com a recuperação e inclusão de centenas de meio-fios, criando uma barreira física entre a pista e o pedestre.

A Rótula do Obelisco não foi esquecida, ela foi alargada, e teve uma de suas alças modificadas, o que eliminou um antigo conflito que ocorria entre os veículos que a adentravam e aguardavam os veículos que vinham da direção do Parque Dr. Lauro Dorneles.

Houve também a inversão do sentido da rua Honório Lemes além da qualificação do seu pavimento que foi totalmente asfaltado. A inversão do sentido da rua Honório Lemes também eliminou um conflito entre veículos na rótula do Obelisco, trazendo maior fluidez para a Av. Tiaraju, principalmente em dias de saída de eventos do Parque Dr. Lauro Dorneles.

Também foi criado uma rótula de retorno para acesso à Unipampa, com a qualificação do pavimento paralelepípedo da rua Aloísio de Medeiros, que passou a contar com revestimento asfáltico.

 

Foi construída uma Ciclofaixa e Passeio Partilhados novos, desde a Unipampa até a Supertratotres, com uma extensão superior a 2,5 Km, devidamente sinalizada, e foram criados mais de 10 pontos de acesso aos bairros vizinhos com a implantação de acessos em concreto e faixas de pedestre.

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FREDERICO ANTUNES DESTINA EMENDA PARLAMENTAR A APAE ALEGRETE

Trata-se de uma Instituição beneficente de apoio, prevenção e promoção de bem estar às Pessoas com Deficiência e do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

 

Na quarta-feira (2/4), Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a SJCDH firmou um termo de colaboração destinando recursos de emenda parlamentar, do Deputado Estadual Frederico Antunes, para a APAE Alegrete/RS. 

No total, foram direcionados R$ 75 mil para a Associação. Os recursos serão aplicados na contratação de serviços e multiprofissionais, como neuropsicopedagoga, psicólogo, assistente social, entre outros. A entidade atende em média 426 pessoas.

“É o nosso reconhecimento ao trabalho de excelência que é realizado pela nossa APAE Alegrete, que é uma referência regional”, destacou Frederico.

As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais são instituições que prestam serviços educacionais e de apoio às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. No total, existem 206 APAEs no Rio Grande do Sul.

O secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Fabrício Peruchin; o Deputado Estadual, Frederico Antunes e a diretora-administrativa da Federação das APAEs do Rio Grande do Sul (FEAPAES), Lúcia Centena, participaram do ato de assinatura no Centro Administrativo do Estado (CAFF).

📸 Cristiano Guerra

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Obra particular rompe rede e cinco bairros estão sem água.

Obra particular rompe rede de água, e abastecimento em cinco bairros deve retornar durante a madrugada

Uma obra particular rompeu uma rede de água na Rua Olegário Vitor Antônio José de Vargas, em Alegrete, na noite desta quarta-feira, 26, e o abastecimento foi interrompido na região da Coxilha e nos bairros Fronteira Oeste, Maria do Carmo, Novo Lar e Vila Inês.

A Corsan está realizando o reparos, com previsão de que o retorno do fornecimento de água ocorra durante a madrugada desta quinta-feira, 27, de forma gradual.

Para mais informações, podem ser usados os canais de relacionamento da Corsan com o cliente: app Corsan, site www.corsan.com.br (na Unidade de Atendimento Virtual), WhatsApp (51) 99704-6644 e ligações gratuitas pelo 0800.646.6444.

A Corsan está permanentemente disponível nesses canais e recomenda que a população utilize esses meios de contato com a Companhia para solicitações, pedidos de informação ou para fazer comunicados. Isso agiliza a tomada de providências e a mobilização das equipes de serviço.

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MP consegue condenar a 30 anos autor de feminicídio em Alegrete

Após denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), o Tribunal do Júri em Alegrete condenou nesta terça-feira, 25 de março, a 30 anos de reclusão, homem que agrediu sua companheira até a morte no ano de 2023.

Na madrugada do dia 20 de novembro, após uma discussão com a companheira, o denunciado a espancou com diversos golpes pela cabeça e pelo corpo, fugindo logo após e deixando a vítima inconsciente e agonizando por horas, até ser encontrada por uma vizinha e socorrida pelo SAMU.

A mulher foi encaminhada ao hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos, indo a óbito no dia seguinte.

O crime foi praticado por meio cruel, uma vez que o denunciado agiu com brutalidade desmedida ao espancar a vítima na região da cabeça, o que acarretou fratura do crânio e hemorragia cerebral, causando-lhe sofrimento desnecessário, e por razões da condição de sexo feminino (feminicídio).

“Os jurados foram chamados à responsabilidade de encerrar esse ciclo de violência em que a vítima se encontrava, garantindo a punição do responsável, e, ao acolher integralmente o pedido do Ministério Público, indicaram que a sociedade não tem mais nenhuma tolerância com a violência contra as mulheres”, destacou a promotora de Justiça Maura Lelis Guimarães Goulart, que atuou em plenário.

O juiz determinou a imediata execução da pena do condenado, que respondeu preso a todo o processo, e fixou indenização mínima de 30 salários mínimos em favor dos familiares da vítima, a título de reparação pelos danos morais provocados pelo crime.

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