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Polícia Civil indicia e prende cinco pela morte de Priscila Leonardi

POLÍCIA CIVIL INDICIA CINCO PESSOAS PELA PRÁTICA DE EXTORSÃO DUPLAMENTE QUALIFICADA E MAJORADA E DE OCULTAÇÃO DE CADÁVER NO CASO DA ENFERMEIRA PRISCILA LEONARDI

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Alegrete, remeteu ao poder Judiciário o inquérito policial referente à investigação que buscou elucidar, de início, o desaparecimento da enfermeira Priscila Ferreira Leonardi, tendo sido indiciados cinco indivíduos pelas práticas criminosas já confirmadas e cometidas contra Priscila.

 

No decorrer das investigações, batizada de “Operação Indignus”, além do parente de Priscila, indiciado como o mandante e autor intelectual do crime de extorsão, outros três dos indiciados (de 34, 38 e 54 anos, todos de Alegrete) foram presos após representação da autoridade policial ao poder Judiciário – e permanecem presos até o momento.

 

As investigações apontaram que o mandante, parente de Priscila, teria contatado e se juntado aos demais indiciados para organizarem e auxiliarem na execução do plano, sendo que todos eles possuem envolvimento com facção criminosa na cidade.

 

Assim, na noite do desaparecimento de Priscila, o mandante e primo de Priscila teria acionado, por meio de um apenado da Penitenciária Modulada de Uruguaiana, os executores para virem pegá-la em sua casa, simulando uma chamada a um motorista que supostamente fazia corridas particulares.

 

CRIME ENCOMENDADO

Os demais executores, então, fazendo uso de veículo que já estava sob a guarda e custódia de um dos envolvidos para a prática criminosa, foram ao local e pegaram Priscila. O plano envolvia constranger a vítima para que valores de suas contas fossem retirados/transferidos para os criminosos. Porém, sem conseguir obter nenhum valor, ela acabou sendo morta e seu corpo ocultado para dificultar o descobrimento do crime cometido.

 

Embora todos os elementos até então colhidos e documentados no inquérito (que conta com mais de 800 páginas) já tenham sido enviados ao poder Judiciário, a fim de respeitar o prazo legal em razão dos investigados estarem presos, ainda há diligências que aguardam conclusão no órgão policial.

As demais diligências ainda em andamento, assim que concluídas, serão remetidas ao fórum e ao Ministério Público para apreciação na forma de complementação ao inquérito.

O indiciamento de todos os apontados no inquérito foi pela prática de extorsão qualificada pela restrição de liberdade da vítima e pelo resultado morte, bem como pela incidência da majorante do concurso de pessoas.

Além disso, os envolvidos foram indiciados pela ocultação do corpo de Priscila. Não se descarta a imputação de homicídio doloso, além dos crimes já mencionados, após conclusão de todas as diligências ainda pendentes, bem como se busca a identificação completa de outros possíveis envolvidos nos crimes.

Caso condenados, as penas para cada um deles, pelos crimes pelos quais houve indiciamento, podem ultrapassar os trinta anos de prisão.

A delegada destaca o incansável trabalho dos policiais civis da delegacia para a elucidação do caso desde o primeiro dia, quando foi comunicado o desaparecimento de Priscila. As investigações nunca cessaram nem um dia sequer, e continuam em razão de diligências que ainda restam ser concluídas. Embora a prática criminosa empreendida tenha sido complexa e incomum, todos os esforços foram voltados (e continuam sendo) à completa elucidação dos fatos, a maioria deles de forma sigilosa, como é de praxe e legalmente atinente ao trabalho da Polícia Civil.

O inquérito segue agora para apreciação do Ministério Público a fim de dar início, se assim se entender, ao processo criminal contra os envolvidos.

Denúncias à Polícia Civil em Alegrete (garantido o sigilo): (55) 34270318 (plantão) ou (55) 984511689 (WhatsApp).

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OPERAÇÃO MEZENGA: POLÍCIA PRENDE SEIS EM ALEGRETE EM INVESTIGAÇÃO SOBRE LAVAGEM DE R$ 40 MILHÕES

 

A Polícia Civil deflagrou, na madrugada desta terça-feira (11), a Operação Mezenga, com ações em cinco municípios do Rio Grande do Sul. A ofensiva investiga crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Ao todo, foram cumpridos 14 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão em Alegrete, Santana do Livramento, Quaraí, Guaíba e Charqueadas, além de uma prisão em São Gabriel.

Em Alegrete, seis pessoas foram presas no bairro Renascer. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em pontos da Zona Leste do município.

A operação é coordenada pelo delegado Adriano Linhares e mobilizou aproximadamente 70 policiais civis, com participação da DRACO de Santana do Livramento e da Delegacia de Repressão à Lavagem de Dinheiro de Organizações Criminosas (DRLD-OC), de Porto Alegre.

Segundo a Polícia Civil, as investigações indicam que o grupo teria movimentado mais de R$ 40 milhões.

A ação representa uma nova etapa de uma investigação iniciada em 2021, relacionada a um esquema envolvendo negociações fictícias de gado e lavagem de dinheiro.

De acordo com o delegado, além das prisões, foram determinadas medidas de bloqueio financeiro e patrimonial contra os investigados.

A polícia apura ainda se os fatos investigados na Operação Mezenga podem estar relacionados a outros braços do esquema criminoso identificado anteriormente.

Os presos em Alegrete deverão ser encaminhados ao Presídio Estadual de Alegrete, após os procedimentos legais.

A operação reforça a dimensão financeira das organizações criminosas e mostra que investigações sobre lavagem de dinheiro podem alcançar diferentes municípios e setores da economia.

Atenção: os investigados são considerados suspeitos até eventual condenação definitiva pela Justiça.

 

OPERAÇÃO MEZENGA EM NÚMEROS

14 mandados de prisão foram cumpridos.
16 mandados de busca e apreensão foram executados.
6 prisões ocorreram em Alegrete.
4 prisões foram realizadas em Quaraí.
1 prisão ocorreu em Santana do Livramento.
1 prisão ocorreu em São Gabriel.
2 alvos já estavam presos no sistema penitenciário.
Cerca de 70 policiais participaram da operação.
As ações ocorreram em diferentes municípios gaúchos.
A investigação começou em 2021.
A polícia estima movimentação superior a R$ 40 milhões.
Também foram determinadas medidas de bloqueio financeiro e patrimonial.

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Polícia

PRF prende homem transportando 10 mil maços de cigarros em Rosário do Sul

Ele tentou fugir e parou somente após atolar o veículo às margens da rodovia_

A Polícia Rodoviária Federal prendeu um homem transportando cerca de 10 mil maços de cigarros contrabandeados. A ação ocorreu no começo da tarde desta quinta-feira (6) próximo a BR 290, em Rosário do Sul.

Durante ações de combate ao crime, os policiais rodoviários federais receberam a informação de que um veículo Chery de cor preta com placas de Santa Catarina estava se aproximando de Rosário do Sul transportando ilícitos.

Os policiais conseguiram localizar o veículo transitando próximo a BR 290 e sinalizaram para que ele parasse. O condutor, no entanto, ignorou a ordem e fugiu por cerca de um quilômetro, até atolar às margens da rodovia.

No interior do veículo, os policiais encontraram cerca de 10 mil maços de cigarros paraguaios contrabandeados que, segundo o motorista, seriam entregues em Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai.

O homem, um uruguaio de 36 anos com antecedentes policiais por lesão corporal, foi preso em flagrante e, junto com o veículo e a carga, conduzido à polícia judiciária em Santana do Livramento.

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Polícia

POLÍCIA CIVIL PRENDE PREVENTIVAMENTE INVESTIGADO POR DOIS ABUSOS SEXUAIS EM ALEGRETE

A Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (3/8), por meio dos policiais civis da Delegacia de Polícia de Alegrete, cumpriu mandado de prisão preventiva de um homem de 40 anos pela prática de duas tentativas de estupro, sendo uma de menor de idade.

Foi feito registro de ocorrência por parte de uma das vítimas, a qual mencionou ter sido atacada em via pública pelo autor, tendo inclusive ficado lesionada em razão de uma agressão, no bairro Saint Pastous. Em outra ocorrência, foi comunicado pela mãe da vítima, então companheira do autor, que, no dia anterior, ele havia tentado abusar sexualmente da própria filha, na residência onde moram, no mesmo bairro. Os dois fatos ocorreram no mês passado, em julho. Diante dos graves relatos, foi pedida ao poder Judiciário sua prisão preventiva, o que foi deferido e o mandado cumprido na data de hoje pelos policiais civis.

A delegada Fernanda Mendonça, responsável pelas duas investigações, expressa a preocupação da Polícia Civil com crimes contra a dignidade sexual, em especial de menores de idade e grupos vulneráveis, e afirma que toda conduta criminosa será investigada e responsabilizada, no âmbito policial, com rigor.

Após as diligências de praxe, o preso foi encaminhado ao Presídio Estadual de Alegrete.

DENÚNCIAS À POLÍCIA CIVIL EM ALEGRETE (sigilo garantido):
(55) 3427-0300 (plantão)
(55) 98451-1689 (WhatsApp)

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