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Paulo de Tarso

Vereadores prestam homenagem à alegretense Secretário de Estado

A Câmara de Vereadores de Alegrete homenageou na noite de sexta-feira um ilustre conterrâneo: Artur Lemos, o Secretário-Chefe da Casa Civil. Ele recebeu o Mérito Legislativo, comenda deferida aos alegretenses ilustres.

 

Natural de Alegrete, advogado formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Artur Lemos Júnior, que aos 39 anos tem sido peça chave no Governo de Eduardo Leite.

 

Por isso mesmo, coube ao vereador Glênio Bolson ter esta iniciativa.
Apesar de ter ido com à família ainda com meses, cultua em grande estima nossa terra.

Com especialização em Direito do Trabalho e Processual do Trabalho, MBA em Gestão e Business Law na Fundação Getulio Vargas (FGV) e Pós-MBA em Governança Corporativa e Gestão de Riscos na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

Cursou Politics and Economics of International Energy pela Universidade Sciences Po, em 2016.

Na administração pública, ocupou o cargo de diretor Administrativo e presidente da Fundação Zoobotânica (2006-2011). Em 2014 esteve na coordenação da CPI da Energia Elétrica na Assembleia Legislativa.

De janeiro de 2015 a dezembro de 2016, foi secretário adjunto da Secretaria de Minas e Energia, sendo secretário de 2017 a abril de 2018.

Depois da sessão solene, que teve a presença de pesos-pesados do meio empresarial, político e institucional de Alegrete e região, ele foi recepcionado em festa na Construtora Alegretense.

 

Prefeitos de Rosário do Sul, Alegrete e Barra do Quaraí, se juntaram ao deputado Frederico Antunes, para prestigiarem o ato solene para o Chefe da Casa Civil.

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Paulo de Tarso

Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso

Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.

O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.

O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.

No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.

Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.

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Paulo de Tarso

PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul

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Paulo de Tarso

O rolo dos camarotes. MP denuncia prefeito e mais quatro por improbidade em Alegrete

O Ministério Público do Rio Grande do Sul tornou pública, nesta semana, a conclusão da investigação sobre o uso irregular de recursos destinados ao Carnaval Fora de Época de 2023.

A Promotoria de Justiça Especializada ajuizou, em 17 de outubro de 2025, uma Ação de Responsabilização por Atos de Improbidade Administrativa contra cinco réus, incluindo o então prefeito, vice-prefeito, secretário de Educação e Cultura, além da Associação das Entidades Recreativas, Culturais e Carnavalescas de Alegrete (ASSERCAL) e seu presidente à época.

Segundo o inquérito civil nº 00711.000.031/2023, foram identificadas irregularidades na aplicação de R$ 512.672,96 em recursos públicos, repassados à ASSERCAL. O dinheiro foi usado principalmente na construção de camarotes de alvenaria, sem alvará de obra, sem fiscalização adequada e com contratação de mão de obra informal.

As estruturas apresentaram graves problemas e acabaram desabando, resultando em prejuízo milionário e indignação da comunidade.

Além do ressarcimento integral aos cofres municipais, o MP pede que cada réu pague multa civil no mesmo valor do repasse, revertida para projetos sociais.

Também foi solicitada indenização por dano moral coletivo de R$ 100 mil, em razão do impacto negativo à imagem da administração pública e à confiança da população.

No dia 22 de outubro de 2025, o Juízo da Vara Estadual de Improbidade Administrativa decretou a indisponibilidade dos bens dos acusados, garantindo que o patrimônio bloqueado possa assegurar o ressarcimento dos danos. A ação agora segue para a fase de citação dos réus, que deverão apresentar defesa.

A Promotoria de Justiça destacou que a divulgação só ocorreu após o cumprimento da ordem judicial de bloqueio de bens, encerrando a fase sigilosa do processo.

Em nota, reafirmou o compromisso com a defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, e informou que denúncias podem ser encaminhadas pelo telefone (55) 99677-5110 ou pelo e-mail [email protected].

 

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