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Ranolfo assume o Piratini em meio à pressão da Segurança Pública

Ranolfo Vieira Júnior (PSDB) é o novo governador do Rio Grande do Sul desde a tarde desta quinta-feira (31). Ele assumiu o comando do Palácio do Piratini a partir das 17h30, após a renúncia de Eduardo Leite (PSDB), na Assembleia Legislativa gaúcha (AL-RS).

“É uma vida, me preparei para isto. Não vamos reinventar a roda. Vamos dar seguimento a tudo isso que foi feito até aqui. Conseguimos o equilíbrio fiscal e vamos seguir nesta linha”, disse, na chegada à Assembleia Legislativa do estado (AL-RS). “Não me inquietam os desafios. Assumo serenamente”, continuou.

Na AL-RS, já empossado, Ranolfo discursou aos deputados estaduais e demais autoridades presentes, disse que seguirá a política fiscal de Leite nos nove meses restantes de governo. “Resistência à demagogia, à solução fácil e à irresponsabilidade na gestão. Abertura às mudanças para sair da zona de conforto e enfrentar os problemas sem medo”, afirmou, em cerca de 20 minutos de discurso.

Ainda prometeu trabalhar para que “o Estado seja competitivo no ambiente de negócios e que supere impasses”.
O novo governador encerrou o discurso prometendo manter o modo de ser e devotar ao Executivo “a mesma dedicação que tinha como comandante da polícia”.

Leite

Depois de  39 meses à frente do Piratini, Leite deve começar a viabilizar sua pré-candidatura à Presidência da República pelo PSDB, pois o escolhido nas prévias foi o governador de São Paulo João Doria, que confirmou nesta quinta que segue candidato.

” Com pesar, mas também com a convicção de que o faço para poder seguir colaborando com o Rio Grande, […] que, após profunda reflexão, tomei a difícil decisão de renunciar ao mandato que a população gaúcha me outorgou para governar nosso Estado”, escreveu no pedido de renúncia protocolado à AL-RS.

Quem é o novo governador gaúcho

Nascido em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre, Ranolfo é formado em Direito com especialização em Gestão de Segurança na Sociedade Democrática. É servidor público há 31, mas foi como delegado de polícia, desde 1998, que ganhou projeção.

Dirigiu o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) por seis anos. Entre 2011 e 2014, foi chefe de polícia do RS, período em que criou o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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UFSM libera a lista oficial dos nomes dos sete mortos no acidente de ônibus

Com profundo pesar, a Universidade Federal de Santa Maria recebeu a confirmação do falecimento de sete estudantes do curso de Paisagismo do Colégio Politécnico no acidente ocorrido na cidade de Imigrante, no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul.

O acidente ocorreu na manhã desta sexta-feira (4) durante viagem para uma visita técnica ao cactário Horst, na mesma cidade.

A UFSM se solidariza com familiares e amigos de Dilvani Hoch, Elizeth Fauth Vargas, Fátima E. R. Copatti, Flavia Marcuzzo Dotto, Janaina Finkler, Marisete Maurer, Paulo Victor Estefanói Antunes.

A força tarefa entre Prefeitura Municipal de Santa Maria, Defesa Civil, Brigada Militar, Ministério Público Estadual e UFSM permanece em contato com as famílias para auxiliá-los com encaminhamento dos trâmites legais e apoio psicológico.

Fonte;
Rádio Web Região Oeste Santa Maria rs

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TJRS nega recurso da Aegea Corsan e determina Perícia Contábil em Erechim

 
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) rejeitou, na tarde de segunda-feira (31), o agravo apresentado pela Aegea Corsan, em uma decisão que contou com o respaldo de nota conjunta da sociedade civil enviada ao Ministério Público.
 
Com isso, foi mantida a determinação para a realização de uma perícia contábil, que irá apurar o valor real de uma possível indenização envolvendo a concessionária e o município de Erechim.
 
A empresa reivindica mais de R$ 100 milhões, alegando que o montante seria devido pela prefeitura.
A decisão judicial representa um marco no processo de concessão dos serviços de água e esgoto da cidade.
 
Paralelamente à vitória no tribunal, a consulta pública para a concessão avança, abrindo caminho para que a prefeitura publique o edital em breve. A perícia, a ser conduzida por uma empresa contratada pela Agência Reguladora de Erechim (AGER), terá a missão de esclarecer se o município de fato deve à Aegea Corsan ou se, ao contrário, a concessionária deixou de cumprir investimentos previstos, gerando déficits na infraestrutura local.
 
O desfecho do levantamento contábil será decisivo para definir os rumos da disputa e os próximos passos da gestão dos serviços essenciais em Erechim.
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“Operação Zero Pontos” desmantela esquema de comércio ilegal de multas no RS

Ação do MPRS busca desarticular rede que facilita evasão de penalidades de trânsito, comprometendo a segurança viária

Na manhã desta quinta-feira (13/03), o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) deflagrou a “Operação Zero Pontos”, com o objetivo de desarticular um esquema de comércio ilegal de multas de trânsito no estado.

A ação, conduzida pela Promotoria de Justiça Especializada Criminal de Porto Alegre, cumpriu mandados de busca e apreensão em escritórios de autônomos que atuam na área de recursos de infrações em quatro cidades: Sapiranga, São Leopoldo, Viamão e Pelotas.
Investigados e crimes

A investigação apura a participação de oito autônomos, de quatro escritórios, em crimes como organização criminosa, fraude processual, falsificação de documentos e uso de documentos falsos.

Os investigados são suspeitos de captar clientes com excesso de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e oferecer serviços ilegais para anular multas e evitar a suspensão do direito de dirigir.

Como funcionava o esquema:

O esquema fraudulento operava de duas maneiras principais:

* Multas durante abordagens:
* Em casos de flagrante por agentes de trânsito, os investigados transferiam a CNH dos infratores para o estado de Santa Catarina, utilizando documentos falsos de residência.
* O valor cobrado pela fraude chegava a R$ 3 mil, permitindo que os motoristas continuassem dirigindo com uma nova CNH, sem os pontos das infrações.
* Multas sem abordagem:
* Em casos de multas por radares ou agentes sem abordagem, os investigados ingressavam na Justiça após o prazo administrativo para indicação do condutor responsável.
* Eles indicavam um “hospedeiro” (geralmente um integrante do escritório ou familiar) como responsável pela infração, anulando a pontuação do infrator original.
* O valor cobrado nesse caso chegava a R$ 300.
* Como as decisões judiciais determinam que o DETRAN anule a infração e proceda a transferência da pontuação, estes pontos geralmente acabam prescrevendo sem gerar prejuízo ao “hospedeiro”. A multa é cancelada e o seu valor não pode ser recolhido.
Prejuízos e consequências.

A fraude causou prejuízos aos cofres públicos municipais, estaduais e federais, cujos valores ainda estão sendo contabilizados. Além disso, permitiu que motoristas cometeram infrações de trânsito circulassem impunemente, colocando em risco a segurança viária.

 

Participação e próximos passos

A operação contou com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Departamento de Trânsito (DETRAN/RS) e da Brigada Militar.

O MPRS está solicitando ao DETRAN/RS a atualização do sistema para impedir a transferência fraudulenta de CNHs para outros estados.

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