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Polícia indicia por latrocínio os quatro envolvidos na morte do taxista

 

Os quatro envolvidos na morte do taxista Tiago dos Santos Martins, foram indiciados por latrocínio. A informação foi passada pelo delegado Valeriano Pacheco. A prisão da mulher, que foi quem levou Tiago para ser assaltado, e dos dois irmãos maiores de idade, que também estavam em prisão temporária, agora estão com prisão preventiva, depois que o inquérito foi encerrado com pedido desta conversão de prisão.

Relembre o caso
O adolescente de 17 anos, que atirou à queima roupa contra o taxista Tiago dos Santos Martins, confessou o crime em dois depoimentos distintos na Polícia Civil diante do Delegado Valeriano Pacheco e dos policiais do Setor de Investigação da DP .

Amiga teria armado tudo
Pela versão do adolescente, a mulher de 30 anos, a Carine, foi quem levou a vítima para ele assaltá-lo. Ela nega esta versão, ratificando que pegou o táxi porque estava temerosa para voltar para casa, porque a Vila Nova está muito perigosa.
Carine e usuária de drogas conforme apurou o EQ e é conhecida pelos frequentadores do plantão policial, e por isso mesmo sua filha é cuidada por uma tia. A versão dela é contestada exatamente pelo atirador.
Ele contou que a rotina dele era um pouco na casa da mãe, no Porto dos Aguateiros, e outro tanto na Vila Nova, na casa dos parças Coiote e o Tolosa, dois irmãos, que também estavam cumprindo prisão temporária.

Muita cachaça antes do crime
O trio de amigos começou a tomar cachaça na tarde daquele sábado, em casa. A tardinha resolveram dar uma banda e continuar a bebedeira na esquina das ruas Carlos Gomes com a Benvindo Moutinho.
Segundo o adolescente, a noitinha, (ainda era horário normal) Carine se reuniu ao grupo, também tomando cachaça, até que ela teria dito à ele que tinha “uma mão pra fazer com um taxista”(na gíria do presídio, um roubo).
O adolescente gostou da idéia. Ela queria que ele o acompanhasse até o ponto de táxi, mas o mesmo disse que ela buscasse a vítima até aquele ponto e, então, ele faria o assalto.
Carine diz que foi surpreendida com a invasão do carro pelo menor, que teria entrado num dos bancos do carro para assaltar.
Carine saiu do fundo da Vila Nova e chegou até o ponto de táxi, exatamente como disse seu parceiro de canha, meio cambaleante de bêbada. É o que disse também o taxista que estava em primeiro lugar na fila no ponto da estação rodoviária.
Notou que a mulher magra chegara procurando por Tiago, vinha em zig zag pelo meio da rua.
De repente a suspeita vira medrosa…

Comportamento controverso
O que não convenceu o Delegado Valeriano foi exatamente isto. Se ela tinha medo de andar na Vila Nova, conforme seu depoimento, porque caminhou do fundo da Vila para retornar ao mesmo ponto com o taxista, que era seu amigo desde a adolescência, e que é cunhado de uma irmã dela, além das famílias terem forte laço de amizade e parentesco. O inquérito serviu para contrapor a versão dos três maiores.
Com uma vida destrambelhada, entre a casa da mãe e a do companheiro, estava trabalhando no interior do município e veio à cidade no feriado e retornaria no domingo ( a patroa dela a procurou para levá-la de volta sem saber que estava envolvida diretamente no crime)
Quando o taxista se aproximou do endereço indicado, no cruzamento das ruas Benvindo Moutinho e Carlos Gomes, no final da Vila Nova, o adolescente já havia buscado no mato uma arma de pressão broqueada ( adaptada para munição calibre 22) e aguardava a vítima, conforme o combinado com Carine.

Minutos antes do tiro

De repente apareceu o carro que vinha parando devagar e então ele foi se aproximando escondendo a arma rente à sua perna até chegar ao vidro do taxista. A nova amiga estava no banco de trás do motorista.
O menor anunciou o assalto. Tiago tirou da carteira cerca de R$ 75,00 e passou ao assaltante, este queria a carteira e a vítima teria dito que não.
O adolescente insistiu. Queria o celular. O relógio. Neste meio tempo, a vítima teria feito a menção de colocar a mão direita no bolso e com a esquerda, tentar se esquivar do cano da arma apontada pra sua cabeça.
“Foi ai que eu atirei. Acho que acertou no rosto. Ouvi o grito dele”, disse aos policiais.
Ele confessou que quando anunciou que se não passasse a carteira iria atirar, que Carine, gritou pedindo pra ele não fazer isto, mas era tarde.
A Polícia comprou parcialmente esta versão, e busca provar que os tais amigos do adolescente tiveram participação direta no crime.
Apesar de Carine alegar ser uma temerária sobre a falta de segurança na Vila onde ela mora, as vezes com a mãe e as vezes com o com quem agora a considera, ex companheira, ela estava tomando cachaça com vizinhos conhecidos, que têm várias passagens pela polícia, sendo que um deles investigado por participação em um homicídio há poucos meses.

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Marcas no asfalto e sinalização visível reforçam alerta: imprudência no trânsito pode custar vidas

A morte do motociclista Cesar Benhur Vassalo Silveira, de 49 anos, no início da tarde desta quarta-feira (22), no cruzamento das ruas Bento Manoel e Waldemar Masson, em Alegrete, deixa uma reflexão que vai além da tragédia.

No local do acidente, a sinalização de parada obrigatória está claramente instalada e também há pintura horizontal indicando o “PARE” no asfalto da rua Waldemar Masson.

 

As evidências observadas pela reportagem apontam ainda marcas de frenagem que começam praticamente no limite do cruzamento, indicando que a tentativa de parar ocorreu quando o caminhão já estava cruzando da via preferencial.

Esses elementos contrastam com a versão de que a placa estaria encoberta, hipótese que deverá ser esclarecida durante a investigação oficial das autoridades competentes.

O impacto da colisão foi fatal. Cesar Benhur foi atropelado e morreu ainda no local, apesar da rápida mobilização das equipes de emergência.

Mais do que apurar responsabilidades, a tragédia reforça um alerta que se repete diariamente nas ruas e rodovias: um instante de desatenção, excesso de confiança ou desrespeito à sinalização pode provocar consequências irreversíveis.

Respeitar a preferencial, reduzir a velocidade e redobrar a atenção nos cruzamentos não são apenas obrigações previstas no Código de Trânsito. São atitudes que preservam vidas e evitam que novas famílias enfrentem a dor de uma perda que poderia ter sido evitada.

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Polícia

Motociclista morre atropelado por caminhão em Alegrete

Placa atrás de galho de uma árvore, teria impedido o caminhoneiro de ver que não estava na preferencial, no cruzamento das ruas Bento Manoel com a Waldemar Masson

Um grave acidente de trânsito registrado no início da tarde desta quarta-feira (22) resultou na morte do motociclista Cesar Benhur Vassalo Silveira, de 59 anos, no cruzamento das ruas Bento Manoel e Waldemar Masson, na área central de Alegrete. A ocorrência mobilizou equipes de resgate, forças de segurança e chamou a atenção de moradores da região.

Conforme apurado pela reportagem no local, Cesar Benhur conduzia uma motocicleta Honda pela rua Bento Manoel quando houve a colisão com um caminhão que cruzava a via. Segundo relatos de testemunhas, o veículo de carga teria avançado a preferencial. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes.

O reconhecimento da vítima foi feito por uma familiar que estava nas proximidades. Emocionada, ela relatou que Cesar Benhur retornava para casa, onde morava com a mãe.

Atenderam a ocorrência equipes da Brigada Militar, do Corpo de Bombeiros Militar, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e agentes de trânsito. Apesar dos esforços das equipes de socorro, o motociclista não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Moradores relataram que o motorista do caminhão, natural de Porto Alegre, teria informado que não visualizou a placa de parada obrigatória porque ela estaria parcialmente encoberta pelos galhos de uma árvore. A informação também deverá ser apurada durante a investigação.

Autônomo e bastante conhecido na comunidade, Cesar Benhur Vassalo Silveira deixa familiares e amigos consternados. A tragédia comoveu quem acompanhou a movimentação no local e reacende o debate sobre a necessidade de maior atenção à sinalização, à manutenção das vias e ao respeito às normas de trânsito para evitar novas perdas.

 O que se sabe até o momento

– Vítima: Cesar Benhur Vassalo Silveira, 59 anos.
– Acidente ocorreu na tarde desta quarta-feira (22).
– Colisão foi registrada no cruzamento das ruas Bento Manoel e Waldemar Masson.
– O motociclista morreu ainda no local.
– Brigada Militar, Bombeiros, SAMU e agentes de trânsito atenderam a ocorrência.
– Relatos indicam possível avanço da preferencial pelo caminhão.
– Testemunhas afirmam que uma placa de parada estaria parcialmente encoberta por galhos.
– As causas e responsabilidades pelo acidente serão apuradas pelas autoridades.
Motociclista morre após grave colisão no Centro; relato sobre sinalização levanta questionamentos

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Uma vida dedicada a cuidar do próximo é interrompida na BR-290: fisioterapeuta morre em grave acidente entre Alegrete e Rosário do Sul

A manhã desta quarta-feira (22) foi marcada por uma tragédia na BR-290. Foi identificada como Camila Martins Luiz, de 35 anos, a vítima fatal do grave acidente registrado nas proximidades do km 546, na localidade de Durasnal, entre Alegrete e Rosário do Sul.

Fisioterapeuta do Frigorífico Minerva e servidora da Secretaria Municipal de Saúde de Vila Nova do Sul, Camila seguia para Alegrete em um Jeep Compass, com placas de São Gabriel, quando ocorreu a colisão frontal com outro veículo, de Uruguaiana.

Segundo as informações apuradas, ela ocupava o banco traseiro e morreu ainda no local devido à gravidade dos ferimentos. O acidente aconteceu por volta das 6h, em meio à garoa, condição que exigia atenção redobrada dos motoristas.

Outras três pessoas ficaram feridas e foram socorridas por equipes do Samu, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal. As vítimas foram encaminhadas à Santa Casa de Caridade de Alegrete. Até o momento, não há informações oficiais sobre o estado de saúde delas.

No Jeep viajavam integrantes da Minerva Foods, que se deslocavam de São Gabriel para Alegrete.

A notícia causou forte comoção em Vila Nova do Sul. Em nota oficial, a Prefeitura lamentou a morte da fisioterapeuta, destacando sua dedicação, profissionalismo e o cuidado com os pacientes da Unidade Básica de Saúde Sofia Saldanha Silveira.

A Administração Municipal também prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho. “A lembrança de sua dedicação ao serviço público e ao cuidado com o próximo permanecerá como legado para todos que conviveram com ela”, afirma o comunicado.

Enquanto familiares e amigos enfrentam o luto, a Polícia Rodoviária Federal dará sequência às investigações para esclarecer as circunstâncias da colisão.

Mais do que um número nas estatísticas das rodovias, a morte de Camila representa a perda de uma profissional que dedicou sua vida ao cuidado das pessoas.

O acidente também reforça o alerta para que motoristas redobrem a atenção ao trafegar pela BR-290, especialmente em períodos de chuva e baixa visibilidade.

Todos feridos foram trazidos psra a Santa Casa de Caridade de Alegrete.

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