Contato

Em Campo

Mais de 100 já foram contratados. Demais candidatos do Marfrig devem atender ligações com prefixo 011 e 041

O frigorífico Marfrig, em Alegrete, reabre em meados de setembro e 100 funcionários já estão trabalhando. Os demais candidatos deve ficar atentos as chamadas recebidas com prefixo 011 e 041. O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Alimentação local divulgou comunicado alertando que o setor de RH da indústria tenta entrar em contato com os inscritos, mas as ligações não são atendidas. A  planta de Alegrete deve gerar 650 empregos diretos na cidade.

Já virou rotina ignorar aquelas ligações inconvenientes com prefixos de diversos estados brasileiros. Ainda assim, é preciso verificar quando se está em busca de uma vaga no mercado de trabalho. E esse é o caso para quem se candidatou para vagas no frigorífico. Segundo o presidente do Sindicato de Alimentação, Marcos Roesse, o cadastro das vagas é feito em Alegrete, mas o escritório do frigorífico não fica localizado na cidade. “Eu sei que as pessoas têm receio dessas ligações desconhecidas, mas pedimos que atendam. O RH da Marfrig nos pediu ajuda, pois as pessoas simplesmente não atendem”, conta. O dirigente explica que as ligações são feitas dos escritórios localizados em São Paulo (011) e, principalmente, no Paraná (041). Ele ainda alerta que até a próxima semana os candidatos devem ter atenção redobrada, uma vez que os processos de classificação estão em fase avançada.

O retorno da indústria: mais de 100 pessoas já foram contratadas

Com a proximidade da data de reinauguração, contratações já foram concluídas e uma média de 100 profissionais já está trabalhando. O setor de manutenção está praticamente fechado, funcionários do setor da desossa estão na planta de São Gabriel para atualização e aprendizado de novos cortes, e líderes de unidade recebem tratamento em unidades fora do Estado.

Outro aspecto interessante é a faixa etária. Roesse afirma que a prioridade para o frigorífico não é a idade, mas sim, a experiência. Ele conta que o quadro de funcionários conta com pessoas acima de 50 anos. “Tem um senhor de 62 anos que está voltando. Não temos distinção queremos experiência”.

Contratados devem ter em mãos toda a documentação obrigatória

O presidente do Sindicato alerta também sobre a necessidade de toda a documentação solicitada. “Muitas vezes os contratados chegam sem ter nem a carteira de trabalho em mãos, isso atrasa o processo”, comenta. Roesse pede que na hora de realizar os exames pré-admissionais, os selecionados levem a cópia dos documentos solicitados. São eles: carteira de trabalho, RG, CPF, comprovante de residência. Além disso, todas as vacinas devem estar em dia.

A reabertura na hora certa

Com as atividades encerradas em janeiro, a planta da Marfrig em Alegrete deixou 648 funcionários desempregados. Agora, essa parcela da população tem a oportunidade de recolocação no mercado de trabalho. “A prioridade de contratação foi para os antigos funcionários do frigorífico”, afirma o presidente do Sindicato da Alimentação. Contudo, muitas dessas pessoas já conquistaram novas colocações no mercado, fator que abre um leque de cerca de 150 vagas, segundo Roesse. “Muitos ex-funcionários já estão trabalhando. Isso dá chance para novas pessoas”, avalia.

Desde a divulgação da reabertura, mais de quatro mil currículos foram recebidos.

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Em Campo

Nova diretoria do Sindicato Rural é empossada

Na noite desta terça-feira, o Sindicato Rural de Alegrete realizou a cerimônia de posse de sua nova diretoria, em evento marcado pela solenidade e pelo espírito de união. O encontro aconteceu no restaurante do Parque de Exposições Dr. Lauro Dornelles e contou com a presença de autoridades, representantes da Farsul, familiares e membros da comunidade rural.

A nova gestão, que estará à frente do sindicato até 9 de janeiro de 2029, tem como presidente Henrique Fernandes, acompanhado por Luiz Carlos Nemitz como vice-presidente e Vitorino Dornelles como secretário. A oficialização da posse foi respaldada por Francisco Schardong, diretor administrativo da Farsul, seguida da leitura da ata pelo secretário.

Durante a cerimônia, foi descerrada a placa em homenagem ao ex-presidente Luiz Plastina Gomes, que em seu discurso relembrou os desafios enfrentados nos últimos anos. Ele destacou a ausência da contribuição sindical como um fator que exigiu maior criatividade e otimização da estrutura do parque, por meio de parcerias estratégicas. A colaboração com o Senar foi ressaltada como fundamental para o treinamento e capacitação de profissionais do setor. Gomes também alertou para o aumento das responsabilidades impostas ao sindicato, sem a devida contrapartida financeira.

Em seu pronunciamento, o novo presidente Henrique Fernandes enfatizou o espírito coletivo da equipe que assume o comando da entidade. Ele agradeceu a confiança do ex-presidente, a presença dos diretores da Farsul, das autoridades locais, da comissão jovem, do movimento das mulheres e dos familiares. Fernandes reforçou a importância da união e da visão de longo prazo no agronegócio, criticando políticas contrárias ao setor e reafirmando o compromisso da diretoria com todos os produtores rurais.

> “Representamos a todos os produtores. Temos orgulho de ser produtor”, destacou Henrique Fernandes, em um discurso que marcou o início de um novo ciclo para o Sindicato Rural de Alegrete.

 

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Em Campo

Noite dramática desperta o heroísmo de produtores no combate à incêndios

 Em madrugada dramática, a senhora Ivanete Dambrós Petrocelli, junto com os filhos, vizinhos e amigos se uniram para salvar propriedades de fogo que começou na estância da Charua

Na madrugada deste dia 20 de março, um incêndio de grandes proporções atingiu a localidade do Vasco Alves, em Alegrete. Ivanete Dambrós Petroce

lli, com a ajuda de filhos, amigos e vizinhos, lutou contra as chamas que ameaçavam casas, plantações e animais.

A comunidade usou baldes, pelegos molhados, um trator e máquinas de passar secantes para tentar controlar o fogo, que começou na manhã anterior na estância da Charua e se intensificou à tarde.

Apesar de um controle inicial, um foco remanescente reacendeu o incêndio, levando a uma situação crítica. Os esforços para combater as chamas duraram das 19h até às 3h da madrugada seguinte.

Ivanete criticou a falta de apoio dos órgãos públicos, afirmando que, mesmo após buscar ajuda do exército, bombeiros e prefeitura, a resposta foi insuficiente, deixando a comunidade a enfrentar a calamidade com seus próprios recursos.

O fogo, que ocorreu a cerca de 23 quilômetros de Alegrete, afetou diretamente as propriedades Santo Antônio e Estância da Árvore.

Moradores, incluindo funcionários e proprietários das áreas afetadas, uniram-se para combater o incêndio, utilizando um trator e técnicas improvisadas. Apesar da gravidade, a ausência de ventos fortes evitou que o incêndio se intensificasse ainda mais. A comunidade conseguiu controlar o fogo, evitando danos maiores.

O DESABAFO DE UMA MÃE DIANTE DA LUTA CONTRA UMA SITUAÇÃO GRAVE

Venho aqui com uma revolta mto grande, ontem mais uma vez, a zona rural do nosso município foi deixada à própria sorte. Um incêndio de grande proporção que começou cedo tomou conta de várias terras, colocando em risco casas, plantações, animais e vidas. Diante do desespero que estavamos enfrentendo, buscamos ajuda dos órgãos públicos, mas o que recebemos? Silêncio, descaso e promessas vazias.

Sem outra alternativa, os próprios moradores incluindo meus filhos, tiveram que se unir e enfrentar as chamas com as próprias mãos, usando baldes, pelegos molhados, tratores, pulverizadores e a força da união. Enquanto o fogo avançava, percebemos que aqueles que deveriam proteger e apoiar a população simplesmente nos abandonaram. Fui atrás do exército, bombeiros, prefeito, e oque recebi? Estamos vendo, se fosse depender do resolver deles teria pego fogo em todas casas.

Até quando vamos assistir a esse descaso? Até quando a zona rural será ignorada? Precisamos de respostas, precisamos de investimentos, precisamos ser ouvidos! Hoje apagamos o fogo sozinhos, mas amanhã, quem garantirá que não perderemos tudo??
Aqui estão os verdadeiros heróis, não teve avião, não teve bombeiros que contessem o fogo, foram eles que passaram o dia inteiro, e noite a dentro tentando apagar aquele imenso fogo pra não pegar nas casas.

 

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Cidade

Sol de rachar não impede Meneghetti de se unir aos moradores para fazer mutirão

Temperatura bem acima dos 40 graus centígrados e em pleno domingo.  Mutirão de Limpeza no Campo do Palmeiras. Meneghetti contou com a ajuda do setor do agronegócio

No dia do descanso semanal, era 7h30 e o sol com seus 38 graus, não foi páreo para as famílias que participam com seus filhos do projeto de Futebol no Campo do Palmeiras, dessem início ao mutirão de limpeza tanto do campo de jogo, tanto do local de refúgio, que fica entre árvores.

O local fica no bairro Capão do Angico. Um esforço para garantir que a área de lazer ficasse mais aprazível para todos.

O Vereador Leandro Meneghetti (PL), a convite do grupo participou ativamente da atividade, onde contou com o auxílio de amigos do setor do agro para ajudar na limpeza e também com máquina e implemento para a retirada dos entulhos.

O POVO PELO POVO

Antes de iniciar os jogos, a motivação uniu homens, mulheres e crianças, que juntaram garrafas, latas, plásticos, metais e até uma cama com colchão para deixar o local prazeroso para todos.

Mesmo com a falta de infraestrutura nós continuamos confiantes em levar adiante esse projeto que tanto agrega para as famílias que apoiam ativamente seus filhos. Hoje fizemos essa atividade e deu muito certo pelo apoio de todos.”, comenta Marta, uma das dirigentes do projeto.

O final das atividades culminou com uma ação dos participantes do projeto onde foram entregues kits de material escolar às crianças e também foi servido cachorro quente e refrigerante.

Foi uma ação simples, que contou com a ajuda de todos, onde o objetivo foi o de deixar um lugar melhor para as famílias que vem prestigiar e apoiar seus filhos, que na maioria das vezes não tem aonde ir e também de conscientizar a população de ajudar mais nessa questão do lixo e de outros materiais que são descartados em qualquer lugar. Reforço que cada um precisa fazer sua parte, constantemente, a questão ambiental também é sinônimo de saúde, educação”, fala Meneghetti.

Ele também se emocionou com o gesto do mutirão que está ajudando crianças e adolescentes a saírem do ciclo de drogadição, alcoolismo, violência e outras questões sociais que são preocupantes aos órgãos públicos.

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