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Oi tem falência decretada no Brasil após década de crise e dívidas bilionárias

📰 A Justiça do Rio de Janeiro decretou, no dia 10 de novembro de 2025, a falência da Oi, uma das maiores operadoras de telecomunicações do país.

A decisão foi proferida pela 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, após quase dez anos de tentativas de recuperação judicial e sucessivos planos de reestruturação que não conseguiram devolver a empresa à estabilidade financeira.

📉 De gigante nacional a colapso financeiro
A Oi nasceu como uma companhia brasileira, fruto da privatização do sistema Telebrás e de fusões posteriores, incluindo a incorporação da Brasil Telecom e a controversa união com a Portugal Telecom. Apesar dessa parceria internacional, a empresa sempre manteve sua sede e operações centrais no Brasil, sendo considerada essencialmente nacional.

A trajetória da Oi foi marcada por endividamento crônico, má gestão e investimentos de alto risco. A fusão com a Portugal Telecom, que prometia criar um gigante transnacional, acabou trazendo mais problemas do que soluções, agravando a dívida e comprometendo a governança.

⚠️ Motivos da falência
Entre os principais fatores que levaram ao colapso estão:
– Dívidas bilionárias acumuladas, que chegaram a inviabilizar a operação.
– Gestão ineficiente e decisões estratégicas equivocadas.
– Concorrência acirrada de Vivo, Claro e TIM, que avançaram em telefonia móvel e internet.
– Aposta tardia na fibra óptica, que, embora tenha modernizado parte da rede, não foi suficiente para recuperar a receita perdida.

A juíza Simone Gastesi Chevrand, responsável pela decisão, afirmou que a companhia está “tecnicamente falida”, com patrimônio esvaziado e incapaz de atender às suas obrigações.

🌐 Escala da falência
A falência foi decretada apenas no Brasil. A Oi não possui operações próprias relevantes no exterior, o que limita o impacto internacional do processo. Assim, não há um “espólio global” a ser liquidado, mas sim ativos nacionais que deverão ser disputados em leilões.

🔮 O futuro dos ativos
Ainda não há definição oficial sobre quem assumirá as operações da Oi. No entanto, especialistas apontam que consórcios nacionais e estrangeiros devem disputar os ativos mais valiosos, especialmente a rede de fibra óptica e a base de clientes.

Entre os possíveis interessados estão as grandes concorrentes do setor — Vivo (Telefônica), Claro (América Móvil) e TIM — que já haviam adquirido fatias da operação em processos anteriores de venda de ativos.

📌 Um marco no setor de telecomunicações

A falência da Oi representa o fim de uma era para as telecomunicações brasileiras. De símbolo de expansão e modernização no início dos anos 2000, a empresa se tornou um exemplo de como endividamento, má gestão e decisões estratégicas equivocadas podem levar ao colapso até mesmo de gigantes do setor.

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Pontilhão sobre o arroio Capivari em recuperação

A Câmara Municipal de Alegrete realizou uma reunião institucional com o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER) para reivindicar melhorias para a situação da Ponte do Capivari. O encontro ocorreu no começo deste mês e foi articulado pelo vereador Cléo Trindade.

Durante a reunião, o superintendente da 9ª Superintendência Regional do DAER, engenheiro Paulo de Tarso Meister, informou que a ponte segue em processo de recuperação provisória. Segundo o engenheiro, a próxima etapa da obra depende da entrega do madeiramento que será utilizado nas guias de transporte e da melhoria das condições climáticas, já que o período de chuvas tem dificultado a execução dos serviços e a trafegabilidade na região.

O superintendente também informou que está prevista a instalação de estruturas para limitar a altura e a largura dos veículos que utilizam a ponte. A medida tem como objetivo restringir o tráfego até a realização da recuperação definitiva.

Além do vereador Cléo Trindade, o vereador Leandro Meneghetti também acompanha o andamento dos serviços e os encaminhamentos junto ao DAER.

A Câmara Municipal seguirá acompanhando as intervenções e cobrando do órgão estadual a continuidade das obras e medidas que garantam mais segurança e melhores condições de circulação na Ponte do Capivari.

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BAGRE FAGUNDES MORRE AOS 86 ANOS E DEIXA O RIO GRANDE DO SUL EM LUTO

A VOZ DO “CANTO ALEGRETENSE” SE CALA, MAS O LEGADO PERMANECE

O Rio Grande do Sul perdeu neste domingo (2) um de seus maiores símbolos culturais. Morreu, aos 86 anos, em Porto Alegre, o tradicionalista, cantor e compositor Euclides Fagundes Filho, o Bagre Fagundes, coautor de um dos maiores hinos da identidade gaúcha, Canto Alegretense. O artista estava internado desde maio, após sofrer uma parada cardiorrespiratória provocada por um engasgo, e seu estado de saúde inspirava cuidados desde então.

Patriarca da família Os Fagundes, Bagre dedicou décadas à valorização da cultura regional, levando a música nativista a diferentes gerações. Sua obra ajudou a fortalecer o sentimento de pertencimento do povo gaúcho e projetou Alegrete para todo o país.

A notícia provocou uma onda de homenagens. Artistas, lideranças culturais e autoridades destacaram sua generosidade, seu compromisso com a tradição e a influência decisiva na formação de novos talentos. O governador do Estado anunciou que o velório será realizado no Palácio Piratini, uma homenagem reservada a personalidades de extraordinária relevância para a história gaúcha.

Mais do que um músico, Bagre Fagundes tornou-se um guardião da memória cultural do Rio Grande do Sul. Sua partida encerra um capítulo da música nativista, mas suas canções seguirão ecoando em festivais, CTGs, escolas e rodas de chimarrão, mantendo viva a essência do povo gaúcho.

O LEGADO DE BAGRE FAGUNDES

Quem foi Bagre Fagundes?

• Nome: Euclides Fagundes Filho.
• Morreu aos 86 anos, em Porto Alegre.
• Coautor do clássico Canto Alegretense, ao lado de Nico Fagundes.
• Patriarca do grupo Os Fagundes.
• Referência da música nativista e do tradicionalismo gaúcho.
• Incentivou gerações de artistas e defensores da cultura regional.
• Receberá homenagem oficial com velório no Palácio Piratini.
• Seu legado ultrapassa a música e integra o patrimônio cultural do Rio Grande do Sul.
• Canções como Canto Alegretense seguem como símbolos da identidade gaúcha.
• A despedida mobiliza milhares de admiradores em todo o Estado.
• A cultura gaúcha perde uma de suas vozes mais emblemáticas.
• A história de Bagre Fagundes permanecerá viva na memória e no coração dos gaúchos.

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Preso em Alegrete fugitivo por tentativa de feminicídio em Porto Alegre

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), localizou na terça-feira, 15 de julho, um homem de 67 anos condenado por tentativa de feminicídio em Porto Alegre.

A captura ocorreu em Alegrete, após troca de informações entre o GAECO e as agências Local de Inteligência do 6º Batalhão de Polícia de Choque e Regional do Delta do Jacuí (CRPM-DJ) da Brigada Militar (BM). O condenado estava foragido desde 2022.

O crime ocorreu em 17 de dezembro de 2016, no bairro Vila João Pessoa, na Capital. Conforme a investigação, durante uma discussão em família, o homem atacou a então companheira, que tinha 58 anos na época, com uma faca de cozinha, causando ferimentos na região do pescoço. A agressão foi interrompida após a intervenção de familiares e a vítima foi socorrida e encaminhada para atendimento médico.

A prisão foi realizada por policiais militares após o repasse de informações do GAECO. O homem possuía mandado de prisão decorrente de condenação transitada em julgado, ou seja, sem possibilidade de recurso, e foi encaminhado para os procedimentos legais e o cumprimento da pena em regime fechado.

PROJETO PROTETOR

O Projeto Protetor é uma iniciativa do MPRS com coordenação do GAECO e tem como objetivo localizar e prender foragidos investigados ou condenados por crimes praticados no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher.

A ação, que iniciou este ano, reúne esforços do GAECO e de órgãos de segurança pública para dar efetividade às decisões judiciais, ampliar a proteção das vítimas e combater a impunidade em casos de violência de gênero.

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