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Uso do cinto de segurança é foco da PRF em operação nacional

Uso do cinto de Operação de novembro visa reduzir infrações e acidentes, utilizando câmeras e IA para monitoramento

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou a Operação Proclamação da República, que se estende de 14 a 17 de novembro de 2024 (14 a 17 de novembro de 2024), visando aumentar a segurança nas rodovias federais em todo o Brasil.

Este ano, a operação enfatiza a importância do uso do cinto de segurança, um item de segurança obrigatório para todos os ocupantes do veículo.

A PRF, em sua divulgação, apontou um aumento de 10% nas infrações por uso inadequado do cinto de segurança entre janeiro e setembro de 2024, totalizando mais de 166,2 mil autos de infração, em comparação com 150,7 mil no mesmo período de 2023.

Apesar do aumento nas infrações, houve uma redução no número de feridos e mortos em acidentes de trânsito relacionados à não utilização do cinto.

Foram registrados 1.530 feridos e 569 mortos em 2024, contra 2.154 feridos e 736 mortos em 2023. A operação tem como objetivo não somente intensificar as fiscalizações, mas também promover a conscientização sobre a importância do cinto de segurança para prevenir lesões graves ou fatais em acidentes.

O Código de Trânsito Brasileiro classifica a infração por não usar o cinto de segurança como grave, resultando em uma multa de R$ 195,23, perda de 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e retenção do veículo até que o cinto seja utilizado corretamente por todos os ocupantes.

Para reforçar a fiscalização, a PRF está adotando novas tecnologias, incluindo câmeras e inteligência artificial, para identificar infrações relacionadas ao cinto de segurança e ao uso do telefone celular ao volante.

Essa abordagem já está em prática na BR-324, na Bahia, e há planos de expandi-la para outros estados.

 

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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete

Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.

De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.

O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.

 

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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete

No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.

O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.

 Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
 Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.

 

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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida

Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.

A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.

A previsão de duração do julgamento é de dois dias.

Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.

Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.

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