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QUEDA DA MARQUISE. Sobrosa disse que erro foi coletivo e assume sua responsabilidade

Uma marquise caiu de um prédio, no centro de Alegrete, nesta madrugada, por volta da 1h30. O prédio construído pela Construtora Sotrin. Ninguém saiu ferido. O prejuízo é de grande monta. No local, rua Vasco Alves, esquina com a General Sampaio, funcionam várias lojas.

 

https://www.youtube.com/watch?v=jZPWWGyWeqk&t=12s

O engenheiro dono da construtora, Jorge Sobrosa, disse que desde o início da madrugada está no local. Sobrosa afirmou que não houve abalo na estrutura do prédio e nem da garagem. A marquise era fixada no piso da garagem e cedeu. Jorge Sobrosa, avalia que houve erro coletivo e que como engenheiro assumia a responsabilidade sobre a queda.

Ao mesmo tempo agradeceu à Deus em não ter havido nenhuma vítima.
Durante toda a manhã houve trabalho de rescaldo e o trânsito fpi interrompido na quadra onde está edificado o prédio.
O prédio tinha dois conjuntos de marquises. A superior é que tombou. Os operários fizeram escoras para as partes que resistiram nas marquises de baixo, que fixavam às placas das lojas, porque no trabalho de restauro, a marquise ainda suspensa deverá ser arrancada da parede.
Os estabelecimentos comerciais não funcionam nesta segunda-feira. O trabalho de rescaldo vai continuar, tanto pra intervenção de retirada do que não tombou, quanto da marquise fixada na rua General Sampaio, que está parcialmente avariada.

Paulo de Tarso Pereira, atua na área desde o final da década de 1970. Alegretense, formado na UFSM, já trabalhou nas maiores empresas do Sul, como Correio do Povo, RBS, A Notícia e JSC, bem como foi coordenador do Canal Rural e editor na Record/SP. A retornar para Alegrete, na virada do ano 2000, fundou o jornal EQ, e hoje é o jornalista responsável por todas as plataformas, que inclui site, redes sociais e edição on line do EQ.

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Obra particular rompe rede e cinco bairros estão sem água.

Obra particular rompe rede de água, e abastecimento em cinco bairros deve retornar durante a madrugada

Uma obra particular rompeu uma rede de água na Rua Olegário Vitor Antônio José de Vargas, em Alegrete, na noite desta quarta-feira, 26, e o abastecimento foi interrompido na região da Coxilha e nos bairros Fronteira Oeste, Maria do Carmo, Novo Lar e Vila Inês.

A Corsan está realizando o reparos, com previsão de que o retorno do fornecimento de água ocorra durante a madrugada desta quinta-feira, 27, de forma gradual.

Para mais informações, podem ser usados os canais de relacionamento da Corsan com o cliente: app Corsan, site www.corsan.com.br (na Unidade de Atendimento Virtual), WhatsApp (51) 99704-6644 e ligações gratuitas pelo 0800.646.6444.

A Corsan está permanentemente disponível nesses canais e recomenda que a população utilize esses meios de contato com a Companhia para solicitações, pedidos de informação ou para fazer comunicados. Isso agiliza a tomada de providências e a mobilização das equipes de serviço.

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MP consegue condenar a 30 anos autor de feminicídio em Alegrete

Após denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), o Tribunal do Júri em Alegrete condenou nesta terça-feira, 25 de março, a 30 anos de reclusão, homem que agrediu sua companheira até a morte no ano de 2023.

Na madrugada do dia 20 de novembro, após uma discussão com a companheira, o denunciado a espancou com diversos golpes pela cabeça e pelo corpo, fugindo logo após e deixando a vítima inconsciente e agonizando por horas, até ser encontrada por uma vizinha e socorrida pelo SAMU.

A mulher foi encaminhada ao hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos, indo a óbito no dia seguinte.

O crime foi praticado por meio cruel, uma vez que o denunciado agiu com brutalidade desmedida ao espancar a vítima na região da cabeça, o que acarretou fratura do crânio e hemorragia cerebral, causando-lhe sofrimento desnecessário, e por razões da condição de sexo feminino (feminicídio).

“Os jurados foram chamados à responsabilidade de encerrar esse ciclo de violência em que a vítima se encontrava, garantindo a punição do responsável, e, ao acolher integralmente o pedido do Ministério Público, indicaram que a sociedade não tem mais nenhuma tolerância com a violência contra as mulheres”, destacou a promotora de Justiça Maura Lelis Guimarães Goulart, que atuou em plenário.

O juiz determinou a imediata execução da pena do condenado, que respondeu preso a todo o processo, e fixou indenização mínima de 30 salários mínimos em favor dos familiares da vítima, a título de reparação pelos danos morais provocados pelo crime.

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Cidade

Pavimentação asfáltica iniciada pela manhã já está entregue

Projeto experimental busca avaliar benefícios em durabilidade e manutenção frente à pavimentação rígida comum

 

O Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem do Rio Grande do Sul (SICEPOT-RS) doou 100 metros de pavimentação asfáltica com polímero para a Prefeitura de Alegrete.

Prefeito Jesse recebe o trecho piloto com pavimento flexível de asfalto

 

Houve um convite informal agora no final da tarde no trecho na avenida Tiaraju. O prefeito Jesse Trindade recebeu do engenheiro Luís Henrique Bento Leal, da Construtora Alegretense.

A iniciativa busca oferecer uma opção mais sustentável e técnica em comparação à pavimentação rígida, comumente adotada em vias urbanas sem o necessário planejamento técnico.

A doação inclui todo o material necessário para a base e sub-base, priorizando recursos naturais da região e métodos que reduzem a emissão de carbono.

Sinalização de acesso ao prédio da OAB

Essa ação do SICEPOT-RS responde a um problema crescente em pequenas e médias cidades do Rio Grande do Sul, onde a escolha pela pavimentação rígida tem causado problemas estruturais, como rachaduras e desnivelamentos, elevando os custos de manutenção para o governo.

Com a pista experimental, será possível comparar diretamente as duas tecnologias de pavimentação, avaliando qual oferece o melhor custo-benefício, durabilidade e facilidade de manutenção.

 

Em Alegrete, a escolha pela pavimentação flexível se mostra mais adequada, especialmente devido às frequentes necessidades de manutenção na rede de abastecimento de água.

A pavimentação flexível, predominante em mais de 95% das rodovias e vias urbanas na América do Norte e Europa, destaca-se por sua economia, facilidade de manutenção e capacidade de adaptação às mudanças do solo.

Além disso, é uma opção mais ecológica, permitindo a reciclagem completa ao fim de sua vida útil, ao contrário do pavimento rígido, que necessita de demolição e reconstrução.

A promoção da pavimentação rígida por parte de grupos ligados ao setor de cimento e concreto, especialmente em municípios sem equipes técnicas especializadas, tem resultado em falhas estruturais graves.

 

A pista doada pelo SICEPOT-RS, construída com técnicas e materiais avançados, permitirá estudos técnicos detalhados, com o apoio de especialistas da Universidade Federal do Pampa (Unipampa).

 

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