Cidade
Bafão das gurias tem outra nova versão
O site www.emquestao.com.br postou imagens e vídeos de uma confusão acontecida na Praça Getúlio Vargas, no final da madrugada de domingo. Uma das pessoas envolvidas na confusão entrou em contato com a redação para dar sua versão dos fatos.
“O que aconteceu foi que eu e a minha amiga, a de “vermelho”, estávamos na festa, (clube Casino) quando o ex namorado da que se diz vítima, a moça de verde do vídeo, chegou pra conversar conosco. A gente se conhece, somos amigas. Estava ele e um amigo dele”.
Segundo esta moça, “nisto o ex da moça de verde foi no bar comprar cerveja. Ela foi atrás dele e começou a agredi-lo.” Ainda segundo a depoente as agressões foram “com tapas na cara e arranhões pelo corpo, eu e minha amiga prontamente sugerimos pra ele ir embora, e que a gente iria acompanha-lo até o carro”.
Esta escolta acabou por colocar mais lenha na fogueira. “Só que a gente não esperava que ela iria sair atrás, mas foi o que aconteceu”, dispara uma das envolvidas.
Ela explica às cenas do vídeo: ” A TODO TEMPO, no video, dá pra perceber que ela não queria briga com a gente; e nem a gente com ela, só estávamos apartando pra ela não chegar perto dele. Nisso ela começou fazer um escândalo, gritando que queria que ele desse dinheiro pra ela ir embora, ou levá-la. Ele disse que não”.
Foi aí que o bafão pegou fogo. “Ela bateu no carro dele, (até em momento que aparece no vídeo ela me puxou o cabelo), mas a briga em si não era com a gente. Outra coisa foi que ela disse que tinha uma terceira pessoa com a gente, MENTIRA! A outra pessoa que aparece no vídeo é o amigo do ex namorado dela”.
Por esta nova versão dos fatos, “ele segura ela, mas não com a intenção de alguém bater, e sim porque ela estava totalmente descontrolada. Ela quis nos colocar como culpadas da história, mas isso foi algo que nunca aconteceu”, disse.
Ainda segundo esta moça que se envolveu no episódio, “ninguém encostou um dedo nela”. Segundo ela, o caso já caminhou. “Eu já fui na delegacia me informar e esclarecer o’que houve, assim como tô vindo aqui, porque a história sempre tem dois lados. Resumindo ela é a errada da história porque ela estava agredindo o EX”, confirmou.
O caso poderia ter tomado outras proporções segundo esta moça. ” O caso é que ela começou a gritar, que ele tinha batido nela, sendo que no momento das agressões da parte dela, ele só se esquivava, não levantou a mão um momento. Isso tem inúmeras testemunhas para provar, tanto é que se juntou uns dez homens que nem estavam na briga, pra bater nele”.
No meio da confusão estes caras realmente tinham acreditado na menina rejeitada, “só que eu consegui provar que ela era a errada e ainda bem que não se tornou uma briga generalizada”, explicou.
Cidade
FREDERICO ANTUNES DESTINA EMENDA PARLAMENTAR A APAE ALEGRETE
Trata-se de uma Instituição beneficente de apoio, prevenção e promoção de bem estar às Pessoas com Deficiência e do Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Na quarta-feira (2/4), Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a SJCDH firmou um termo de colaboração destinando recursos de emenda parlamentar, do Deputado Estadual Frederico Antunes, para a APAE Alegrete/RS.
No total, foram direcionados R$ 75 mil para a Associação. Os recursos serão aplicados na contratação de serviços e multiprofissionais, como neuropsicopedagoga, psicólogo, assistente social, entre outros. A entidade atende em média 426 pessoas.
“É o nosso reconhecimento ao trabalho de excelência que é realizado pela nossa APAE Alegrete, que é uma referência regional”, destacou Frederico.
As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais são instituições que prestam serviços educacionais e de apoio às pessoas com deficiência intelectual ou múltipla. No total, existem 206 APAEs no Rio Grande do Sul.
O secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Fabrício Peruchin; o Deputado Estadual, Frederico Antunes e a diretora-administrativa da Federação das APAEs do Rio Grande do Sul (FEAPAES), Lúcia Centena, participaram do ato de assinatura no Centro Administrativo do Estado (CAFF).
📸 Cristiano Guerra
Cidade
Obra particular rompe rede e cinco bairros estão sem água.
Obra particular rompe rede de água, e abastecimento em cinco bairros deve retornar durante a madrugada
Uma obra particular rompeu uma rede de água na Rua Olegário Vitor Antônio José de Vargas, em Alegrete, na noite desta quarta-feira, 26, e o abastecimento foi interrompido na região da Coxilha e nos bairros Fronteira Oeste, Maria do Carmo, Novo Lar e Vila Inês.
A Corsan está realizando o reparos, com previsão de que o retorno do fornecimento de água ocorra durante a madrugada desta quinta-feira, 27, de forma gradual.
Para mais informações, podem ser usados os canais de relacionamento da Corsan com o cliente: app Corsan, site www.corsan.com.br (na Unidade de Atendimento Virtual), WhatsApp (51) 99704-6644 e ligações gratuitas pelo 0800.646.6444.
A Corsan está permanentemente disponível nesses canais e recomenda que a população utilize esses meios de contato com a Companhia para solicitações, pedidos de informação ou para fazer comunicados. Isso agiliza a tomada de providências e a mobilização das equipes de serviço.
Cidade
MP consegue condenar a 30 anos autor de feminicídio em Alegrete
Após denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), o Tribunal do Júri em Alegrete condenou nesta terça-feira, 25 de março, a 30 anos de reclusão, homem que agrediu sua companheira até a morte no ano de 2023.
Na madrugada do dia 20 de novembro, após uma discussão com a companheira, o denunciado a espancou com diversos golpes pela cabeça e pelo corpo, fugindo logo após e deixando a vítima inconsciente e agonizando por horas, até ser encontrada por uma vizinha e socorrida pelo SAMU.
A mulher foi encaminhada ao hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos, indo a óbito no dia seguinte.
O crime foi praticado por meio cruel, uma vez que o denunciado agiu com brutalidade desmedida ao espancar a vítima na região da cabeça, o que acarretou fratura do crânio e hemorragia cerebral, causando-lhe sofrimento desnecessário, e por razões da condição de sexo feminino (feminicídio).
“Os jurados foram chamados à responsabilidade de encerrar esse ciclo de violência em que a vítima se encontrava, garantindo a punição do responsável, e, ao acolher integralmente o pedido do Ministério Público, indicaram que a sociedade não tem mais nenhuma tolerância com a violência contra as mulheres”, destacou a promotora de Justiça Maura Lelis Guimarães Goulart, que atuou em plenário.
O juiz determinou a imediata execução da pena do condenado, que respondeu preso a todo o processo, e fixou indenização mínima de 30 salários mínimos em favor dos familiares da vítima, a título de reparação pelos danos morais provocados pelo crime.
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