Paulo de Tarso
Br 290 amanheceu trancada em Alegrete e foi liberada às 8h30
Durante a madrugada a Br 290, em Alegrete, foi interrompida. O trecho próximo ao posto Texacão amanheceu bloqueado por um “canteiro” de terra.
Mesmo com a chuva caminhoneiros e apoiadores do movimento nacional não arredaram pé e instalaram um gazebo.
Este é o primeiro ponto a aderir o movimento de escala nacional, que já está sendo considerado pela mídia internacional como o maior já realizado na América Latina e um dos maiores do mundo, da população contra à nova esquerda.
No Brasil são dois vetores na pauta: a falta de transparência para a aferição do sistema eleitoral e o consequente não reconhecimento da eleição do esquerdiata Lula.
Estas são as causas, mas a motivação é o conjunto de decisões monocráticas do Presidente do TSE, Alexandre de Morais, que no afã de proibir desconfianças, críticas e manifestações contra o sistema eleitoral passou a censurar, prender, perseguir e aplicar multas pesadíssimas e a auto-proclamar-se encarnação da democracia, tanto quanto o equipamento eleitoral.
O fato é que após os movimentos estarem restritos à frente de unidades militares, Morais conseguiu à façanha de novamente causar a maior onda paredista do Brasil, colocando este fato nas manchetes dos grandes meios de comunicação do mundo, apesar do silêncio cúmplice dos grandes meios brasileiros.
Hoje o PL, o partido do Presidente Jair Bolsonaro apresentará pedido de anulação dos votos para Presidente das urnas da geração de antes de 2020, onde é impossível ser realizada a auditoria, já que as milhares delas respondem através de um único código.
Na análise feita por duas empresas privadas, são várias anomalias e discrepâncias apontadas nesta geração de urnas. Enquanto isso, estradas no Brasil inteiro vão parando uma a uma no efeito dominó e o risco de desabastecinento está em contagem regressiva.
Paulo de Tarso
Chimarrão, lareira e outras coisitas a mais: as armas do gaúcho contra o frio intenso
Quando o inverno mostra sua força e a geada pinta os campos de branco, o gaúcho já sabe o caminho. A chaleira vai ao fogo, a cuia passa de mão em mão e a lareira transforma a casa em abrigo.
O chimarrão aquece o corpo e aproxima as pessoas. A lenha estalando no fogo embala conversas, histórias e silêncios que só o inverno sabe explicar.
O poncho sai do armário, a boina volta à cabeça, o pala enfrenta o minuano e a comida ganha sabor de aconchego: carreteiro, feijão, sopa de capeletti, pinhão e um bom churrasco desafiam as baixas temperaturas.
No Rio Grande, o frio nunca foi apenas um fenômeno da natureza. É um convite para reforçar as tradições, reunir a família e lembrar que a verdadeira força do gaúcho está na capacidade de transformar o rigor do inverno em calor humano.
Porque, por aqui, o inverno pode até congelar a paisagem. Mas jamais esfria a alma de quem nasceu para enfrentar o minuano.
Paulo de Tarso
PRF prende contrabandista com veículo carregado de agrotóxicos ilegais em Rosário do Sul
Paulo de Tarso
O rolo dos camarotes. MP denuncia prefeito e mais quatro por improbidade em Alegrete
O Ministério Público do Rio Grande do Sul tornou pública, nesta semana, a conclusão da investigação sobre o uso irregular de recursos destinados ao Carnaval Fora de Época de 2023.
A Promotoria de Justiça Especializada ajuizou, em 17 de outubro de 2025, uma Ação de Responsabilização por Atos de Improbidade Administrativa contra cinco réus, incluindo o então prefeito, vice-prefeito, secretário de Educação e Cultura, além da Associação das Entidades Recreativas, Culturais e Carnavalescas de Alegrete (ASSERCAL) e seu presidente à época.
Segundo o inquérito civil nº 00711.000.031/2023, foram identificadas irregularidades na aplicação de R$ 512.672,96 em recursos públicos, repassados à ASSERCAL. O dinheiro foi usado principalmente na construção de camarotes de alvenaria, sem alvará de obra, sem fiscalização adequada e com contratação de mão de obra informal.
As estruturas apresentaram graves problemas e acabaram desabando, resultando em prejuízo milionário e indignação da comunidade.
Além do ressarcimento integral aos cofres municipais, o MP pede que cada réu pague multa civil no mesmo valor do repasse, revertida para projetos sociais.
Também foi solicitada indenização por dano moral coletivo de R$ 100 mil, em razão do impacto negativo à imagem da administração pública e à confiança da população.
No dia 22 de outubro de 2025, o Juízo da Vara Estadual de Improbidade Administrativa decretou a indisponibilidade dos bens dos acusados, garantindo que o patrimônio bloqueado possa assegurar o ressarcimento dos danos. A ação agora segue para a fase de citação dos réus, que deverão apresentar defesa.
A Promotoria de Justiça destacou que a divulgação só ocorreu após o cumprimento da ordem judicial de bloqueio de bens, encerrando a fase sigilosa do processo.
Em nota, reafirmou o compromisso com a defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, e informou que denúncias podem ser encaminhadas pelo telefone (55) 99677-5110 ou pelo e-mail [email protected].
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