Mulher
Psicóloga acusa João Marques de plágio de pesquisas sobre gênero
Na noite de quinta-feira (3), a professora e doutora Valeska Zanello denunciou o estudante o estudante de psicologia João Luiz Marques por plágio. Ele, com mais de 300 mil seguidores, tornou-se famoso na internet – ganhando repercussão na mídia – com textos e vídeos sobre masculinidade tóxica, especialmente em relacionamentos heteronormativos. Contudo, boa parte das reflexões postadas pelo influenciador foram copiadas de trabalhos e livros da professora do departamento de psicologia da universidade federal de Brasília.
“Por que é tão difícil para um homem referendar o trabalho de uma mulher? Isso tem um nome: misoginia”, escreveu Valeska, que tinha 25 mil seguidores quando fez a denúncia e agora está próximo de 80 mil.
Em seu relato, ela conta que há um ano e meio descobriu que um estudante de psicologia tinha copiado a sua pesquisa sobre grupos masculinos de whatsapp no Brasil. “Muita gente que me seguia, o seguia também, e mulheres foram em exames solicitar que ele fizesse a referência ao meu trabalho e me citasse. Ele bloqueou essas mulheres”, escreveu em seu post.
Segundo a doutora esse não foi o único caso de plágio. Ela conta que no dia 3 de janeiro, quinta-feira, recebeu um print de suas seguidoras de um post de quase 50 mil curtidas, em que João Luiz se apropriou novamente de seu trabalho, com frases literais de seu livro, como “homens aprendem a amar muitas coisas e mulheres a amar os homens”.
“Ele não faz referência alguma à obra de onde ele retirou a frase e grande parte de suas ideias. Ou seja, posa de desconstruidão e reproduzir, da maneira mais crua e evidente a violência de gênero!”, defende Valeska.
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Caso sejam verdadeiras as denúncias, “o plagiador está sujeito a multa e até a detenção, de três meses a um ano de acordo segundo o Código Penal (artigo 184). E nos cursos técnicos, de graduação ou de pós- graduação, quando identificado, o plágio pode zerar trabalhos, inclusive TCCs. Se a constatação for feita após a formatura ou a obtenção de título (especialista, mestre ou doutor), o indivíduo pode ter o diploma cassado ou perder a titulação. Marcando negativamente seu currículo”, como explica o texto da faculdade IES/FASC.
Leia a denúncia na íntegra:
A psicóloga ainda não conseguiu denunciar o perfil de João Marques porque, segundo ela, seu perfil é bloqueado pela conta dele e apenas a pessoa que acusa de plágio pode fazer essa denúncia.
O IG Delas tentou entrar em contato com a Valeska Zanello e com o João Luiz para ouvir a sua versão da história, até o momento ele não se pronunciou sobre o caso.
Mulher
Cinema brasileiro brilha com Globo de Ouro para Fernanda Torres
A conquista por sua atuação em “Ainda Estou Aqui” eleva as expectativas para uma futura indicação ao Oscar
Na noite de 05.jan.2025, a atriz Fernanda Torres fez história no cinema brasileiro ao receber o Globo de Ouro de Melhor Atriz (Drama) por sua atuação em “Ainda Estou Aqui”.
A cerimônia, realizada em Los Angeles, destacou-se pela presença de estrelas internacionais e marcou a primeira vez que uma brasileira conquistou tal prêmio, elevando o nome de Fernanda Torres no cenário mundial do cinema. A premiação ocorreu nesta 2ª feira (06.jan.2025).
Torres competiu com atrizes de renome, como Pamela Anderson, Angelina Jolie, Nicole Kidman, Tilda Swinton e Kate Winslet. Sua vitória não só celebra seu talento excepcional, mas também ressalta a qualidade do cinema nacional no exterior.
“Ainda Estou Aqui”, sob direção de Walter Salles, é um longa biográfico que narra a vida de Eunice Paiva, mãe do escritor Marcelo Rubens Paiva e viúva do ex-deputado federal Rubens Paiva.
O filme aborda a luta de Eunice durante a ditadura militar no Brasil, buscando manter sua família unida após o desaparecimento de seu marido. Baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, o filme atraiu mais de 3 milhões de espectadores no Brasil e recebeu aclamação internacional.
Embora “Ainda Estou Aqui” não tenha vencido na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, superado por “Emilia Pérez”, a conquista de Fernanda Torres eleva as expectativas para uma indicação ao Oscar.
Este reconhecimento pode aumentar a visibilidade da atriz e do filme entre os votantes da Academia, potencialmente abrindo caminho para indicações em categorias como Filme Internacional e Melhor Roteiro Adaptado.
Mulher
Patroa assume o CTG Oswaldo Aranha em evento tradicionalista
Eva Ivone Pinto Neri é a nova patroa, prometendo reforçar tradições e valores locais com sua equipe
Com foco em tradições, a nova gestão apresenta líderes para invernadas cultural e artística, além de apoio social
Foi no domingo, a comunidade tradicionalista presenciou a posse da nova liderança do CTG Oswaldo Aranha. O evento, realizado na sede do grupo, teve a coordenação de Kellen Iung, da 4ª Região Tradicionalista. Eva Ivone Pinto Neri assumiu como a nova patroa, prometendo fortalecer as tradições e valores locais.
A nova equipe inclui José Bonassa e Erotinha Silveira como patrões de honra, e Ênio Pereira Aurélio e Marlon Dornelles Marchezan como os principais responsáveis pelas atividades do CTG, ocupando as posições de 1º e 2º capatazes, respectivamente.
O grupo também apresentou líderes para áreas como cultura, esportes, apoio social e atividades campeiras. Nívea Pinto Neri ficará à frente da Invernada Cultural, enquanto Daniela Marchezan comandará a Invernada Artística.
Mulher
Neste domingo, escritora alegretense será entrevistada na TV Cultura
Escritora Eliana Rigol aborda a história oculta das mulheres no Café Filosófico .Programa da TV Cultura vai ao ar no próximo domingo, dia 3, às 19h
A escritora gaúcha Eliana Rigol será a convidada do próximo Café Filosófico, que vai ao ar no domingo, dia 3, às 19h, na TV Cultura. No programa, ela irá abordar o tema da história oculta das mulheres, como parte da série “Novas mulheres, antigos papeis”, gravada em maio, no Instituto CPFL, em Campinas (SP), com curadoria da historiadora e roteirista Luna Lobão.
Para Eliana, que atualmente vive em Barcelona, na Espanha, foi uma honra ter sido convidada a subir no palco de um programa do qual sempre foi fã, mas onde, normalmente, só via homens sendo entrevistados. “Foi uma alegria genuína estar representando tantas e tantas mulheres no Brasil e no mundo que não tiveram momento para fala e escuta nesse mundo desenhado por homens e para homens”, conta.
Nascida em Alegrete, Eliana já morou em São Paulo, Toronto e Lisboa. Advogada de formação e escritora por vocação, ela atua com mentoria de mulheres (Jornada da Heroína) Ela é autora de quatro livros: Moscas no Labirinto (Pergamus, 2015), indicado ao Prêmio AGES, Afeto Revolution, finalista do Prêmio Jabuti, Herstory e Parir é sexual, os três últimos publicados pela editora Zouk, de Porto Alegre.
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