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Proteja sua mente e tenha mais assertividade na vida
Em uma perspectiva espiritualista, o ser humano pode ser compreendido como formado por sete corpos: o físico, o duplo-etérico, o astral, o mental inferior, o mental superior, o búdico e o átmico . Por meio dessas estruturas, é possível a vivência humana nas dimensões física, mental, emocional, energética e espiritual, que são conectados e interdependentes entre si.
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Todos nós temos um projeto de vida, que corresponde a um planejamento envolvendo tudo o que devemos trabalhar em cada experiência sobre a face da Terra. O nosso corpo mental superior é a parte que contém o projeto de vida de cada um, sendo, por isso, a fonte individual de intuições e inspirações.
Quando vivemos de maneira desalinhada ao nosso projeto de vida, além de sentirmos um grande vazio existencial, podemos acabar criando bloqueios energéticos e manifestando na vida situações muito diferentes das desejáveis, gerando frustrações, sofrimento e até doenças.
Dessa forma, para uma experiência humana em plenitude, é preciso viver conforme o que solicita a voz do mental superior. E isso só é possível quando se vive de maneira íntegra, integral.
Essa integridade não é, necessariamente, o que a sociedade entende como tal. Mas, corresponde ao viver conforme o alinhamento dos sete corpos, ou seja, ser inteiro, pensar, sentir e agir de maneira coerente.
Buscar viver desse jeito exige uma dose de dedicação de nossa parte, principalmente, devido à própria natureza da mente, que é pensar. É muito fácil o pensamento se dispersar e não estarmos plenamente presentes.
E a mente vai embora…
Por exemplo, você está no trabalho, mas tem um encontro marcado com uma pessoa que conheceu no aplicativo para esta noite. Você acaba passando mais tempo pensando no encontro do que executando as atividades do trabalho. Seu corpo está em um lugar, mas seu pensamento e emoções estão em outro.
E se o exemplo fosse outro: você está em uma tarde de domingo, rodeado pelas crianças da família, mas não consegue participar da brincadeira, pois não para de se preocupar com as questões do trabalho. Nós estamos onde está nossa energia e, ao nos “fragmentarmos”, perdemos nossa força e potência.
Com a nossa potência e força debilitadas, além de não vivenciarmos as experiências em plenitude, nos tornamos vulneráveis a influências não desejáveis de pessoas e ambientes, que podem prejudicar o nosso bem-estar. Vou explicar!
Não se respeite e esteja vulnerável
Imagine uma situação em que você combina de encontrar alguns amigos no barzinho no final de semana. Mas, chega no dia, você sente que não deve ir. Quando vocês combinaram, você queria muito, mas, na hora, isso mudou.
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O seu mental superior provavelmente está indicando que aquele evento não está em sintonia com você – pode ser devido a algo que alguma pessoa que estará ali passou, a algo que aconteceu no ambiente, a algo que pode acontecer no caminho até lá, enfim, de alguma maneira, a sua parte mais sábia entende que não será tão proveitoso para você estar ali e está te dando os indícios disso.
Os assuntos do mental superior são assim: intuições, que não contam com explicações racionais por trás. Por não estarem presentes em si mesmas, as pessoas não conseguem discernir essas sensibilidades e ficam procurando racionalizar, querendo encontrar justificativas, causa e efeito, ou acabam sendo movidas pela nossa parte mais animal, desejos viscerais e instintos.
No caso citado, em que na hora marcada sentiu que não deveria ir, você pode entrar em contato com o pessoal e explicar que não sabe a razão, mas está sentindo que é melhor ficar em casa, que não aconteceu nada e está tudo bem e que vocês podem combinar um outro dia. Talvez eles não gostem muito, mas, se tiverem certa compreensão, perceberão que você está sendo verdadeiro e íntegro.
Outra opção, que é o que a maioria das pessoas acaba fazendo, é ir mesmo sem querer. Elas fazem isso preocupadas com o que os outros podem pensar, porque acham que tem que cumprir com a expectativa de alguém, “o que irão falar de mim?”…
E aí não existe mais integridade, pois a pessoa está completamente dividida: o corpo está em um lugar, o sentir diz que não deveria estar ali, o racional cobra de que ela tem que estar sim e as emoções ficam confusas.
Essa verdadeira bagunça interna ocorre porque ela se traiu, não se respeitou, se abandonou, não bancou o que pedia o seu coração. Tudo o que sentimos emite vibrações e, vibrando nesta frequência, damos margem para sintonizar com outras energias – de pessoas, ambientes e acontecimentos – que estão nessa mesma vibração. Ou seja, a postura de desrespeitar a si mesmo irá atrair energias de desequilíbrio, angústia, tristeza… coisas que talvez a pessoa nem tinha antes de se colocar nessa enrascada.
Ela pode acabar não conseguindo se divertir, sentir dor de cabeça, perder alguma coisa, ter uma volta para casa conturbada, ter sonhos agitados ou um comportamento estranho, como brigar com alguém da família. E tudo isso ainda pode desencadear processos mais profundos.
Por isso, a todo momento é muito importante sempre procurar estar presente em todas as dimensões: mental, emocional, físico, energético e espiritual. Conecte-se com você mesmo, buscando as respostas por meio da intuição em conexão com o mental superior. Em termos práticos, avalie a coerência entre seu pensar, sentir e agir.
Nesse estado de presença plena, você viverá as experiências com mais profundidade, experimentando e manifestando ser quem você é verdadeiramente, de maneira íntegra e integral, transmitirá aos outros a verdade que vibra em você e também se manterá protegido de qualquer possibilidade de influências indesejáveis.
Texto: Bia Albuquerque (@biaaterapeuta), humanoterapeuta, psicanalista espiritualista, facilitadora do Círculo da Vida e ledora de baralho terapêutico
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Talento Alegretense Brilha na 41ª Festa Campeira Internacional de Uruguaiana
A cidade de Alegrete teve motivos de sobra para comemorar durante a 41ª edição da Festa Campeira Internacional de Uruguaiana. Representando o CTG Vaqueanos da Fronteira, a artista Mariana Rohan conquistou destaque ao vencer em duas categorias distintas, levando o nome da cidade ao pódio e ao coração dos tradicionalistas.
Na modalidade de solista vocal, Mariana garantiu o primeiro lugar, encantando o público e os jurados com sua interpretação marcante e domínio técnico. A vitória consagra seu talento e dedicação à música regional gaúcha, reforçando a importância da preservação cultural por meio da arte.
Além do título principal, Mariana também brilhou na modalidade de declamação, onde conquistou o terceiro lugar. Sua performance emocionou e reafirmou seu compromisso com as tradições do Rio Grande do Sul, demonstrando versatilidade e profundo respeito pelas raízes campeiras.
As conquistas da artista foram celebradas com entusiasmo pelo CTG Vaqueanos da Fronteira e pela comunidade alegretense, que se orgulha de ver uma representante local se destacar em um dos eventos mais importantes do calendário tradicionalista. Mariana Rohan se consolida como uma voz promissora da cultura gaúcha, levando o espírito de Alegrete além das fronteiras.
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Alegrete recebe oficinas literárias com a escritora finalista do Prêmio Jabuti
Nos dias 14 e 15 de agosto, a cidade de Alegrete será palco de duas oficinas do projeto Arte da Palavra – Circuito Criação Literária, promovido pelo Sesc/RS. A atividade será comandada pela escritora Jô Freitas, autora do livro “Goela Seca”, finalista do Prêmio Jabuti 2024. Com o tema “Escrita Criativa em Cenopoesia / Spoken Word, Slam, Sarau”, a proposta une poesia, performance e oralidade, proporcionando uma rica experiência literária.
Na quarta-feira, dia 14, a atividade será voltada ao público geral e ocorrerá na Biblioteca da UNIPAMPA (Avenida 7 de Setembro, 1975), das 19h às 21h. Já na quinta-feira, dia 15, a oficina será realizada na Escola Dr. Romário Araújo de Oliveira (R. Alonso de Medeiros, 781 – Joaquim Fonseca Milano), das 08h30 às 11h, voltada a estudantes. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas com o Sesc Alegrete, pelo WhatsApp (55) 98423-6348.
Com uma carreira marcada por experiências internacionais e forte atuação em saraus, oficinas e projetos literários, Jô Freitas traz sua primeira turnê nacional por oito estados e 12 cidades brasileiras. Alegrete faz parte desse circuito que valoriza a palavra falada como ferramenta de expressão, arte e transformação social.
Arte Sesc – É um dos pilares prioritários para o Sesc/RS e tem como propósitos a valorização da arte e a disseminação da cultura para a sociedade de forma democrática e acessível, com ações que proporcionem a formação de plateias dos mais diferentes públicos. Dessa forma, promove atividades culturais de teatro, música, artes plásticas, circo, literatura e cinema, com uma intensa troca de experiências para ampliar o acesso à produção artística.
Arte da Palavra com Jô Freitas – Sesc Alegrete
14/08 (Quinta-feira)
Horário: Das 19h às 21h
Local: Biblioteca da Unipampa (Avenida 7 de Setembro, 1975)
Público: Geral
Inscrições: Gratuitas pelo WhatsApp (55) 98423-6348
15/08 (Sexta-feira)
Horário: Das 08h30 às 11h
Local: Biblioteca da Escola Dr. Romário Araújo de Oliveira – CIEP (Rua Alonso de Medeiros, 781 – Joaquim Fonseca Milano)
Público: Estudantes
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Cinema brasileiro brilha com Globo de Ouro para Fernanda Torres
A conquista por sua atuação em “Ainda Estou Aqui” eleva as expectativas para uma futura indicação ao Oscar
Na noite de 05.jan.2025, a atriz Fernanda Torres fez história no cinema brasileiro ao receber o Globo de Ouro de Melhor Atriz (Drama) por sua atuação em “Ainda Estou Aqui”.
A cerimônia, realizada em Los Angeles, destacou-se pela presença de estrelas internacionais e marcou a primeira vez que uma brasileira conquistou tal prêmio, elevando o nome de Fernanda Torres no cenário mundial do cinema. A premiação ocorreu nesta 2ª feira (06.jan.2025).
Torres competiu com atrizes de renome, como Pamela Anderson, Angelina Jolie, Nicole Kidman, Tilda Swinton e Kate Winslet. Sua vitória não só celebra seu talento excepcional, mas também ressalta a qualidade do cinema nacional no exterior.
“Ainda Estou Aqui”, sob direção de Walter Salles, é um longa biográfico que narra a vida de Eunice Paiva, mãe do escritor Marcelo Rubens Paiva e viúva do ex-deputado federal Rubens Paiva.
O filme aborda a luta de Eunice durante a ditadura militar no Brasil, buscando manter sua família unida após o desaparecimento de seu marido. Baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, o filme atraiu mais de 3 milhões de espectadores no Brasil e recebeu aclamação internacional.
Embora “Ainda Estou Aqui” não tenha vencido na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, superado por “Emilia Pérez”, a conquista de Fernanda Torres eleva as expectativas para uma indicação ao Oscar.
Este reconhecimento pode aumentar a visibilidade da atriz e do filme entre os votantes da Academia, potencialmente abrindo caminho para indicações em categorias como Filme Internacional e Melhor Roteiro Adaptado.
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