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Saúde

Cinco da mesma família morrem de Covid após decidirem não se vacinar


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Pai, mãe e três filhos morreram de Covid em poucas semanas
tawatchai07 / Freepik

Pai, mãe e três filhos morreram de Covid em poucas semanas

Uma família que decidiu não se vacinar contra a Covid-19 na pequena cidade de Pietraperzia, na região da Sicília, na Itália , morreu por complicações da doença em cerca de um mês, informam as autoridades de saúde local.

Os familiares começaram a manifestar os primeiros sintomas pouco antes do Natal e o primeiro a falecer foi o pai, de 81 anos, que morreu ainda em casa após a chegada dos médicos dos serviços de emergência no fim de dezembro.

No mesmo dia, foram levados para o hospital Umberto I, que fica na capital da província homônima, Enna, a esposa do idoso, uma mulher de 78 anos, e três filhos do casal – duas mulheres de 52 e 55 anos e um homem de 50.

Segundo as informações locais, a primeira a morrer no hospital foi a mulher de 55 anos, depois o homem de 50 e, nesta quinta-feira (3), morreram a mãe e, horas depois, a filha de 52 anos.

“Estamos devastados, perdemos tudo”, disse a neta do casal, Noemi, de 25 anos, filha de uma das vítimas. “Eles não quiseram se vacinar porque tinham medo e disseram que conheciam gente que teve graves consequências da vacina, por isso, não quiseram tomar”, informou ainda a jovem.

O prefeito de Pietraperzia, Salvuccio Messina, classificou a morte como uma “tragédia que atingiu toda a comunidade pietrina”.

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“Uma família inteira exterminada por esse maldito vírus, que infelizmente é raivoso. O prefeito e a administração municipal se unem à intensa dor que atingiu os parentes pela perda de seus amados familiares”, disse ainda Messina.

O diretor do hospital Umberto I, Emanuele Cassarà, lembrou da importância da vacinação após a “tragédia familiar”. “Isso mostra que a única arma para evitar consequências tão nefastas é a vacina”, acrescentou.

Desde 1º de fevereiro, o governo italiano obriga a todas as pessoas com mais de 50 anos de se vacinar contra a Covid-19, já que essa é a faixa etária que mais precisa de atendimento médico hospitalar por desenvolver complicações mais graves da doença.

Apesar da obrigatoriedade e de multas que podem chegar a 1,5 mil euros para quem não se vacinar, há ainda 1.516.796 pessoas com mais de 50 anos que não iniciaram o ciclo de imunização na Itália.

Conforme a última atualização do Ministério da Saúde, a Itália tem quase 91% das pessoas com mais de 12 anos que tomaram ao menos uma dose, 87,9% que tomaram as duas doses e 80,9% que receberam a dose de reforço.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Alegrete enfrenta desafio com nova onda de covid-19

 Com mais de 520 casos confirmados em 2024, a cidade intensifica testagem e vacinação para conter a pandemia

Em Alegrete a situação da covid-19 tem gerado preocupações, conforme dados atualizados até 14 de novembro de 2024. A cidade, com uma população estimada de 73.589 habitantes, registrou um aumento no número de casos positivos da doença, alcançando mais de 520 casos confirmados neste ano.

Este cenário ocorre apesar de uma expressiva campanha de vacinação, que já aplicou 190.385 das 206.315 doses recebidas, representando uma cobertura de 92,3%. A secretaria de saúde local tem acompanhado de perto a evolução da pandemia, especialmente no mês de outubro, quando foram registrados 45 novos casos.

Segundo informações da Vigilância Epidemiológica de Alegrete, destacou o aumento de casos positivos, com 211 pacientes diagnosticados com a doença entre 1º de outubro e 4 de novembro.

Nesta semana tivemos 5 internados com covid, porém foram internações por outros motivos além da doença viral. A covid nestes casos não é a principal causa da internação, segundo informações daquele setor.

A estratégia da Secretaria de Saúde para conter o avanço da doença inclui a ampliação da testagem e a continuidade da vacinação conforme o cronograma estipulado pelo Ministério da Saúde e orientado pelo Estado do Rio Grande do Sul.

Até o final de outubro, o município contabilizou 28 hospitalizações, sendo uma em UTI, o que reforça a importância da vacinação. A população precisa completar o esquema vacinal, principalmente grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades. A vacinação é essencial para garantir que não haja um aumento significativo de internações e complicações graves, pontua a Vigilância Epidemiilógica.

Nos últimos dois meses, o aumento dos casos de covid-19 em Alegrete exigiu um cuidado redobrado dos agentes de saúde, incluindo a recomendação do uso de máscaras em ambientes fechados e a higienização das mãos.

A colaboração da comunidade é fundamental para manter os cuidados básicos e buscar a imunização nas unidades de saúde. 

 

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Mulher

Câncer de Mama: Proposta estabelece prazo para substituir implantes mamários

 

Com o objetivo de garantir bem-estar e dignidade às pacientes com câncer de mama, o deputado Gustavo Victorino protocolou, na Assembleia Legislativa, Projeto de Lei 350/23 que estabelece prazo para procedimentos cirúrgicos e garante acompanhamento às mulheres em tratamento.

A proposta determina o limite de 30 dias para substituição do implante mamário sempre que ocorrerem complicações inerentes à cirurgia de reconstrução da mama, bem como garante o acompanhamento psicológico e multidisciplinar especializado às pacientes que sofrerem mutilação total ou parcial de mama decorrente do tratamento de câncer.

Conforme o parlamentar, a proposição, que modifica o Estatuto da Pessoa com Câncer no Rio Grande do Sul (Lei nº 15.446/20), é um direito previsto na Lei Federal (no 14.538/2023), garantindo assim, um cuidado integral e humanizado à saúde da mulher: “Física e emocionalmente, o câncer de mama é devastador para a mulher e é nessa hora que o suporte médico e psicológico deve se fazer presente”, pontua o deputado Gustavo Victorino.

 

Crédito: Paulo Garcia Agência ALRS

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Saúde

CAPS II completa 34 ANOS

Na última quarta-feira (19/07), o Centro de Atenção Psicossocial – CAPS II completou 34 anos de atuação em Alegrete. A história teve inicio em 2003 com a Lei da Reforma Psiquiátrica que mudou os paradigmas de tratamento em saúde mental, instituindo o cuidado em Atenção Psicossocial, através de equipes multidisciplinares. O serviço prima pelo tratamento em liberdade e pela abordagem inclusiva.

A busca do serviço oferecido pela prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, garante os direitos e proteção à pessoas com sofrimento psíquico ou transtornos mentais com estratégias de reinserção social, respeitando o posicionamento da pessoa na escolha do tratamento. Também oferta suporte às famílias, através de atendimentos individuais e visitas domiciliares, buscando o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.

A equipe multidisciplinar atualmente é composta por médico psiquiatra, médicos residentes em psiquiatria, psicólogos, assistentes sociais, oficineiros, enfermeiras, atendentes, estagiários, técnicos em enfermagem, zeladores, terapeuta ocupacional, profissionais da higiene e psicopedagoga, que prestam atendimento em grupos ou de forma individual a cerca de 900 pessoas mensalmente.

A prefeitura parabeniza a todos que fazem parte desta história!

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