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Covid-19: Veja o calendário de vacinação nas principais cidades


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Covid-19: Veja o calendário de vacinação nas principais cidades
Gabriela Oliveira

Covid-19: Veja o calendário de vacinação nas principais cidades

Seguindo as diretrizes do  Plano Nacional de Imunização, os municípios brasileiros iniciaram a vacinação pelos cidadãos com mais idade. Porém, na falta de uma norma federal, cada prefeitura determina seu calendário para aplicação de vacinas.

Veja os grupos contemplados pela vacinação no Rio, em Niterói, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Fortaleza e Salvador.

Para se vacinar é preciso levar um documento de identificação com foto, CPF, comprovante de residência e a carteirinha de vacina. Caso não tenha, uma nova será emitida. Não se esqueça de usar sua máscara de proteção e de manter o distanciamento mínimo de 1,5m das demais pessoas da fila.

Vacinação no Rio de Janeiro (RJ)

O Rio de Janeiro vacina hoje as meninas de 7 anos. Também haverá aplicação da dose de reforço para homens e mulheres com 55 anos ou mais que completaram o esquema de imunização há pelo menos três meses. Pessoas com 18 anos ou mais que tomaram a segunda dose há mais de quatro meses e pessoas a partir de 12 anos com alto grau de imunossupressão que tenham sido vacinadas há pelo menos 28 dias também podem ir às unidades de saúde para receber o reforço.

A vacinação também é destinada à primeira dose para pessoas com 12 anos ou mais que ainda não foram vacinadas e pessoas que precisam tomar a segunda dose. O intervalo para aplicação da segunda injeção é de 12 semanas para quem recebeu a vacina da AstraZeneca, 28 dias para a Coronavac e 21 dias para Pfizer.

Vacinação em Niterói (RJ)

Niterói vacina nesta segunda-feira crianças de 5 anos, além da vacinação de crianças de 5 a 11 anos com deficiência ou comorbidades.

Também haverá aplicação da dose de reforço em todos os moradores do município com idade de 18 anos a 59 anos, que tomaram a segunda dose há pelo menos quatro meses. A terceira dose está sendo aplicada para os trabalhadores de saúde das redes pública e privada da cidade que tomaram a segunda dose há pelo menos três meses. O mesmo vale para os idosos a partir de 60 anos.

Pessoas que tomaram a vacina da Janssen, de dose única, podem tomar um reforço com a Pfizer após quatro meses. A dose de reforço também está sendo aplicada em pessoas com alto grau de imunossupressão, a partir de 18 anos, que tenham tomado a segunda dose há pelo menos 28 dias. A segunda dose está sendo aplicada em pessoas a partir de 12 anos, com oito semanas de intervalo da primeira dose. Há ainda repescagem contínua para aplicação da primeira e segunda dose da vacina.

A população pode consultar mais informções nas redes sociais da prefeitura, no site oficial ou pelo telefone 153.

Vacinação em São Paulo (SP)

Devido às fortes chuvas que atingiram a capital paulista no domingo, a vacinação foi interrompida e será retomada na segunda-feira, nos megapostos e drive-thrus, das 8h às 17h, e nas UBSs e AMAs/UBSs Integradas, das 7h às 19h, para o público maior de 11 anos. Já para as crianças de 5 a 11 anos de idade, as doses serão disponibilizadas nas 470 UBSs, das 8h às 17h.

O município de São Paulo segue vacinando crianças de 5 a 11 anos de idade. Também está sendo aplicada a dose de reforço para os maiores de 18 anos que receberam a segunda dose há pelo menos quatro meses. Aqueles que tomaram a vacina da Janssen serão vacinados com a Pfizer e precisam obedecer a um intervalo mínimo de dois meses. Já os imunossuprimidos devem ter tomado a última dose do esquema vacinal há pelo menos 28 dias.

A campanha segue ainda com a vacinação de primeira e segunda doses para os maiores de 18 anos e para os adolescentes de 12 a 17 anos, além da dose de reforço para os maiores de 60 anos e grupo de trabalhadores como os da saúde e da educação. A segunda dose da Pfizer teve o intervalo reduzido e já pode ser aplicada 21 dias após a primeira dose para maiores de 18 anos.

A recomendação é de que a população acompanhe a disponibilidade de segundas doses dos imunizantes na plataforma De Olho Na Fila, lançada também como forma de evitar filas. Por meio desta ferramenta on-line, as pessoas podem conferir em tempo real a movimentação no serviço de saúde escolhido para a imunização e escolher o melhor horário do dia para se deslocar até o local.

Vacinação em Belo Horizonte (MG)

A campanha na segunda-feira tem repescagem de primeira dose para crianças com comorbidades de 11 a 5 anos, completos até a data da vacinação e crianças sem comorbidades de 11, 10 e 9 anos.

Também haverá distribuição de dose de reforço para pessoas de 44 anos, cuja data da segunda dose tenha completado quatro meses. É necessário levar o cartão de vacina, o documento de identidade e CPF.

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Vacinação em Curitiba (PR)

Curitiba vacina nesta segunda-feira crianças nascidas entre 1/1/2014 e 30/6/2014 e repescagem de primeira dose para pessoas com 12 anos ou mais.

Já a segunda dose será destinada a pessoas que perderam a data da aplicação agendada no Saúde Já. Haverá antecipação segunda dose da Pfizer para pessoas que tomaram a primeira dose até 10 de janeiro e para quem perdeu a data da aplicação da 2ª dose agendada no aplicativo Saúde Já.

A dose de reforço está disponível para pessoas com 18 anos ou mais vacinadas para pessoas vacinadas até 23 de setembro. Imunossuprimidos vacinados com a terceira dose até 2 de outubro e convocados no Saúde Já podem tomar a quarta dose.

Vacinação em Porto Alegre (RS)

A campanha segue com aplicação de primeira dose em crianças a partir de 6 anos. A vacinação de crianças indígenas, quilombolas, autistas, com comorbidade e deficiência a partir de 5 anos, também será mantida.

Todas as pessoas acima de 18 anos serão vacinadas com a segunda dose há pelo menos quatro meses estão habilitadas a tomar a dose de reforço. Para os imunossuprimidos com esquema vacinal completo, o prazo é de 28 dias. A quarta dose estará disponível para todos os indivíduos imunocomprometidos acima de 18 anos vacinados com a terceira dose até 29 de setembro (quatro meses).

A dose de reforço da Janssen estará disponível para pessoas vacinadas com a dose única há pelo menos dois meses. Também continua a vacinação de primeira dose para adolescentes acima dos 12 anos e da segunda dose para vacinados com Oxford-AstraZeneca e Pfizer-BioNTech há pelo menos oito semanas e Coronavac, para vacinados há pelo menos 28 dias.

Vacinação em Brasília (DF)

Em Brasília, podem se vacinar com a primeira dose da vacina contra Covid-19 todas as crianças a partir de 5 anos. A campanha segue também com a aplicação de dose de reforço em pessoas com 18 anos ou mais e profissionais da saúde que receberam última dose há pelo menos quatro meses. Já a dose adicional é administrada nos imunossuprimidos graves que foram vacinados com a segunda dose há pelo menos 28 dias.

Pessoas que receberam a vacina da Janssen, de dose única, há pelo menos dois meses e no máximo seis meses, já podem buscar a dose de reforço do imunizante

A primeira e a segunda dose também estão sendo aplicadas em todas as pessoas com 12 anos ou mais. A Secretaria de Saúde lembra que a segunda dose das vacinas AstraZeneca e Pfizer-BioNTech é aplicada em quem completou 56 dias do recebimento da primeira dose, no caso da CoronaVac o ciclo vacinal pode ser completado entre 14 e 28 dias após a D1.

Vacinação em Salvador (BA)

A CoronaVac estará disponível para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, exceto aquelas com comorbidades e/ou deficiência permanente, que deverão receber a vacina da Pfizer. O imunizante da Pfizer também estará disponível para crianças de 5 a 11 anos.

As doses estarão disponíveis para crianças que residem em outros municípios da Bahia.


Vacinação em Fortaleza (CE)

Fortaleza realizará a repescagem da vacinação para crianças de 5 a 11 anos que faltaram à data do agendamento. O município atenderá também crianças com e sem comorbidades que agendaram a vacinação para esta data.

A prefeitura de Fortaleza liberou a terceira dose da vacina contra Covid-19, mesmo sem agendamento prévio, para aqueles que completaram o intervalo de quatro meses da segunda dose. Já a segunda dose da vacina da Janssen pode ser aplicada naqueles que receberam a dose única do imunizante há pelo menos dois meses.

A capital cearense também segue com livre demanda para todas as pessoas a partir de 12 anos tomarem a primeira dose ou segunda dose. Mas é preciso estar cadastrado há mais de 48 horas no Saúde Digital.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Governador entrega veículo para Coordenadoria da Saúde

Na sexta-feira, 14 de fevereiro, o governador Eduardo Leite entregou 50 veículos novos à Secretaria da Saúde (SES) em Porto Alegre

Os veículos, sendo 25 sedans e 25 caminhonetes 4×4, custaram cerca de R$ 8,1 milhões, com recursos do Estado e do governo federal. Destinados às 18 coordenadorias regionais da SES e ao nível central, os carros visam melhorar a prestação de serviços de saúde.

 

A cerimônia contou com autoridades, como o próprio Governador Eduardo Leite, o deputado Frederico Antunes e a Secretária da Saúde, Arita Bergmann.

Entre os beneficiados estava a 10ª Coordenadoria de Saúde, representada por Haracelli Fontoura.

 

 

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Saúde

Aumento da depressão em idosos preocupa no Brasil

Dados do IBGE revelam que 13,2% dos idosos entre 60 e 64 anos sofrem de depressão, superando a média nacional. Solidão e perdas agravam depressão entre idosos

A incidência de depressão entre idosos no Brasil tem apresentado um aumento preocupante, com 13,2% das pessoas entre 60 e 64 anos diagnosticadas com a condição, superando a média nacional de 10,2% para indivíduos acima dos 18 anos, conforme dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Este aumento é ainda mais acentuado entre aqueles com 75 anos ou mais, registrando um crescimento de 48% entre 2013 e 2019. A história de Ciro Martins, 71 anos, reflete essa realidade. Após perder sua esposa em 2023, Ciro enfrentou uma profunda solidão que o levou à depressão.

A intervenção de um ex-colega de trabalho o encorajou a buscar ajuda profissional, resultando em um diagnóstico de depressão e um tratamento eficaz que revitalizou seu interesse pelas atividades diárias e pela socialização.

Especialistas apontam que a depressão em idosos é causada por uma combinação de fatores biológicos, como alterações nos níveis de neurotransmissores e o uso de medicamentos que podem agravar os sintomas, e sociais, principalmente o isolamento social e a solidão.

Alfredo Cataldo Neto, professor da Escola de Medicina da Pucrs, destaca a importância de uma abordagem diferenciada no tratamento da depressão em idosos, observando que os sintomas muitas vezes se manifestam de maneira distinta, com queixas físicas frequentemente substituindo expressões diretas de sofrimento emocional.

A solidão, agravada pela perda de cônjuges e mudanças familiares, é um dos principais desafios enfrentados pelos idosos. A taxa de suicídio entre essa faixa etária tem crescido no Brasil, evidenciando a gravidade da situação.

No Rio Grande do Sul, a expectativa de que 40% da população terá mais de 60 anos até 2070 ressalta a urgência de implementar políticas públicas voltadas para a saúde mental dos idosos.

Com informações do JC

 

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Saúde

O perigo que vem da China. Infectologistas recomendam precaução contra Metapneumovírus

 Sem vacina para HMPV, medidas como uso de máscaras e higiene são essenciais, dizem especialistas

Um surto de Metapneumovírus Humano (HMPV) foi identificado na China, levantando preocupações devido ao aumento de casos em algumas regiões do país.

Este vírus, responsável por sintomas como febre, tosse e congestão nasal, foi reportado nesta 3ª feira (08 de jan. de 2025). Apesar das preocupações, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e especialistas em infectologia descartam a possibilidade de uma nova pandemia no momento.

A OMS comunicou que mantém contato constante com as autoridades chinesas, que têm tranquilizado tanto a população quanto a comunidade internacional.

As informações indicam que a intensidade e a escala da doença são inferiores às de anos anteriores. O governo de Pequim adotou um novo protocolo de monitoramento para gerenciar a situação.

Segundo a infectologista Emy Gouveia, do Hospital Israelita Albert Einstein, a circulação do HMPV é comum, especialmente durante o inverno no hemisfério norte. Ela destacou a ausência de vacinas contra o HMPV e recomendou medidas preventivas como distanciamento social, uso de máscaras e higiene das mãos.

“Não existe um antiviral específico, e o tratamento para o paciente em casa consiste em medicamentos sintomáticos, repouso e hidratação,” afirmou Gouveia.

O HMPV foi identificado pela primeira vez em 2001 na Holanda, embora já circulasse antes dessa data. No Brasil, o vírus foi detectado em crianças menores de três anos em Sergipe, em 2004.

Gouveia observou que as mutações do HMPV são mais estáveis e raras em comparação com a Covid-19, o que facilita a gestão da doença.

A transmissão do HMPV ocorre por vias aéreas e contato com secreções contaminadas. O período de incubação varia de cinco a nove dias. Estudos indicam que a maioria das crianças até cinco anos já teve contato com o vírus.

Gouveia também alertou sobre o risco do HMPV em agravar doenças pulmonares pré-existentes, especialmente em crianças, devido à inflamação prolongada e hiperprodução de secreção.

 

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