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Solenidade de posse da nova diretoria do Sistema FAEMG


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As sensações eram de dever cumprido com eficiência e de perspectivas arrojadas para os planos futuros. A cerimônia de posse do Sistema FAEMG/SENAR/INAES/Sindicatos foi promovida, ontem. O atual presidente, Roberto Simões, falou de sua trajetória de contribuições ao agronegócio mineiro. E o presidente eleito, Antônio Pitangui de Salvo, elencou a grandiosidade da diversidade do setor no estado e suas metas para cumprir o desafio à frente do Sistema, após assinar o termo de posse, representando a nova diretoria. 

“Este Sistema FAEMG moderno, diversificado, eficiente e de baixo custo, garantido pelo controle financeiro, é o legado que deixo ao fim desta ‘travessia’, termo que gosto de citar tendo Guimarães Rosa como referência. Fomos protagonistas do primeiro salto da agricultura. E acreditamos que as gerações futuras conduzirão o segundo grande salto, desta agricultura 5.0, que será inovadora, digitalizada, sustentável, com o uso de bioinsumos e conectividade. Isto vai acontecer porque na nossa nova diretoria, seu líder é engenheiro agrônomo, filho de engenheiro agrônomo e pai de engenheiro agrônomo. Antônio tem passado, presente e futuro, igual a nossa agricultura…”
Roberto Simões, presidente do Sistema FAEMG

O passado é inspiração, o presente é um ponto de partida para o futuro. O que nos aguarda é o futuro. Devemos nos tornar parceiros do tempo futuro… Coragem, determinação, empenho e persistência. Somos legítimos parceiros do novo tempo que começa. E, se não estivermos juntos, em prol da nossa causa, não poderemos nos defender… Inovar é ser diferente, é praticar ação transparente. Viva a classe produtora rural! Que Deus nos ilumine!”
Antônio Pitangui de Salvo, presidente eleito do Sistema FAEMG

Também destacaram os feitos da diretoria atual e as perspectivas em relação à nova gestão, o diretor geral do SENAR Nacional, Daniel Carrara, a secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Maria Valentini; o presidente do Incra, Geraldo Melo Filho, representando a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina; e o governador de Minas Gerais em exercício, Paulo Brant.

O NOVO PRESIDENTE


Antônio Pitangui de Salvo
Nasceu em 12/11/64, em Curvelo.
É engenheiro agrônomo, formado pela UFV, e pecuarista de corte. Trabalha com Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), e dentro do protocolo Carne Carbono Neutro (CCN).
É presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da Comissão Nacional de Pecuária de Corte da CNA e do Sindicato dos Produtores Rurais de Curvelo, e também é vice-presidente da FAEMG.
É filho de Antonio Ernesto de Salvo, fundador do Sindicato Rural de Curvelo, ex-presidente da FAEMG (1987-1990) e da CNA (1990 -1996 e 1999-2007). Em sua homenagem, foi batizado o Instituto do Sistema FAEMG voltado para o estímulo da pesquisa e inovação no campo, o INAES – Instituto Antonio Ernesto de Salvo.
É casado com Daniela Maia. Tem três filhos: Mateus (29 anos), Antônio (25) e Pedro (23).

COMPOSIÇÃO
DIRETORIA FAEMG – 2021/2025

Presidente: Antônio Pitangui de Salvo

Primeiro Vice-Presidente Secretário: Weber Bernardes de Andrade
Primeiro Vice-Presidente de Finanças: Renato José Laguardia de Oliveira
Segundo Vice-Presidente Secretário: Patrick Brauner Resende Silva
Segundo Vice-Presidente de Finanças: Thiago Bianchi Silveira

Vice-Presidentes: Antônio Jeferson Soares Gonçalves, Carlos Márcio Guapo, Domingos Frederico Netto, Frank Mourão Barroso, Geraldo Cézar Barcelos Júnior, Jane Guimarães Campos Fonseca, José Alfredo Quintão Furtado, José Avelino Pereira Neto, José Éder Leite, Marion Ferreira Gomes Olivier de Paula Campos, Ornelas Rodrigues Borba, Paulo Henrique de Souza Lino, Paulo Ribeiro de Mendonça Filho, Rodrigo Viana Lorentz

Suplentes da Diretoria: Henrique Gonçalves Pires, Márcio Eugênio Leite de Castro, Paulo Tolentino Pereira, Igor Pimenta Guimarães, Everaldo Souza Silva, Carlos Roberto de Paiva, Helder Braga de Melo, Hilton Antônio Dornela, Marcelo Luiz Silva Oliveira, José Davi Ervilha, Paulo Alves Cardoso, Klécila Rejane Portes Reis, Renata Guimarães Teixeira Borges, José Eustáquio Vilaça de Oliveira, Márcio Vitela Martins, Luiz Humberto Gonçalves Reis, Hercília Andréa Sanches Faria, Inácio Lins de Resende Reis, Márcio Lúcio Paiva de Paula Pinto, Valdemir Rabelo de Rezende

Conselho Fiscal: Altomirando Viegas de Carvalho Neto, Leodito Luiz de Faria, Wanderlei dos Santos Ribeiro

Suplentes do Conselho Fiscal: Carlos Eugênio Lana, Jadir Maurício Lanza Rabelo, Roberto de Castro Teixeira
 

Clique abaixo e veja o vídeo completo da Solenidade de Posse no YouTube do Sistema FAEMG.

Parte 1: 

Parte 2:

Fonte: CNA Brasil

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Sisb. Entre falsas promessas e atrasos, apenas duas agroindústrias são reabilitadas

Alegrete paga pela negligência oficial

A narrativa oficial divulgada pela Prefeitura de Alegrete tenta vender como “conquista” aquilo que, na realidade, é apenas a correção de uma falha grave de gestão.

Desde novembro de 2025, nove agroindústrias do município foram desabilitadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) justamente porque o Executivo municipal não cumpriu os trâmites legais exigidos para manter a certificação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI).

Durante estes meses, produtores locais ficaram à mercê de informações desencontradas e até falsas, enquanto a economia rural sofria com a paralisação de atividades que dependem diretamente do selo de inspeção para comercializar em escala nacional.

O prejuízo não foi apenas financeiro: a credibilidade do setor agroindustrial de Alegrete foi colocada em xeque, afetando trabalhadores, consumidores e a imagem do município.

Somente agora, após a Prefeitura finalmente se enquadrar nas normas legais, o MAPA autorizou a reabilitação de duas agroindústrias — o Matadouro São Jorge e a Agroindústria Super Ícaro. É importante destacar que essa decisão não representa uma vitória política, mas sim um reparo tardio a um problema criado pela própria administração municipal.

O discurso triunfalista da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, ao anunciar a retomada da certificação, ignora o fato de que a desabilitação inicial foi consequência direta da negligência administrativa.

O que se apresenta como “nova fase” deveria ser encarado como um alerta: sem responsabilidade e transparência, o setor produtivo continuará vulnerável a decisões equivocadas e à falta de rigor no cumprimento das exigências legais.

Em resumo, a reabilitação de apenas duas agroindústrias não apaga os meses de prejuízo e insegurança enfrentados pelo setor. Alegrete precisa menos de discursos comemorativos e mais de gestão eficiente, capaz de garantir estabilidade e confiança para quem produz e para quem consome.

 

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Produtores de Alegrete enfrentam prejuízos crescentes com ataques de javalis

A presença descontrolada de javalis tem se tornado uma ameaça constante à produção agropecuária em Alegrete, na região da Campanha Gaúcha. Além de devastarem lavouras, os animais silvestres agora avançam sobre criações de ovelhas e outros animais de pequeno porte, gerando prejuízos incalculáveis aos produtores locais.

João Pacheco, produtor com propriedades nas localidades de Pai Passo e Rincão de São Miguel, relata que os ataques são frequentes e devastadores. “Deixei de criar cordeiros no Pai Passo porque não ficava nenhum vivo. É lamentável e acarreta prejuízos a quem produz e trabalha”, afirma. Segundo ele, nem mesmo os pequenos produtores são poupados, e as perdas nas lavouras são difíceis de mensurar.

Apesar de possuir licença do Exército e do Ibama para realizar a caça controlada dos javalis, Pacheco denuncia a burocracia e os altos custos envolvidos na aquisição de armas e munições. Enquanto isso, os animais continuam se proliferando e atacando rebanhos e plantações. “Eles comem cordeiros, terneiros, destroem lavouras e ninguém faz nada para conter essa procriação”, lamenta.

Uma das estratégias adotadas por produtores da região tem sido a instalação de gaiolas para captura dos javalis. No entanto, a eficácia das armadilhas é limitada. “Às vezes demora meses para que algum seja atraído e preso”, explica Pacheco.

Além dos prejuízos econômicos, há também impactos ambientais. Os javalis têm atacado ninhos de aves que se reproduzem no chão, como o quero-quero e corujas, colocando em risco a biodiversidade local. “Isso poderá acarretar inclusive a extinção de aves e pequenos animais silvestres”, alerta o produtor.

Pacheco também critica a falta de compreensão por parte da sociedade sobre o trabalho dos agricultores. “Muitos acham que destruímos, mas estamos preservando cada vez mais. Seguimos as leis e precisamos das terras”, defende.

A situação em Alegrete evidencia a urgência de políticas públicas mais eficazes para o controle da população de javalis e o apoio aos produtores que enfrentam essa ameaça diariamente.

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O sábado de calor atrai grande público no primeiro dia da Expointer

O termômetro já batia os 35 graus em torno das 15h deste sábado (30/8), na área central do Parque Estadual de Exposições Assis Brasil.

No local, havia movimento frenético do público que se dividia entre uma grande variedade de atrações da Expointer, como artesanato, programação de shows, degustação, maquinário agrícola, Freio de Ouro, exposições e julgamento de animais, banho de leite, Pavilhão da Agricultura Familar, gastronomia, Pavilhão dos Pequenos Animais, parque de diversões, palestras e oficinas.

Natural de Esteio, Juliano Fetter, proprietário de academia, veio com a família – cunhado, irmão, esposa, avó e a pequena Luísa, agarrada no colo do pai. “Ela veio logo pra ver os animais. Era uma coisa que a gente fazia muito quando eu era criança, com a minha família. E agora eu aproveitei esse final de semana”, afirmou Juliano. “Num lugar onde a gente se criou quando era mais novo. Vínhamos todos os anos pra cá. É bom poder lembrar um pouco também disso”, contou.
Prestigiando a produção e a pujança do RS na feira

Um pouco mais adiante, no Pavilhão Internacional, a Feira de Azeites mostrava produtores de diferentes regiões do Estado.

O casal Paulo Corrêa Rodrigues, contador, e Iris Amaral Rodrigues, aposentada, foi atraído, em especial, pelo azeite de noz-pecã. “Na verdade, eu sou natural de Cachoeira do Sul e por lá se fala muito em noz-pecã”, contou Paulo. “Na feira, eu gosto de ver os animais bonitos”, disse Iris.

“Em primeiro lugar, minha origem vem no campo. Em segundo, isso aqui é uma demonstração da produção e da pujança do Brasil e, principalmente, do nosso Estado, né? Acho que toda pessoa que sai do campo tem esse sonho de que, mesmo se não tiver alguma coisa, que possa olhar e conhecer. Tem que prestigiar isso”, finalizou Paulo.

Expointer 2025

A 48ª Expointer segue até 7 de setembro no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, reunindo mais de 800 eventos e atrações ligadas ao agronegócio. A previsão do tempo para domingo (31/8) é de um dia parcialmente nublado, com temperaturas próximas dos 30 graus.

Texto: Rodrigo Martins/Ascom Espointer
Edição: Camila Cargnelutti/Ascom Expointer

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