Política
Sessão da Câmara foi realizada no CTG Vaqueanos da Fronteira
Na abertura da sessão ordinária descentralizada, realizada na quinta-feira(16), no CTG Vaqueanos da Fronteira, a Câmara Municipal recebeu o prefeito Márcio Amaral, o vice-prefeito Jesse Trindade e a quase totalidade dos secretários municipais, para a entrega de dois projetos do Executivo.
O prefeito passou às mãos da presidente Firmina Soares e dos vereadores o projeto do Plano Diretor e o projeto que altera a estrutura organizacional da Prefeitura, transferindo o setor de Conservação de estradas da Secretaria de Infraestrutura para a Secretaria de Agricultura e Pecuária.
O prefeito Márcio, ao abordar sobre esses projetos, afirmou que eles são de suma importância. A questão das estradas precisa de uma atenção bem maior e a Secretaria de Infraestrutura precisa cuidar das ruas, praças, parques e prédios em uma cidade que tem 64 bairros e isso representa uma sobrecarga exigindo um redimensionamento do trabalho.
A ideia é transferir o parque de máquinas para a Secretaria de Agricultura e Pecuária que passa a ser Desenvolvimento Rural, para dar melhor atenção a malha rodoviária do interior do município “porque não se consegue manter as estradas em dia e sempre há a necessidade de manutenção”, ponderou.
Sobre o Plano Diretor , concluídos os estudos, com todo o embasamento técnico, encaminha aos vereadores para que analisem com carinho e proponham as mudanças que forem necessárias a fim de que seja entregue à população um plano empreendedor.
O vice-prefeito e secretário de Planejamento, Jesse Trindade Santos, reforçou que os vereadores avaliem, apreciem, excluam o que não estiver de acordo, mas que o Plano Diretor é para a população de Alegrete uma ferramenta para que as coisas aconteçam. Ele organiza a vida da população e da cidade, acrescentou.
Sobre as alterações na questão do atendimento das estradas, destacou que a Secretaria de Agricultura e Pecuária conhece os produtores e vai fazer uma aproximação maior e isso trará melhorias com certeza na conservação de estradas e no escoamento da produção.
Política
Afonso Motta critica adiamento da duplicação da BR-290 e cobra compromisso do Governo Federal
O deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) manifestou profunda insatisfação com o anúncio do Governo Federal de adiamento da conclusão da duplicação da BR-290 para 2029, contrariando a promessa inicial de término até 2026.
A mudança no cronograma, anunciada recentemente, foi alvo de duras críticas pelo parlamentar, que destacou a importância estratégica da rodovia para o desenvolvimento econômico e a segurança dos gaúchos.
“É inaceitável que o Governo Federal volte atrás em seu compromisso e adie a conclusão da duplicação da BR-290 para 2029. Essa rodovia é essencial para a ligação com o Mercosul, além de garantir mobilidade e segurança à população gaúcha. Os constantes atrasos nas obras prejudicam o escoamento da produção, dificultam o transporte de cargas e comprometem o turismo na região”, afirmou o deputado.
Afonso Motta também criticou o fato de a promessa feita pelo presidente Lula de conclusão até 2026 não ter sido cumprida. “O povo gaúcho não pode aceitar esse descaso. Recentemente, um acidente interditou a BR-290 por mais de 10 horas, mostrando como a situação é insustentável. Estamos cobrando, junto ao ministro dos Transportes, Renan Filho, que o Governo Federal faça todos os esforços para garantir a conclusão das obras no prazo originalmente previsto”, destacou o parlamentar.
Segundo o deputado, o atraso na conclusão das obras impacta diretamente o desenvolvimento econômico e a segurança viária. “A duplicação da BR-290 até Uruguaiana é um compromisso que não pode ser quebrado. O Rio Grande do Sul exige respeito e soluções concretas para essa questão urgente”, finalizou.
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Política
Alegrete é reconhecida como a Capital Nacional da Linguiça Tradicional Campeira
Alegrete já tem protagonismo na pecuária e na agricultura do estado e do país, e o reconhecimento nacional valoriza a cultura e a gastronomia gaúcha, fortalecendo a identidade regional e impulsionando a economia local.
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (18), o Projeto de Lei 2314/23, de autoria do deputado federal Afonso Motta, que confere ao município de Alegrete (RS) o título de Capital Nacional da Linguiça Tradicional Campeira.
Alegrete já se destaca pela produção anual de aproximadamente 500 toneladas dessa iguaria, um símbolo da tradição campeira do Rio Grande do Sul. A aprovação do projeto reforça o potencial da cidade como destino gastronômico e turístico, ampliando oportunidades para produtores e empreendedores locais.
“Esse é um tributo à rica culinária gaúch a e aos costumes rio-grandenses. O título fortalece nossa tradição e impulsiona o turismo e a economia de Alegrete. Fico muito feliz com essa conquista e agradeço o apoio dos parlamentares para a rápida aprovação do projeto”, destacou o deputado Afonso Motta.
Para celebrar essa conquista, Alegrete se prepara para sediar, entre os dias 4 e 6 de abril, o Festival Estadual da Linguiça Campeira, um evento que promete reunir tradição, sabores e cultura em grande estilo. O projeto vai agora à sanção.
Política
Lula quer saber quem é o ladrão de ovos que sacaneia as galinhas
Além de discutir o preço dos ovos, o presidente assegura esforços para diminuir o custo da picanha no país
Na cidade de Sorocaba, São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiu o aumento no preço dos ovos em 14.Mar.2025. Ele expressou preocupação com a alta dos preços, sugerindo possíveis ações prejudiciais contra as galinhas e, consequentemente, contra o povo brasileiro.
Texto da Revista Oeste.14/,03/2025
“Nós estamos com um problema de alimento, que vocês já sabem”, afirmou Lula, ressaltando a importância do ovo como alimento básico e acessível. Ele observou que, enquanto o preço de uma caixa com 30 dúzias de ovos se manteve estável em R$ 144,15 em janeiro de 2023 e 2024, houve uma leve redução para R$ 144,05 em janeiro deste ano, seguida por um aumento para R$ 210 em fevereiro.
Lula questionou as razões por trás do aumento, mencionando o consumo médio de 260 ovos por ano pelos brasileiros. Ele também prometeu uma redução no preço da carne, garantindo que o custo da picanha diminuiria.
“A carne vai abaixar”, assegurou. O presidente desafiou as explicações comuns para o aumento do preço dos ovos, como o impacto do calor excessivo na produção das galinhas e a influência da exportação devido ao valor do dólar.
“Alguns dizem para mim é porque aumentou a exportação e o dólar está caro”, disse. “Mas o que ficou aqui não tem que subir de preço. Nós só exportamos 0,9%, menos de 1% dos 59 bilhões de ovos. Por que subiu o ovo?..
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