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Alegrete exporta 22 toneladas de carne para os Estados Unidos

 
O prefeito Márcio Amaral, o vice Jesse Trindade, o secretário de Agricultura e Pecuária Daniel Gindri e o vereador Cléo Trindade estiveram nesta quinta-feira (2/09) no Marfrig Alegrete para participar do envio da primeira remessa de exportação da planta frigorífica alegretense para os Estados Unidos. Eles foram recepcionados pela gerente administrativa Rosineide de Oliveira Reis, pelo gerente industrial Diogo Kobener e pelo fiscal do MAPA Clovis Roberto Arnoud Grande.

A primeira carga foi composta de 22 toneladas de carne. O prefeito Márcio Amaral ressalta que isso foi possível devido ao esforço da Prefeitura de Alegrete que, por meio de um acordo de cooperação técnica com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, cumpriu as condições de um dos maiores mercados de carne do mundo. “Os Estados Unidos só aceitam importar do Brasil de plantas frigoríficas que tenham fiscais ligados ao setor público. Devido a isso, a Prefeitura de Alegrete abriu processo seletivo e contratou, de forma emergencial, 22 fiscais para atuarem na planta do Marfrig aqui no Município. Agora colhemos os frutos com toda a equipe do Marfrig”, comemora.

“Para chegarmos até aqui, neste momento, foram muitos passos que começaram lá atrás. Quando foi plantada essa ideia, essa semente. Teve o trabalho de muita gente. Muito esforço. Tivemos um acordo de cooperação técnica entre o MAPA e a Prefeitura”, explicou o secretário Municipal de Agricultura e Pecuária, Daniel Gindri.

O vice-prefeito Jesse Trindade enfatiza que a habilitação do frigorífico alegretense, que culminou com este momento é uma conquista que envolve toda cadeia produtiva do agronegócio. “É um grande dia para Alegrete “, vibra.

O Marfrig de Alegrete tem atualmente a capacidade de abater 730 cabeças por dia. A companhia está presente no município desde 2011, gerando 600 empregos diretos.

Além de Alegrete, as unidades de Bagé/RS, São Gabriel/RS, Bataguassu/MS e Promissão/SP já são habilitadas a exportar aos Estados Unidos.

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Leite anuncia ajuda de R$ 100 MI para empresas atingidas pelo tarifaço dos EUA

Apoio financeiro para empresas gaúchas afetadas por novas taxas americanas

O Governo do Rio Grande do Sul anunciou um programa de financiamento de R$ 100 milhões para auxiliar as empresas gaúchas que foram atingidas por uma nova taxa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Essa medida americana, conhecida como “tarifaço”, pode causar um impacto significativo na economia do estado, com uma perda estimada de R$ 1,92 bilhão no Produto Interno Bruto (PIB).

Como o Programa Vai Ajudar?

O objetivo principal é reduzir os prejuízos causados por essa nova taxação e manter a competitividade das empresas do Rio Grande do Sul no mercado internacional. A linha de crédito oferecerá juros mais baixos, pois serão subsidiados pelo Fundo Impulsiona Sul.
As empresas poderão solicitar esses empréstimos a partir do dia 4 de agosto e terão até 60 meses para pagar.

Quais Setores Serão Mais Beneficiados?

O programa é crucial para setores que dependem muito das exportações para os Estados Unidos e que foram mais impactados, como:
* Proteína animal
* Armamentos
* Café
* Carne
* Indústria de couro e calçados

Foto. Maurício Tonetto/Secom

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Quem vencer a Mega Sena vai levar R$ 105 milhões

As apostas podem ser feitas até as 19h nas agências lotéricas ou pela internet. O bilhete mínimo, com seis números, custa R$ 5.

Se um apostador faturar o prêmio principal sozinho e aplicar o dinheiro na poupança, receberá cerca de R$ 600 mil em rendimentos no primeiro mês.

O último concurso da Mega-Sena, realizado na noite de terça-feira (18), na capital paulista, não teve ganhador. Os números sorteados foram: 01, 28, 34, 36, 51 e 52.

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Veio a conta. Combustíveis ficam mais caros

O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis sofrerá um reajuste em 1º de fevereiro. A alíquota da gasolina e do etanol aumentará em R$ 0,10 por litro, passando para R$ 1,47. O diesel e o biodiesel terão um acréscimo de R$ 0,06 por litro, para R$ 1,12.

A elevação será aplicada em todos os Estados do Brasil e ocorre em um momento de intensas discussões sobre a política de preços da Petrobras.

O Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal) explicou o reajuste como uma medida para garantir um sistema fiscal equilibrado, alinhado às flutuações do mercado e promovendo uma tributação mais justa.

A alta nos preços dos combustíveis gera um efeito cascata na economia, influenciando vários setores e impulsionando a inflação geral. A gasolina, em especial, teve alta de 9,71% e foi o subitem que mais teve peso no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). O etanol subiu 17,58%.

DEFASAGEM

O aumento ocorre em meio à pressão do mercado sobre a Petrobras por ajustes. Segundo o relatório de 6ª feira (24.jan.2025) da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), a diferença entre o preço praticado pela estatal e o valor no mercado internacional chega a 9% para a gasolina e 18% para o diesel.

A defasagem prejudica a Petrobras a longo prazo, reduzindo sua capacidade de investir, aumentando a dependência de importações de combustíveis e atrasando a transição para fontes de energia alternativas.

Contudo, o aumento do ICMS não resolverá o problema da defasagem dos preços. “Todos os impostos, eles incidem da mesma forma, do mesmo valor, tanto no produto produzido no Brasil quanto o importado. Ele impacta apenas no preço para o consumidor”, explica Sérgio Araújo, presidente da Abicom.

O último reajuste na gasolina da Petrobras foi feito em julho do ano passado. O tema deverá fazer parte da próxima reunião do Conselho Administrativo, na próxima semana.

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