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Governador recebe de prefeitos da Fronteira Oeste carta de apoio ao programa Assistir

Após visitar as obras de ampliação do pronto-socorro do Hospital Santa Casa de Caridade de Uruguaiana, o governador Eduardo Leite se reuniu, na manhã desta sexta-feira (20/8), na prefeitura, com prefeitos da Associação dos Municípios da Fronteira Oeste (Amfro).

No início do encontro, o presidente da entidade, prefeito de Uruguaiana, Ronnie Mello, entregou uma carta de apoio ao Assistir, programa inovador lançado no início deste mês de agosto que promove uma mudança profunda no conceito de repasse de recursos estaduais às instituições hospitalares vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado.

“A Amfro representa 13 municípios da Fronteira Oeste e uma população de mais de meio milhão de pessoas. Independentemente dos recursos que vierem, nós parabenizamos o governo pela iniciativa, porque defendemos que os critérios de distribuição dos incentivos devem ser justos, como agora estão”, afirmou Ronnie Mello.

Leite agradeceu a manifestação de apoio dos prefeitos e reforçou que o objetivo do programa é passar a distribuir incentivos hospitalares de forma equânime e transparente a todos os hospitais, independentemente do tipo de gestão (estadual ou municipal), de maneira proporcional aos serviços entregues à população, observando a regionalização da saúde e a capacidade cada instituição.

“Havia uma distorção na forma de distribuição, com hospitais recebendo mais do que outros e entregando menos. Com um profundo trabalho de revisão, tornamos os critérios claros e objetivos. Com isso, a Santa Casa de Uruguaiana receberá R$ 1 milhão a mais por ano e, na soma, todos os hospitais da Fronteira Oeste receberão R$ 15 milhões anuais a mais do que hoje ganham. Não é apenas bondade do Estado, é justiça, porque vocês aqui produzem e entregam serviços em quantidade e qualidade, é justo que recebam compativelmente a isso”, afirmou o governador.

Na sequência, Leite ouviu demandas dos municípios da região e, juntamente com o vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, do chefe da Casa Civil, Artur Lemos Júnior, e do secretário de Desenvolvimento Econômico, Edson Brum, além de deputados estaduais e federais, debateu iniciativas e respondeu a questionamentos feitos pelos prefeitos.

Obras no hospital

Único hospital de Uruguaiana e referência regional para atendimento de média e alta complexidades em diversas especialidades, a Santa Casa tem 246 leitos, sendo 195 destinados ao SUS.

A partir da nova configuração estabelecida pelo programa Assistir, os incentivos mensais do hospital somarão R$ 623.827,50, com total geral anual de R$ 7.485.930 – aumento de 26,7% no valor recebido.

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Estrutura do pronto-socorro já não comportava atendimento: unidade passa por obras de ampliação, reforma e modernização – Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini
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Leite cumprimentou equipe pelo trabalho realizado: instituição é referência regional em média e alta complexidades – Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini

A Santa Casa é referência para porta de entrada; ambulatório de especialidades prioritárias; ambulatório de especialidades; maternidade; oncologia (exames); leitos de saúde mental e leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e de Unidades de Cuidados Intermediários (UCI).

A estrutura antiga de pronto-socorro já não comportava o atendimento. Por isso, a unidade passa por obras de ampliação, reforma e modernização. O trabalho conta com R$ 1 milhão do governo do Estado, que foi repassado ao hospital por meio de emenda do deputado estadual Eric Lins.

 

Texto: Vanessa Kannenberg
Edição: Marcelo Flach/Secom

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Política

Afonso Motta critica adiamento da duplicação da BR-290 e cobra compromisso do Governo Federal

O deputado federal Afonso Motta (PDT-RS) manifestou profunda insatisfação com o anúncio do Governo Federal de adiamento da conclusão da duplicação da BR-290 para 2029, contrariando a promessa inicial de término até 2026.

A mudança no cronograma, anunciada recentemente, foi alvo de duras críticas pelo parlamentar, que destacou a importância estratégica da rodovia para o desenvolvimento econômico e a segurança dos gaúchos.

É inaceitável que o Governo Federal volte atrás em seu compromisso e adie a conclusão da duplicação da BR-290 para 2029. Essa rodovia é essencial para a ligação com o Mercosul, além de garantir mobilidade e segurança à população gaúcha. Os constantes atrasos nas obras prejudicam o escoamento da produção, dificultam o transporte de cargas e comprometem o turismo na região”, afirmou o deputado.

Afonso Motta também criticou o fato de a promessa feita pelo presidente Lula de conclusão até 2026 não ter sido cumprida. “O povo gaúcho não pode aceitar esse descaso. Recentemente, um acidente interditou a BR-290 por mais de 10 horas, mostrando como a situação é insustentável. Estamos cobrando, junto ao ministro dos Transportes, Renan Filho, que o Governo Federal faça todos os esforços para garantir a conclusão das obras no prazo originalmente previsto”, destacou o parlamentar.

Segundo o deputado, o atraso na conclusão das obras impacta diretamente o desenvolvimento econômico e a segurança viária. “A duplicação da BR-290 até Uruguaiana é um compromisso que não pode ser quebrado. O Rio Grande do Sul exige respeito e soluções concretas para essa questão urgente”, finalizou.

_Outras informações:_
Assessoria de Comunicação
Flávia (61) 98165-6566

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Política

Alegrete é reconhecida como a Capital Nacional da Linguiça Tradicional Campeira

Alegrete já tem protagonismo na pecuária e na agricultura do estado e do país, e o reconhecimento nacional valoriza a cultura e a gastronomia gaúcha, fortalecendo a identidade regional e impulsionando a economia local.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (18), o Projeto de Lei 2314/23, de autoria do deputado federal Afonso Motta, que confere ao município de Alegrete (RS) o título de Capital Nacional da Linguiça Tradicional Campeira.

Alegrete já se destaca pela produção anual de aproximadamente 500 toneladas dessa iguaria, um símbolo da tradição campeira do Rio Grande do Sul. A aprovação do projeto reforça o potencial da cidade como destino gastronômico e turístico, ampliando oportunidades para produtores e empreendedores locais.

 

Esse é um tributo à rica culinária gaúch a e aos costumes rio-grandenses. O título fortalece nossa tradição e impulsiona o turismo e a economia de Alegrete. Fico muito feliz com essa conquista e agradeço o apoio dos parlamentares para a rápida aprovação do projeto”, destacou o deputado Afonso Motta.

Para celebrar essa conquista, Alegrete se prepara para sediar, entre os dias 4 e 6 de abril, o Festival Estadual da Linguiça Campeira, um evento que promete reunir tradição, sabores e cultura em grande estilo. O projeto vai agora à sanção.

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Política

Lula quer saber quem é o ladrão de ovos que sacaneia as galinhas

Além de discutir o preço dos ovos, o presidente assegura esforços para diminuir o custo da picanha no país

Na cidade de Sorocaba, São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiu o aumento no preço dos ovos em 14.Mar.2025. Ele expressou preocupação com a alta dos preços, sugerindo possíveis ações prejudiciais contra as galinhas e, consequentemente, contra o povo brasileiro.

Texto da Revista Oeste.14/,03/2025

“Nós estamos com um problema de alimento, que vocês já sabem”, afirmou Lula, ressaltando a importância do ovo como alimento básico e acessível. Ele observou que, enquanto o preço de uma caixa com 30 dúzias de ovos se manteve estável em R$ 144,15 em janeiro de 2023 e 2024, houve uma leve redução para R$ 144,05 em janeiro deste ano, seguida por um aumento para R$ 210 em fevereiro.

Lula questionou as razões por trás do aumento, mencionando o consumo médio de 260 ovos por ano pelos brasileiros. Ele também prometeu uma redução no preço da carne, garantindo que o custo da picanha diminuiria.

“A carne vai abaixar”, assegurou. O presidente desafiou as explicações comuns para o aumento do preço dos ovos, como o impacto do calor excessivo na produção das galinhas e a influência da exportação devido ao valor do dólar.

“Alguns dizem para mim é porque aumentou a exportação e o dólar está caro”, disse. “Mas o que ficou aqui não tem que subir de preço. Nós só exportamos 0,9%, menos de 1% dos 59 bilhões de ovos. Por que subiu o ovo?..

 

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