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Aapecan completa 16 anos de atuação nesta sexta-feira
Em 16 anos na prestação do serviço de acolhimento provisório, assessoramento, e defesa e garantia de direitos, a Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (Aapecan) já atendeu 20 mil usuários no Rio Grande do Sul. Considerada como uma Organização da Sociedade Civil (OSC), a instituição é referência no Terceiro Setor no Estado. A OSC oferece de forma gratuita apoio e orientação de acesso às políticas sociais para pessoas com diagnóstico de Câncer que se encontram em situação de vulnerabilidade social.
O dia cinco de fevereiro de 2005 foi o marco inicial do trabalho da Aapecan em Caxias do Sul, quando foi criado, por um grupo de voluntários, o primeiro espaço. Até hoje, já são 14 Unidades distribuídas em todas as regiões do RS: Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Rio Grande, Ijuí, Uruguaiana, Passo Fundo, Lajeado, Pelotas, Bento Gonçalves, Lagoa Vermelha, Camaquã, Bagé, incluindo a caxiense.
O diretor executivo e um dos fundadores, Paulo Vasques, destaca que o trabalho em equipe é fundamental para cumprir com a missão da instituição: “eu tive a iniciativa, porém o sucesso extraordinário da Aapecan é resultado de uma grande parceria da nossa equipe. Todos acreditaram que juntos poderíamos fazer essa transformação, fazer a diferença na vida de tantos usuários, e familiares, que já foram beneficiados e que estão sendo – e que serão – beneficiados pela Aapecan”, avalia ele.
Todo o trabalho realizado só é possível graças a sensibilidade e solidariedade de cada contribuinte, doador, voluntário, parceiros e colaboradores que acreditam na vida, ajudam a instituição a ir mais longe e a ressignificar nossos olhares frente ao Câncer.
Sobre os desafios no cenário atual, Paulo relata: “a nossa principal preocupação hoje é não deixar nenhum usuário sem acolhimento, dieta e suplementos, e kits de alimentação. Estamos nos reinventando nesta pandemia para que nenhum usuário fique sem apoio. Estamos focados, trabalhando junto com a coordenação, a comunicação, o telemarketing, a supervisão e os coordenadores, para continuarmos nossa missão”.
A direção leva em conta a ampliação das estruturas e projetos futuros para o crescimento no momento ideal. Das 14 Unidades, dez possuem Casa de Apoio, onde os usuários e familiares usufruem dos benefícios de segunda-feira à sexta-feira: hospedagem, alimentação, atendimento e orientações de assistência social, psicológico e jurídico.
Na região, a Aapecan está presente em Uruguaiana e região, na Rua Duque de Caxias, 3249, Bairro São Miguel.
Para mais informações, contate: (55) 3411-9327, ou pelo e-mail [email protected].
Sobre a Aapecan
A Associação de Apoio a Pessoas com Câncer (Aapecan) é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que atende, de forma gratuita, pessoas em situação de vulnerabilidade social diagnosticadas com Câncer. Desde a inauguração da primeira Unidade, em Caxias do Sul, e março de 2005, outras 13 já foram abertas no Estado do Rio Grande do Sul – dez delas com Casas de Apoio – nas quais são oferecidas, além de hospedagem com direito a acompanhante para usuários de outros Municípios, quatro refeições diárias e, na maioria delas, deslocamento aos centros médicos. Nesses 16 anos, a Aapecan já atendeu mais de 20 mil pessoas que necessitam de amparo social e emocional durante o tratamento contra o Câncer, assim como seus familiares, acompanhantes e responsáveis.
Associação de Apoio a Pessoas com Câncer
(55) 3025-9400
Assessoria de Comunicação
Renata Teixeira
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Temporal deixa rastro de destruição no interior de Alegrete
Ventos violentos atingiram propriedades rurais no Rincão de São Miguel, destruíram galpões, danificaram máquinas agrícolas e provocaram perdas de animais.

Um forte temporal atingiu a localidade do Rincão de São Miguel, no interior de Alegrete, durante a madrugada desta quinta-feira (8), deixando um cenário de destruição em propriedades rurais. A comunidade fica a aproximadamente 35 quilômetros da área urbana do município.
A força do vento provocou danos em estruturas utilizadas na atividade agropecuária, incluindo galpões e instalações de apoio à produção. Árvores foram derrubadas e máquinas agrícolas sofreram avarias, com relatos de equipamentos tombados pela intensidade das rajadas.
Entre as propriedades atingidas está a Cabanha Azul. O produtor Lucas Di Napoli relatou prejuízos significativos. Também há informações sobre a morte de animais, ampliando as perdas enfrentadas pelos produtores.
O fenômeno foi descrito como tornado, mas sua classificação técnica ainda depende de confirmação meteorológica. O levantamento dos prejuízos materiais segue em andamento.
A ocorrência acrescenta uma nova preocupação ao setor rural de Alegrete, que enfrenta os impactos de sucessivos episódios de instabilidade climática.
A MADRUGADA DO ALERTA
Defesa Civil já advertia para ventos extremos
Na madrugada de quinta-feira (8), a Defesa Civil estadual emitiu alerta severo para a região de Alegrete, com possibilidade de rajadas superiores a 100 km/h e risco elevado de destelhamentos. O aviso teve validade entre 0h53 e 1h50. A previsão meteorológica já indicava potencial para temporais intensos na Fronteira Oeste. A coincidência entre o período do alerta e os danos registrados reforça a importância do monitoramento meteorológico, mas não comprova, isoladamente, a ocorrência de tornado.
O PREJUÍZO NO CAMPO
Danos atingem estruturas, máquinas e rebanhos
Os primeiros relatos apontam destruição de galpões, queda de árvores, danos em equipamentos agrícolas e morte de animais. Além das perdas imediatas, os produtores podem enfrentar despesas com reconstrução, reparos e recuperação da infraestrutura produtiva. A extensão dos prejuízos ainda não foi quantificada. O levantamento deverá indicar quantas propriedades foram afetadas e quais atividades agropecuárias sofreram maior impacto.
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MP investiga desvio de mais de R$ 5 milhões na Santa Casa de Uruguaiana
Gaeco cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em 11 cidades de seis Estados; investigação alcança contratos e pagamentos realizados entre 2019 e 2024
O Ministério Público do Rio Grande do Sul deflagrou nesta quarta-feira (7) a Operação Ouro de Tolo, que investiga possíveis desvios superiores a R$ 5 milhões na Santa Casa de Caridade de Uruguaiana. A apuração envolve contratos e pagamentos realizados principalmente entre 2019 e 2024.
A operação é conduzida pelo Gaeco e cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em 11 cidades de seis Estados. Ao todo, foram executadas 37 medidas judiciais, com a participação de cerca de 100 agentes.
Entre os alvos estão gestores, administradores, empresários e empresas que mantiveram relações contratuais com o hospital. Onze pessoas físicas são investigadas, incluindo ex-secretários. Segundo o MPRS, não há integrantes da atual gestão do Executivo municipal entre os investigados.
As suspeitas incluem superfaturamento de contratos, pagamentos irregulares, conflitos de interesse e possível ocultação ou destruição de documentos. São apurados possíveis crimes de peculato, lavagem de dinheiro, corrupção, falsidade documental e organização criminosa.
O material apreendido será analisado para reconstruir os fluxos financeiros, administrativos e contratuais da instituição e esclarecer a eventual responsabilidade dos envolvidos.
BOX 1 | R$ 3 MI VIRARAM R$ 13,7 MI
Um dos dados que chamou a atenção dos investigadores foi o crescimento das despesas com serviços de terceiros. Os gastos passaram de R$ 3 milhões em 2019 para R$ 13,7 milhões em 2024 — aumento de 356%. No mesmo período, as despesas com honorários médicos cresceram 165%. A investigação também identificou fragilidades nos controles internos, contratos não localizados e indícios de supressão de documentos e informações relevantes para a fiscalização.
BOX 2 | TRÊS FRENTES SOB INVESTIGAÇÃO
O Gaeco concentra a apuração em três eixos. O primeiro examina contratos de consultoria e tecnologia, firmados entre 2023 e 2024, que somaram mais de R$ 5 milhões. O segundo investiga possíveis conflitos de interesse, envolvendo empresas contratadas e pessoas ligadas à administração. O terceiro analisa serviços médicos, para verificar se os atendimentos informados foram efetivamente realizados e se pagamentos e escalas correspondiam aos serviços prestados.
Fonte: Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS)
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Previdência muda resultado das contas de Alegrete
Município registra superávit de R$ 5,29 milhões sem o RPPS, mas resultado consolidado aponta déficit primário de R$ 6,05 milhões
As contas de Alegrete apresentaram resultados distintos no segundo quadrimestre de 2026 quando considerado o impacto da Previdência dos servidores. Sem o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), a gestão direta acumulou superávit primário de R$ 5,29 milhões entre janeiro e agosto. Com o RPPS incluído, porém, o resultado passa para déficit de R$ 6,05 milhões.
Os números foram apresentados nesta terça-feira (29/09), durante audiência pública da Comissão de Orçamento, Finanças e Contas Públicas (COFCP).
Segundo a Secretaria de Finanças e Orçamento, a despesa primária total liquidada, incluindo o RPPS, chegou a R$ 430,92 milhões.
No quarto bimestre, as receitas correntes, sem o RPPS, somaram R$ 227,41 milhões, enquanto as despesas correntes liquidadas alcançaram R$ 214,17 milhões.
Outro indicador apresentado foi o gasto com pessoal. As despesas liquidadas com pessoal e encargos corresponderam a 50,89% das receitas correntes. Para o cálculo previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a Secretaria informou percentual de 53%.
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabeleceu para 2026 uma meta de resultado primário de R$ 9,94 milhões. Conforme o relatório apresentado na audiência, o Município atingiu até agosto 53,28% dessa meta.
A audiência foi conduzida pelos vereadores Gilmar Martins e Pedro Paraíso, presidente e vice-presidente da COFCP, e acompanhada pelo vereador João Monteiro. O secretário de Finanças e Orçamento, José Luiz Cáurio, participou da apresentação ao lado da equipe da pasta e de representantes do funcionalismo público.
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