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Prefeitura poderá comprar vacina contra Covid-19

A Prefeitura de Alegrete poderá comprar vacinas com eficácia comprovada contra a Covid-19 para imunizar a população alegretense, caso o Governo Federal não disponibilize as doses necessárias em um prazo aceitável. Os recursos estão garantidos conforme o Prefeito em exercício Jesse Trindade.
A expectativa do Município é que o Governo Federal adquira e distribua as doses com maior celeridade por meio do Programa Nacional de Imunizações, de acordo com critérios técnicos. No entanto, caso a União não siga por este caminho, a prefeitura buscará vacinas certificadas e validadas para atender a população, prioritariamente os grupos de risco.
Além da garantia dos recursos orçamentários, Alegrete está preparada e tem capacidade operacional para aplicar as doses.
A gestão municipal estuda alternativas legais na busca pela vacina contra a Covid-19. “Se o Ministério da Saúde não fizer a distribuição necessária e nos prazos indicados, Alegrete vai lutar para comprar a vacina diretamente”, afirma o Prefeito em exercício.
Segundo Jesse, a imunização é um dos assuntos prioritários para a Prefeitura, e, de acordo com o Prefeito em exercício, a questão é tratada por meio de dois eixos específicos, sendo um deles o diálogo com o Governo Federal e o Plano Nacional de Imunização (PNI). “Cabe ao Ministério da Saúde a aquisição e distribuição das vacinas. Isso é o normal e é o que é certo. Mas a gente não pode apenas aguardar que isso aconteça, porque, se o ministério simplesmente desejar não fazer, eu não vou achar que isso é normal o prefeito Márcio determinou que pretende dar início ao plano próprio”, declarou.
O plano, segundo a secretária de Saúde, Haracelli Fontoura, prevê a logística, infraestrutura e aquisição dos insumos necessários. “ O que a gente não pode aceitar é vacinação em conta-gotas. As coisas estão muito lentas e os municípios estão amarrados a um plano que precisa ser mais eficiente”, destacou.
De acordo com o secretário de Finanças, José Luiz Cáurio, a cidade tem recursos financeiros para custear o processo de imunização. “Nós temos condições para bancar isso, mas é claro que precisamos de meios legais”, afirmou.

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Segunda Feira registra 72 casos positivos

Nesta segunda-feira (01) foram registrados 72 casos positivos, 47 mulheres e 25 homens, com idades entre 01 e 84 anos. Também foram registrados 19 recuperados. Há 07 pacientes na UTI Covid, 14 no Hospital de Campanha e 03 na UPA.

Atualmente são 5.170 casos confirmados, com 4.345 recuperados, 759 ativos (735 estão ativos em isolamento domiciliar e 24 hospitalizados positivos de Alegrete) e 66 óbitos.

Foram realizados 20.201 testes, sendo 14.767 negativos, 5.170 positivos e 264 aguardando resultado. Em observação com síndrome gripal são 1.013 pessoas. 

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Morre o médico Sérgio Puerta, vítima do vírus chinês

Aos 79 anos morreu em Porto Alegre o médico alegretense Sérgio Puerta, mais uma das milhares de vítimas do vírus chinês. Ele atuou ao longo de décadas em Alegrete, até ir morar fora. Deixa um grande legado e uma lembrança de pessoa solidária, atenciosa e movida pelo humanismo. Já estava aposentado. Nas redes sociais há manifestações de muitos amigos e contemporâneos deste excelente médico e grande alegretense. Nos últimos dias o quadro piorou e Puerta acabou sendo vencido pelo covid-19.

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Secretários de Saúde dos Estados defendem toque de recolher nacional

O presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Carlos Lula, divulgou nesta segunda-feira (1º) uma carta com sugestões de medidas urgentes contra a possibilidade de colapso nas redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de Covid-19 em todo o Brasil.

Entre as medidas sugeridas, o Conass diz que é preciso adotar um toque de recolher nacional das 20h até as 6h e durante os finais de semana; fechar bares e praias; suspender aulas presenciais em todo o País; proibir eventos presenciais, inclusive atividades religiosas; adotar trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado; instituir barreiras sanitárias nacionais e internacionais, incluindo o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual; e criar um Plano Nacional de Comunicação para esclarecer a população da gravidade da situação.

“O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela Covid-19. Os índices de novos casos da doença alcançam patamares muito elevados em todas as regiões, Estados e municípios. Até o presente momento, mais de 254 mil vidas foram perdidas, e o sofrimento e o medo afetam o conjunto da sociedade. A ausência de uma condução nacional unificada e coerente dificultou a adoção e implementação de medidas qualificadas para reduzir as interações sociais que se intensificaram no período eleitoral, nos encontros e festividades de final de ano, do veraneio e do carnaval. O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial”, diz a carta assinada pelo presidente do Conass, que é secretário estadual de Saúde do Maranhão.

Bolsonaro

Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar as medidas mais restritivas para conter o avanço da pandemia de Covid-19, como a implantação de toque de recolher e proibição total de atividades não essenciais nos Estados.

“O governador que fechar seu Estado, o governador que destrói emprego, ele é quem deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”, declarou.

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