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Vacinação/RS. Profissionais da saúde terão prioridade no início

“Vamos iniciar ainda hoje a vacinação no Rio Grande do Sul! O ministro [da Saúde, Eduardo Pazuello] autorizou anteciparmos o início da campanha”, afirmou o governador Eduardo Leite, na manhã desta segunda-feira (18).

“Já estamos com a logística pronta para iniciar o envio [das doses da vacina] para todas as 18 regiões de saúde [do Estado]”, disse Leite. A distribuição da CoronaVac a todos os Estados brasileiros começou na manhã desta segunda.

Uma cerimônia com a presença de governadores e do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no aeroporto de Guarulhos (SP), marcou o início do transporte do imunizante.

 

“Um dos dias mais aguardados pelos brasileiros! O ministro da Saúde começou a distribuição a todos os Estados da vacina contra a Covid-19, e estou em São Paulo para receber, em nome dos gaúchos, as primeiras 341 mil doses que serão destinadas ao RS”, declarou o governador gaúcho na solenidade.

Inicialmente, o RS recebe 311.680 doses da CoronaVac para os grupos prioritários (profissionais da saúde da linha de frente e idosos que vivem em instituições de longa permanência) e outras 30.120 à população indígena.

A primeira pessoa a receber a vacina no Estado será um profissional da saúde, cujo nome será definido pela equipe da Secretaria da Saúde em parceria com os hospitais.  “Será um ato simbólico, uma forma de reconhecimento a todas as pessoas que estão há meses se arriscando para salvar vidas. Mas o importante é que já começaremos a vacinação com um grande volume, são mais de 340 mil doses no RS, o que garantirá a imunização de uma grande parte da rede hospitalar, das pessoas que estão mais expostas ao vírus, e em curto espaço de tempo”, destacou Leite.

“A vacina é a solução para permitir que as pessoas estejam mais tranquilas para conviverem, se encontrarem e poderem circular, também para retomarmos a economia e, evidentemente, preservarmos vidas. Agradecemos ao Ministério da Saúde, que faz a aquisição das doses e que garante, dentro do PNI [Programa Nacional de Imunização], que é a cultura do Brasil, a imunização de todos os brasileiros em todos os Estados”, acrescentou o governador.

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Segunda Feira registra 72 casos positivos

Nesta segunda-feira (01) foram registrados 72 casos positivos, 47 mulheres e 25 homens, com idades entre 01 e 84 anos. Também foram registrados 19 recuperados. Há 07 pacientes na UTI Covid, 14 no Hospital de Campanha e 03 na UPA.

Atualmente são 5.170 casos confirmados, com 4.345 recuperados, 759 ativos (735 estão ativos em isolamento domiciliar e 24 hospitalizados positivos de Alegrete) e 66 óbitos.

Foram realizados 20.201 testes, sendo 14.767 negativos, 5.170 positivos e 264 aguardando resultado. Em observação com síndrome gripal são 1.013 pessoas. 

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Morre o médico Sérgio Puerta, vítima do vírus chinês

Aos 79 anos morreu em Porto Alegre o médico alegretense Sérgio Puerta, mais uma das milhares de vítimas do vírus chinês. Ele atuou ao longo de décadas em Alegrete, até ir morar fora. Deixa um grande legado e uma lembrança de pessoa solidária, atenciosa e movida pelo humanismo. Já estava aposentado. Nas redes sociais há manifestações de muitos amigos e contemporâneos deste excelente médico e grande alegretense. Nos últimos dias o quadro piorou e Puerta acabou sendo vencido pelo covid-19.

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Secretários de Saúde dos Estados defendem toque de recolher nacional

O presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Carlos Lula, divulgou nesta segunda-feira (1º) uma carta com sugestões de medidas urgentes contra a possibilidade de colapso nas redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de Covid-19 em todo o Brasil.

Entre as medidas sugeridas, o Conass diz que é preciso adotar um toque de recolher nacional das 20h até as 6h e durante os finais de semana; fechar bares e praias; suspender aulas presenciais em todo o País; proibir eventos presenciais, inclusive atividades religiosas; adotar trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado; instituir barreiras sanitárias nacionais e internacionais, incluindo o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual; e criar um Plano Nacional de Comunicação para esclarecer a população da gravidade da situação.

“O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela Covid-19. Os índices de novos casos da doença alcançam patamares muito elevados em todas as regiões, Estados e municípios. Até o presente momento, mais de 254 mil vidas foram perdidas, e o sofrimento e o medo afetam o conjunto da sociedade. A ausência de uma condução nacional unificada e coerente dificultou a adoção e implementação de medidas qualificadas para reduzir as interações sociais que se intensificaram no período eleitoral, nos encontros e festividades de final de ano, do veraneio e do carnaval. O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial”, diz a carta assinada pelo presidente do Conass, que é secretário estadual de Saúde do Maranhão.

Bolsonaro

Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar as medidas mais restritivas para conter o avanço da pandemia de Covid-19, como a implantação de toque de recolher e proibição total de atividades não essenciais nos Estados.

“O governador que fechar seu Estado, o governador que destrói emprego, ele é quem deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do presidente da República essa responsabilidade”, declarou.

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