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Cultura

Fazenda Sossego do Capavari, com a presença do Coordenador da 4ª Região Tradicionalista, realiza cavalgada de acendimento da chama Crioula

Nem bem o relógio apontava o fim da madrugada, neste domingo, 13 de setembro e um grupo de cavalarianos, tradicionalistas, estava mobilizado para promover um ato de bravura, em plena pandemia e, através de uma cavalgada, acender a chama crioula, na fazenda Sossego do Capivari.


A iniciativa, pioneira, carrega, em si, um simbolismo que transcende os empecilhos da intempérie e da pandemia que, este ano fez com que a tradicional chegada da chama crioula, não ocorresse.
A iniciativa, com cavalgada, demonstra que Alegrete, sendo a Terceira Capital Farroupilha, com maior desfile de cavalarianos do mundo, no 20 de setembro, não se conformaria em deixar passar, em branco, uma data identificada com nossas origens, como ela não existisse.
Mesmo depois, que um grupo de cavalarianos recebeu um “NÃO” do Prefeito para promover uma cavalgada, simbólica, no dia 20 de setembro, um outro grupo não aceitou a negativa como desistência e, começou a organizar uma outra forma de marcar a data no calendário tradicionalista, como sendo um mais um feito do que está sendo chamado do “novo normal”.
Eles, acenderam a chama e iniciaram a cavalgada, a partir da Ponte de ferro no Capivari. Nem mesmo a chuva e o vento forte, impediram que eles demonstrassem seu amor pelas tradições, mesmo em meio a tantas restrições, e sem desrespeitar o distanciamento social.

Ainda pela manhã, sem o uso do cavalo, representantes do CTG Vaqueanos da Fronteira e Piquete Dona Luíza, acenderam a chama em suas entidades. Agora de tarde, o CTG Farroupilha também fez o acendimento e na pira da Praça, no final da tarde..

Alegrete, teve cavalgada, sim! E, citando, trechos dos versos do hino Riograndense que é quase uma oração, para nós gaúchos: “SIRVA ESTA FAÇANHA, DE MODELO A TODA A TERRA.

Integraram a cavalgada
Ricardo Steinhorst, Henrique Steinhorst, Ewaldo Fernando Steinhorst, Marcos Eugênio Severo, Cristiano Gideel, Marco Saldanha Júnior- (Coordenador da 4ª Região), Bianca Correia Saldanha, Rodrigo Correia Saldanha, Joaquim Brasil, Milene Ribeiro, Marcelo Aita, Mariana Caselgrandi, Antonella Aita, Bruno Motta, Martin Motta, Inácio Motta, Mayra Mombaque.
Dentre outras, pessoas presentes, estavam: Guilherme Maciel, Bianca Acunha, Henrique Cons, Mauren Rodrigues,Bruno Motta e esposa, Marcelo Aita e Esposa, Joaquim Brasil e esposa, Marco e Bianca e Ricardo.

 

Informações: Dariano Moraes/Face Repórter

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Cultura

CEPAL chega aos 27 anos de atuação em favor da pesquisa e preservação da história do Alegrete

O antigo armazém da Viação Férrea que guardava mercadorias para serem embarcadas ou que chegavam para abastecer o comércio da cidade, hoje guarda um valioso acervo mantido pelo Centro de Pesquisa e Documentação de Alegrete.o Cepal. Neste 25 de fevereiro, a instituição comemora seus 27 anos de atuação.
A sua história estás relacionada ao seu criador, professor Danilo Assumpção Santos que em 1988, em sua casa, iniciava o trabalho de atendimento aos jovens e junto brotava o embrião do que seria o Cepal. Em 1994, em espaço conseguido junto à família Faraco, na rua General Sampaio, o Centro de Pesquisa ganhou status e ampliou seu acervo. Danilinho, como era carinhosamente chamado, foi nas igrejas, no Fórum, na Santa Casa, em casas de famílias em busca de registros históricos.
Reuniu documentos, arquivos, revistas, recortes de jornais, peças de museu, formando um invejável acervo que passou a chamar a atenção não só de Alegrete mas de outros centros chegando a ser matéria jornalística em rede nacional de TV.
O professor Danilo deu vida, luz e energia para esse local, não somente fonte de pesquisa e conhecimento, mas também, de orientação para a vida a centenas de jovens. Hoje, o Cepal é dirigido pelo irmão de Danilo, Nelson Assumpção dos Santos, herdeiro desse verdadeiro patrimônio cultural da cidade.
Com ele, uma aguerrida equipe que pega parelho. Junto, funciona o Museu de História Natural, implantado pelo casal Laura de Freitas Faraco e Adão Faraco, com um belo acervo de arqueologia, paleontologia e antropologia.
Vale a pena conhecer o Cepal e seu acervo. Uma seleção de fotos mostra parte do que é o Cepal e do cuidado que é dispensado ao Centro, afinal, parte importante da história de Alegrete passa por ele.
 
 
 
Texto e imagens: Alair Oliveira Almeida 
Video: Alair Almeida/ Alex Stanrlei/ Em Questão
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Cultura

Semana da Paz 2021 acontece de forma virtual

A Coordenadoria da 4ª Região Tradicionalista e a Prefeitura Municipal de Alegrete, através Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, convidam a comunidade alegretense para participar da programação virtual alusiva a Semana da Paz 2021, com o tema “Uma cultura de paz entre o eu, o outro e as mídias sociais”. O evento ocorre de 22 a 26 de fevereiro e a programação será transmitida através do Facebook da 4ª Região Tradicionalista.

𝑷𝑹𝑶𝑮𝑹𝑨𝑴𝑨𝑪̧𝑨̃𝑶:
• 22 DE FEVEREIRO DE 2021 (SEGUNDA – FEIRA)
19 horas – Abertura Oficial e Homenagens

• 23 DE FEVEREIRO DE 2021 (TERÇA – FEIRA)
19 horas – Missa da Semana da Paz
Local – Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição Aparecida

•24 DE FEVEREIRO DE 2021 (QUARTA – FEIRA)
19 horas – III Simpósio da Semana da Paz
“Uma cultura de paz entre o eu, o outro e as mídias sociais”. Palestrante:
Gabriela Sarturi Rigão 1ª Prenda do Rio Grande do Sul – Gestão 2019/2021.

• 25 DE FEVEREIRO DE 2021 (QUINTA – FEIRA)
19 horas – Tributo a Telmo de Lima Freitas
Live Show com Cristiano Fantinel

• 26 DE FEVEREIRO DE 2021 (SEXTA – FEIRA)
20 horas – Encerramento – Inserções Artísticas

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Cultura

Roda de Conversa sobre Racismo provoca reflexão sobre o tema em Alegrete.

No dia 02 de Dezembro,às 10hs, aconteceu a roda de conversa organizada pela Escola Municipal Waldemar Borges de Alegrete-RS, com o tema Racismo Estrutural e Institucional.

Participaram da conversa sob a mediação da Prof Quelen Gomes,Mylene Seidl,Juiza Federal do Trabalho;João Leivas,Advogado e Vereador eleito;Sivens Carvalho ,Advogado;Jose Antonio Jornalista e Tecnólogo Gerenciamento Sv Policial Militar e Roberlaine Ribeiro Jorge Reitor da Unipampa.

A conversa começou com a Dra. Milene,juiza federal do Trabalho, realizando um breve histórico sobre o negro no Brasil , e sua participação na estrutura da sociedade brasileira.

Com participações dos demais palestrantes,o tema do racismo estrutural e institucional prosseguiu sendo apresentado pelo jornalista Jose Antonio Gonçalves,de forma reflexiva,a proporcionalidade de brancos e negros nas funções de liderança nos três poderes da união,na cadeia produtiva e no sistema financeiro brasileiro.

O Professor Roberlaine, reitor da Unipampa, explanou sobre a situação do negro na educação superior, e a renovação da lei de cotas que tem prazo até 2021.

Os debatedores salientaram sobre a necessidades de políticas públicas, que inclua o negro na estrutura de liderança do pais, e medidas práticas governamentais que diminuam a desigualdade entre negros e brancos na sociedade brasileira.

Dr Sivens Carvalho, salientou sobre as leis que tramitam no Congresso Federal a respeito da diversidade racial, e que muitas vezes, não são apreciadas com brevidade.

O vereador eleito, e advogado João Leivas, falou sobre a importância do negro nas câmaras legislativas, e das cobranças que o legislador sofre por ser minoria nas casas do povo.

Por fim , a roda de conversa foi encerrada, tendo a maciça participação dos professores da escola,comunidade em geral e internautas que acompanharam o evento.

Segundo a professora Quelen Gomes, o evento atingiu o objetivo, trazendo de forma reflexiva e participativa, um debate sobre a inclusão e diversidade racial.

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