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Manifesto em Alegrete contra projeto de Reforma Tributária que prevê volta do pagamento de IPVA para veículos com mais de 20 anos
Objetivo do manifesto em Alegrete foi repudiar o projeto de Reforma Tributária do governo Eduardo Leite, que prevê volta do pagamento de IPVA para veículos com mais de 20 anos, o que atualmente não acontece.
Na tarde deste domingo, amigos se reuniram para fazer um manifesto contra um projeto de reforma tributária do Governo Eduardo Leite, que prevê a volta do IPVA de proprietários de veículos com mais de 20 anos de uso.
Atualmente estes veículos são isentos, pois tinham uma idade que ao ser atingida ficavam isentos do pagamento.
A movimentação começou no Posto Prodócimo na zona leste , de onde partiram para fazer a organização na pista de eventos também na zona leste.
Sairam da pista de eventos com 40 carros todos carros mais antigos , inclusive com a participação da Confraria do carro antigo de Alegrete, Baguais do Barro, Chevetteiros de Alegrete e simpatizantes do movimento.
Organizado por Cássio Elias dos Santos(Apoiador) e Paulo Sérgio Zucchetto Camargo que é Vice Presidente da Confraria dos Carros Antigos de Alegrete.
Os participantes atenderam todas as normas de distanciamento social e uso de máscara e álcool gel.
O vice presidente da Confraria dos Carros Antigos de Alegrete relatou que esta carreata serve como protesto contra este projeto e que esta perda esta prestes a acontecer, se for aprovado, da insenção de IPVA destes veículos, e que este é um direito adquerido do contribuinte e que pode ser retirado explicou Paulo Zucchetto vice presidente da confraria.
Os carros depois que estiveram organizados a carreata saiu em direção ao centro da cidade, passando pelas ruas Eurípides Brasil Milano, depois Avenida Assis Brasil retornando pela mesma e encerrando na Praça Getúlio Vargas .
Vídeo e Imagens : Paulo Sérgio Zucchetto/vice presidente da confraria dos carros antigos
Texto:Pedro Mello/web noticias
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Caminhão do Exército derruba postes e interdita ruas em Alegrete
Um caminhão do Exército Brasileiro, que transportava cavalos, provocou a queda de dois postes de energia elétrica na tarde desta terça-feira (24) em Alegrete. O incidente ocorreu quando o veículo cruzava a Rua Bento Gonçalves em direção à Rua Conde de Porto Alegre e acabou enroscando na fiação da rede elétrica.
De acordo com o relato do militar responsável pela condução, ele não percebeu o momento em que a estrutura foi atingida. A queda dos postes obrigou a Brigada Militar a interditar as duas vias para garantir a segurança da população e permitir a avaliação dos danos.
O caminhão foi posteriormente recolhido ao quartel do 6º Regimento de Cavalaria Blindado. As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades competentes.
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Caminhão com carga de milho tomba na RS 377 em Alegrete
No início da tarde desta quinta-feira (12), um caminhão trator com dois semirreboques — conhecido como Romeu e Julieta — tombou no km 399, na RS 377, próximo ao trevo de acesso ao antigo lixão.
O veículo transportava cerca de 36 toneladas de milho e seguia no sentido Manoel Viana/Alegrete quando o motorista perdeu o controle ao fazer a conversão.
Motoristas que passavam ajudaram nos primeiros socorros e acionaram o Samu e o Comando Rodoviário da Brigada Militar.
Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do condutor, mas de forma preliminar ele estaria bem.
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Caso Márcio dos Anjos: data do júri de tios do menino é redefinida
Tribunal do Júri da Comarca de Alegrete, que irá julgar os réus Riane Quinteiro da Costa e Roberta Eggres Prado, acusados de homicídio qualificado por omissão na morte de Márcio dos Anjos Jaques, ocorrida em agosto de 2020, foi redesignado por decisão proferida na quinta-feira (22/01), pelo Juiz de Direito Rafael Echevarria Borba, titular da Vara Criminal local.
A sessão, que estava marcada para 23 de abril de 2026, foi antecipada para o dia 16 do mesmo mês, às 9h, no Salão do Júri do Foro alegretense. A medida se dá em razão de pedido do Ministério Público, sem oposição das defesas dos réus. Além disso, na mesma decisão, foi ratificada a desistência da oitiva de quatro testemunhas de defesa.
A previsão de duração do julgamento é de dois dias.
Caso
Márcio morreu em 17 de agosto de 2020. Segundo laudo de necropsia, a causa foi hemorragia subdural e edema cerebral. De acordo com o Ministério Público, ele foi espancado pelo pai, Luís Fabiano Quinteiro Jaques, já condenado pelo Tribunal do Júri de Alegrete em outubro de 2024 a 44 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado. Márcio e o pai moravam com o casal, que cuidava do menino quando Luís Fabiano trabalhava na área rural.
Conforme a denúncia, os tios se omitiram diante das agressões praticadas pelo pai, mesmo tendo o dever legal de agir. O MP afirma que a criança foi agredida na noite de 13/08/20, sofreu lesões graves e só foi levada ao hospital três dias depois, já em estado crítico. Márcio não resistiu e faleceu em 17/08/20.
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