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PRF divulga resultado da Operação Tamoio no RS

 

_No Rio Grande do Sul, a operação resultou em um prejuízo estimado de 25 milhões de reais para as organizações criminosas_

A Operação Tamoio III, que ocorreu de 18 a 26/07, contou com mais de 400 policiais atuando no estado, incluindo agentes do serviço de inteligência e de grupos especializados. Foram empregados cães farejadores, uma aeronave policial e agentes com treinamento especializado no combate ao tráfico de drogas e armas.

Ela se diferenciou das operações Tamoio I e II por ocorrer de forma multimodal. No Rio Grande do Sul, as atividades foram realizadas nas rodovias do estado e também nos terminais do Porto de Rio Grande.

Durante o período da operação, os agentes da PRF retiraram de circulação 1,4 tonelada de maconha, quase 400 quilos de cocaína e 240 mil maços de cigarros. Foram recuperados 20 veículos roubados e/ou adulterados e presos 121 criminosos, sendo 34 por tráfico de drogas. Ainda, quase 225 mil dólares e um milhão de reais sem comprovação de origem foram apreendidos.

*TAMOIO* – O nome Tamoio vem do Tupi Guarani TAMUÍA, que significa o avô, o antepassado. A Confederação dos Tamoios foi uma aliança de tribos indígenas firmada com o objetivo de combater os portugueses e outras tribos que os apoiavam. A referência é em relação à aliança dos grupos especializados da PRF unidos nessa operação.

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Reunião trata de política de assistência aos apenados

 

O Ministério Público participou, nesta terça-feira, 27 de outubro, de audiência pública para discutir a implantação da metodologia APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) em Alegrete. O evento, ocorrido no Salão do Júri do Foro local, serviu para debater o assunto e apresentar o modelo à comunidade.

O subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais do Ministério Público, Marcelo Lemos Dornelles, destacou que o MP trata a segurança pública como prioridade e a considera essencial para o bem-estar da sociedade. “É necessário olhar para o sistema prisional e buscar alternativas para diminuir os altos índices de reincidência”, disse.

O procurador de Justiça e coordenador do Núcleo de Apoio à Fiscalização dos Presídios do MPRS, Gilmar Bortolotto, salientou que as APACs não são a solução para os problemas do sistema prisional, mas um complemento para melhorá-lo. “É importante não sermos preconceituoso e olhar como as APACs funcionam. O mínimo que eu posso fazer é colocar a minha cara, porque eu acredito nisso. E, se não der certo, a gente terá ao menos tentado mudar algo”, argumentou.

A promotora de Justiça de Alegrete Daniela Fistarol observou que “as APACs têm uma metodologia que se diferencia do sistema prisional tradicional, mas que não deixa de ser uma forma de cumprimento de pena”.

Pelo MP, participaram do encontro, o procurador de Justiça Luciano Pretto e os promotores de Justiça de Alegrete Luiza Trindade Losekann e Rodrigo Alberto Wolf Piton. Estiveram presentes, ainda, o secretário estadual da Administração Penitenciária, Cesar Luis de Araújo Faccioli, o prefeito de Alegrete, Márcio Fonseca do Amaral, o juiz-corregedor do Tribunal de Justiça do Estado, Alexandre Pacheco, o defensor público corregedor, Antônio Augusto Korsack Filho, o presidente da Câmara de Vereadores de Alegrete, Moisés Fontoura, e o juiz da Vara Criminal de Alegrete, Rafael Echevarria Borba

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Pedestre cai na rua dos Andradas

Uma senhora, caiu na rua dos Andradas, na noite deste sábado(24) e foi socorrida pelos Bombeiros.

Com queda, ela bateu a cabeça e teve ferimentos em outros locais do corpo. Não se tem a identificação da vítima e nem a causa da queda, se tropeçou ou teve mal súbito.

Ela foi encaminhada para a UPA.

Foto/vídeo: internauta/divulgação

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PRF e Polícia Civil prendem procurado por estupro de vulnerável em Uruguaiana

O homem já possui antecedentes criminais por homicídio, porte ilegal de arma de uso restrito e outra por estupro.

Na noite desta sexta-feira (23), a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Civil prenderam um criminoso investigado por estupro de vulnerável e com um mandado de prisão preventiva. A ação aconteceu na BR 472 e o homem seguia num ônibus de Ijuí para Uruguaiana.

Com base na integração do trabalho investigativo da Polícia Civil e do serviço de inteligência da PRF, a prisão ocorreu em uma ação coordenada entre policiais civis de Ijuí e Uruguaiana e policiais rodoviários federais. Os agentes identificaram que o procurado estava se deslocando em direção à fronteira em um ônibus. Ao abordarem o veículo na cidade de Itaqui, ele foi identificado, retirado do ônibus e os passageiros puderam seguir viagem em segurança.

O homem de 36 anos é natural de Ijuí e possui uma extensa ficha criminal, com duas passagens por homicídio, além de estupro, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, lesões corporais, resistência, entre outras. Ele foi conduzido à Polícia Civil em Uruguaiana e ficou recolhido no sistema penitenciário à disposição da justiça.

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